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Correio da Manhã

Economia

Pinho queria dar esperança

O ministro da Economia, Manuel Pinho, esclareceu ontem que não queria anunciar o fim da crise mas sim dar “uma palavra de esperança para os portugueses, para os empresários, os trabalhadores, professores e jovens”.
15 de Outubro de 2006 às 00:00
Pinho queria dar esperança
Pinho queria dar esperança FOTO: António Rilo
O esclarecimento foi dado à TSF na sequência da polémica surgida em torno das palavras proferidas sexta-feira em Aveiro, onde se deslocou para presidir à assinatura de vários protocolos de investimento.
Os partidos da Oposição não levaram a sério o anúncio feito por Manuel Pinho e consideraram a declaração “folclórica” e “uma piada de mau gosto”.
Por sua vez, o ministro da Economia interpretou os comentários de responsáveis do PSD, CDS, PCP e Bloco de Esquerda como de sendo de “raiva”.
“A Oposição não consegue esconder a raiva de em três anos que foi Governo ter deixado um PIB [produto interno bruto] mais pequeno do que era no início, um desemprego quase o dobro e o maior défice orçamental da Zona Euro”, afirmou à agência Lusa Manuel Pinho.
O QUE DISSE
"Acho que a crise acabou totalmente, acho que agora a dúvida que há é quanto a nossa economia vai crescer." [sexta-feira]
"Não se decreta o fim de uma crise, isso é algo infantil e de quem não percebe nada de economia." [sábado]
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