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Correio da Manhã

Economia
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Tomás Correia recusa sair do Montepio

Líder da Associação Mutualista do Montepio diz que não cede a chantagens.
Lusa 14 de Março de 2017 às 16:25
António Tomás Correia
O presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, António Tomás Correia
O presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, António Tomás Correia
Tomás Correia, presidente da Associação Mutualista Montepio Geral
António Tomás Correia
O presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, António Tomás Correia
O presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, António Tomás Correia
Tomás Correia, presidente da Associação Mutualista Montepio Geral
António Tomás Correia
O presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, António Tomás Correia
O presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, António Tomás Correia
Tomás Correia, presidente da Associação Mutualista Montepio Geral

O presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, Tomás Correia, disse esta terça-feira que não vai "ceder a chantagem" e recusou hoje pôr o seu lugar à disposição, perante notícias de que é arguido em vários processos judiciais.

"Não podemos ceder ao facilitismo de quem utiliza determinados expedientes para determinados fins", disse António Tomás Correia em conferência de imprensa.

O líder da maior associação mutualista de Portugal disse que a figura do arguido é hoje "maltratada" quando o que serve é para "proteger" a pessoa em causa e considerou que os processos judiciais em causa acabarão arquivados.

A Associação Mutualista Montepio Geral é liderada por Tomás Correia, que durante anos acumulou a liderança da Caixa Económica, da qual saiu no verão de 2015, quando o Banco de Portugal forçou a separação da gestão.

Já o banco mutualista é desde então presidido por Félix Morgado, sendo conhecido que a relação entre os dois responsáveis não tem sido fácil.

Segundo o Público, Tomás Correia é arguido num processo que visa um negócio imobiliário em Coimbra, e o semanário Expresso noticiou que é suspeito de ter recebido 1,5 milhões de euros do construtor José Guilherme, também relacionados com um negócio imobiliário.

O responsável máximo da Associação Mutualista Montepio é ainda citado num processo do Banco de Portugal por não ter introduzido atempadamente no banco Montepio controlo de movimentos financeiros que poderão ser ilícitos.

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