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Correio da Manhã

Economia
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TAP não pagou prémios a funcionárias grávidas

A TAP não pagou prémios de desempenhos às dez funcionárias que em 2007 gozaram de licença de maternidade alegando que como estas estiveram ausentes, não cumpriram os mínimos de trabalho para terem prémios e o primeiro-ministro, José Sócrates, apoiou esta decisão, avança a edição desta quarta-feira do jornal 'I'.
6 de Janeiro de 2010 às 10:15
Foto ilustrativa
Foto ilustrativa FOTO: D.R.

No entanto, um parecer da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) considera esta atitude discriminatória.

Confrontado a pronunciar-se sobre o caso, o gabinete de José Sócrates, concordou a decisão da transportadora aérea.

De acordo com o jornal 'I' as queixas na Comissão para a Igualdade no Trabalho triplicaram durante o ano de 2009. Entre as reclamações encontram-se casos de grávidas e lactentes que são despedidas em processos colectivos com as empresas a alegarem que os seus postos de trabalho foram extintos, casos em que as mães não têm um horário flexível para amamentação, previsto por lei e outros casos nos quais as mulheres são despedidas sem justa causa.

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