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Correio da Manhã

Economia
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REFINARIA EM LABORAÇÃO

O ministro das Actividades Económicas, Álvaro Barreto, e o presidente da Galp Energia, Ferreira do Amaral, estão convencidos de que a refinaria de Matosinhos, cujo acidente no terminal em Leixões provocou 32 feridos, poderá manter-se de portas abertas. Ambos encararam, contudo, a hipótese de um eventual encerramento da refinaria vir a ser planeado a médio prazo.
24 de Setembro de 2004 às 00:49
REFINARIA EM LABORAÇÃO
REFINARIA EM LABORAÇÃO
Em conferência de Imprensa conjunta, o ministro manifestou-se “convencido de que com a aplicação das disposições decididas pelo Ministério do Ambiente e com os melhoramentos que têm de ser feitos, se chegará a uma solução que não obrigue ao encerramento da unidade”.
Estas declarações tiveram lugar depois de uma reunião conjunta com o ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, Nobre Guedes, e a administração da Galp Energia.
Álvaro Barreto afirmou, contudo, que isso “não quer dizer que não se possa planear um encerramento por exemplo a cinco anos”. Tal como Álvaro Barreto, Ferreira do Amaral falou sobre a continuidade da refinaria ao afirmar que a unidade é “viável economicamente”.
A par das declarações políticas, a Galp Energia reconheceu que a principal causa do acidente se deveu “a uma insuficiência dos procedimentos de segurança, mais do que a responsabilidades pessoais”, além de outras falhas como o atraso de sete minutos na chegada dos bombeiros.
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