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Correio da Manhã

Economia
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Reformas: Aumentos diferenciados com poucos efeitos

Um estudo realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) revela que os aumentos diferenciados das reformas, como acontece em Portugal, têm poucos efeitos e geram pequenas diferenças.
17 de Fevereiro de 2009 às 09:09
Reformas: Aumentos diferenciados com poucos efeitos
Reformas: Aumentos diferenciados com poucos efeitos FOTO: d.r.

Em Portugal, as reformas mais baixas crescem mais do que as mais altas, uma prática seguida por poucos países, que o autor do estudo da OCDE, Edward Whitehouse, considera ter poucos efeitos.

O investigador da área de políticas sociais da OCDE assinala que os efeitos desta política não são muito grandes, já que apenas uma pequena parte dos pensionistas muito ricos é afectada.

Deste modo, realça Edward Whitehouse, “não é de esperar que seja poupado muito dinheiro ao sistema de pensões português”, pelo que classifica a medida como “um gesto simbólico”.       

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