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Correio da Manhã

Economia
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Prejuízo de 6,5 milhões para EPUL

A EPUL, empresa de urbanização de Lisboa, calcula em 6,5 milhões de euros o prejuízo decorrente da alteração do projecto de loteamento do empreendimento EPUL Jovem no Martim Moniz, solicitada em 2002, no mandato do agora candidato do PSD à Câmara de Lisboa, Santana Lopes. A obra, que deveria estar concluída em 2003, deverá terminar só em 2011.
18 de Julho de 2009 às 00:30
Alteração do projecto do Martim Moniz foi pedida por Santana Lopes
Alteração do projecto do Martim Moniz foi pedida por Santana Lopes FOTO: Vítor Mota

"Lembro-me que o projecto inicial tapava a encosta e considerámos necessário abrir corredores, limpar as vistas", explicou ao CM Santana Lopes, acrescentando que "o IPPAR também impôs uma série de condicionantes por causa de achados arqueológicos na zona".

Este foi apenas o primeiro de muitos entraves com que a EPUL se deparou ao longo dos anos. Actualmente, para concluir a obra são necessários trabalhos a mais com uma despesa adicional que o Tribunal de Contas não aprova. Para contornar a situação, a EPUL vai ter "de rescindir o contrato com o actual empreiteiro e abrir um novo concurso", adiantou ao CM o director de comunicação da EPUL, Alves Ferreira. O atraso na entrega das fogos será, pelo menos, de oito anos.

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