page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Parlamento rejeita todos os projetos de resolução do Programa de Estabilidade

Resolução do PSD, que foi rejeitada com votos contra de PS, BE, PCP, PEV e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira.

29 de abril de 2021 às 19:22

A Assembleia da República rejeitou esta quinta-feira todos os projetos de resolução relativos ao Programa de Estabilidade (PE), que apontavam insuficiências ao documento e propostas alternativas.

PSD, PCP e CDS-PP avançaram com projetos de resolução relacionados com o PE, mas em nenhum dos casos era proposta a rejeição do documento - como já aconteceu no passado -, mas sim recomendadas medidas alternativas e adicionais, com críticas às escolhas do Governo socialista.

A resolução do PSD, que foi rejeitada com votos contra de PS, BE, PCP, PEV e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, contando com a abstenção do CDS-PP e a favor dos restantes, apontava "sérias lacunas" ao PE e recomendava ao Governo que o complementasse com medidas sociais e de investimento.

Os sociais-democratas consideram que o PE se apresenta "inteiramente dependente do Plano europeu de Recuperação e Resiliência" (PRR), cuja chegada de fundos diz estar sujeita à "celeridade que a Presidência portuguesa da União Europeia for capaz de imprimir ao processo em curso de ratificação da decisão sobre os novos recursos próprios do orçamento comunitário".

Já a resolução do PCP, rejeitada com votos contra do PS, PSD, CDS-PP, PAN, IL e abstenção do Chega e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues, pedia ao parlamento que recusasse "as opções assentes na submissão à União Europeia e ao euro, bem como os instrumentos de condicionamento do país daí decorrentes".

O projeto do CDS-PP, 'chumbado' com votos contra do PS, BE, PCP, PEV e deputada Joacine Katar Moreira, contando com a abstenção do PSD e do PAN, propunha "uma visão estratégica para o país orientada para as pessoas e as empresas" para "recuperar a economia e o emprego e responder à emergência social".

Entre outras recomendações ao Governo, os centristas defendiam uma "redução da carga fiscal, através de uma redução da fiscalidade das pessoas e empresas" e ainda que o Banco Português de Fomento apresente ao parlamento a sua estratégia e Plano de Atividades para o ano de 2021, incluindo "um aumento da dotação prevista para capitalização das empresas a apoiar".

O PE 2021/2025, aprovado pelo Governo em 15 de abril, foi esta quinta-feira debatido em plenário e prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 4% este ano, abaixo dos 5,4% anteriormente previstos, e 4,9% em 2022.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8