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Correio da Manhã

Economia
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Taxa de poupança das famílias desce para 5,9% no 2.º trimestre

INE explica que as novas séries anuais das Contas Nacionais Portuguesas determinaram a revisão dos resultados trimestrais.
Lusa 23 de Setembro de 2019 às 13:09
Mário Centeno, Minitro das Finanças
Mário Centeno
Mário Centeno
Mário Centeno, Minitro das Finanças
Mário Centeno
Mário Centeno
Mário Centeno, Minitro das Finanças
Mário Centeno
Mário Centeno

A taxa de poupança das famílias desceu para 5,9% do rendimento disponível no segundo trimestre, menos duas décimas que no trimestre anterior, informou esta segunda-feira o INE, que reviu em alta o valor do primeiro trimestre para 6,1%.

De acordo com as Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional, esta segunda-feira divulgadas, a taxa de poupança das famílias "diminuiu para 5,9% do rendimento disponível (6,1% no trimestre anterior), em resultado do aumento de 0,8% da despesa de consumo final superior em 0,1 pontos percentuais (p.p) ao crescimento do rendimento disponível".

O gabinete de estatísticas nacional explica que "a evolução do rendimento disponível das famílias foi determinada pelo crescimento de 0,8% das remunerações recebidas, que explicam 0,5 p.p. do aumento do rendimento".

Já o investimento das famílias registou uma taxa de variação de 1,6% no segundo trimestre de 2019, face aos 3,1% registados no trimestre anterior, valor agora revisto uma décima em baixa face ao anteriormente anunciado (3,2%).

De acordo com o INE, a economia registou uma capacidade de financiamento de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano acabado no segundo trimestre de 2019, o que compara com uma necessidade de financiamento de 0,2% do PIB nos três meses anteriores.

Os mesmos dados mostram que a capacidade de financiamento exclusivamente das famílias diminuiu para 1,0% do PIB no segundo trimestre, menos 0,4 pontos percentuais face aos 1,4% registados no trimestre anterior.

O INE explica que as novas séries anuais das Contas Nacionais Portuguesas determinaram a revisão dos resultados trimestrais, sendo que os dados encadeados em volume têm agora 2016 como ano de referência do encadeamento.

INE PIB economia negócios e finanças macroeconomia conjuntura
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