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Correio da Manhã

Economia
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Puma vai crescer 40 por cento em vendas

A marca desportiva alemã Puma, que patrocinou a selecção italiana durante o Campeonato Mundial de Futebol de 2006, espera terminar o ano com vendas totalizando 2,52 mil milhões de euros, mais 40 por cento que em 2005.
17 de Julho de 2006 às 00:00
No início do ano, a Puma esperava crescer 35 por cento em vendas e 50 por cento em lucro antes de impostos. Mas, como recordou ontem o jornal ‘El Mundo’, um responsável da empresa lembrara que “o volume de negócios e outros resultados estarão condicionados, em grande parte, pelos elevados gastos em ‘marketing’ e diversas campanhas relacionadas com o Campeonato Mundial de Futebol”, que terminou na Alemanha há oito dias.
Segundo o jornal espanhol, tais previsões “tenderão a ser revistas em alta”, pois “o aumento dos custos será compensado de sobra pelo impacto que a marca Puma obteve” na prova mais importante do futebol. Prova ganha pela selecção da Itália. Ou seja: a Puma, graças a uma boa campanha publicitária, conseguiu mais notoriedade que a Adidas e a Nike durante o Mundial. E como a Puma também apostou na equipa que se tornou campeã, o felino que simboliza a marca ficou ainda mais pujante.
Fontes da Puma declararam ao ‘El Mundo’ que a empresa “ganhou visibilidade em 56 por cento do Campeonato do Mundo de Futebol, o que significa que em 36 dos 64 jogos, pelo menos, uma das selecções patrocinadas pela marca do lince estava presente.”
Se também for revista em alta a previsão de crescimento do lucro de 50 por cento, feita no início do ano, a Puma ganhará mais de 600 milhões de euros antes de impostos. As acções da empresa, cotadas no Dax, ganham 12 por cento desde Janeiro último e cada uma vale 276 euros.
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