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Correio da Manhã

Economia
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Nova proposta de IA

A ANECRA – Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel entregou ao secretário de Estado dos Assuntos Fiscais uma contraproposta do novo imposto automóvel.
4 de Novembro de 2005 às 00:00
Segundo a alteração sugerida pela organização presidida por António Ferreira Nunes, apenas 25 por cento dos veículos teriam um aumento da carga fiscal de cerca de 2,5 a cinco por cento (cilindrada da ordem dos dois mil centímetros cúbicos).
Na proposta do Orçamento do Estado para 2006 sobre o referido imposto, o aumento da tributação – concluiu a ANECRA – abrange 90 por cento das viaturas.
A ANECRA fez um estudo de A a Z relativo a todos os veículos vendidos em 2003 e 2004, tendo por base os seguintes parâmetros: 86,2 por cento do imposto automóvel incidindo sobre a cilindrada e 13 por cento sobre as emissões de dióxido de carbono. E “sem diminuição da receita fiscal” do Estado.
Recorde-se que, na proposta governamental, 90 por cento da nova tributação automóvel incide sobre a cilindrada e dez por cento sobre as emissões de dióxido de carbono.
A aceitação da contraproposta da ANECRA implica a mudança da proposta do Orçamento do Estado para 2006.
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