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Correio da Manhã

Economia

Trânsito caótico em Lisboa

A paralisação dos trabalhadores do Metropolitano, das 06h30 às 10h30 de ontem, gerou confusão em muitas artérias da capital.
28 de Junho de 2006 às 00:00
A administração da empresa requisitou autocarros com o objectivo de minimizar os efeitos da greve. Mas muitos meios de transporte alternativos, talvez por insuficientes, circulavam superlotados e nem paravam.
O motorista de um dos autocarros alternativos declarou à Lusa que havia falta de informação sobre os percursos e paragens. Disse mesmo que não lhe foi distribuído nenhum mapa. Os utilizadores dos alternativos também estranharam a falta de informação sobre os destinos e os locais de paragem dos autocarros requisitados pela administração do Metropolitano de Lisboa.
Os comboios subterrâneos são utilizados diariamente por cerca de 500 mil pessoas, muitas das quais decidiram ontem deslocar-se em Lisboa na própria viatura. Só que a circulação, em muitos locais, era feita a passo de caracol.
De acordo com Sérgio Monte, dirigente do SITRA – Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes – a adesão dos trabalhadores à greve foi total. Assim, estiveram encerradas todas as estações das 6h30 às 10h30. A circulação do meio de transporte mais rápido iniciou-se às 11h00, 30 minutos depois da paralisação para se verificarem todas as condições de segurança da rede.
Amanhã, no referido período da manhã, os trabalhadores do Metropolitano voltam a parar. Em causa, o acordo de empresa, que os trabalhadores querem prolongado de 2007 a 2011.
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