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Correio da Manhã

Economia
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Protesto à porta de casa

Os trabalhadores da Facol, corticeira de Lourosa, mudaram o seu protesto para a entrada da residência dos seus patrões.

17 de Junho de 2009 às 00:30
Os funcionários não recebem salários desde Novembro
Os funcionários não recebem salários desde Novembro

Os empregados estão em greve desde o dia quatro de Junho à entrada da empresa, por terem os salários em atraso desde Novembro de 2008, incluindo os subsídios de férias e de Natal do ano passado.

A empresa já comunicou aos trabalhadores que terá avançado com um processo de insolvência em que os trabalhadores não iriam perder a sua remuneração nem os seus direitos, mas Alírio Martins, dirigente do sindicato dos operários corticeiros do Norte, já veio referir que "os trabalhadores não desistem enquanto não virem a insolvência confirmada", uma vez que " já houve uma série de vezes em que a entidade patronal faltou aos seus compromissos".

75% DE EMPREGO NO SECTOR

Do total do emprego no sector da cortiça, 75 por cento concentra-se no concelho de Santa Maria da Feira, onde se insere a Facol, e 13 por cento em Setúbal.

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