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Artigo exclusivo

Distribuição de preservativos nas escolas assusta pais

Muitos pais não admitem que seja a escola a educar os filhos para a sexualidade.

16 de outubro de 2016 às 01:45

Vamos falar de preservativos, num artigo sem bolinha vermelha, mas (também) sem falinhas mansas. O estudo ‘A saúde dos adolescentes portugueses em tempos de recessão’, desenvolvido em 2014 pela organização HBSC em Portugal, concluiu que 42% dos jovens não usou preservativo na última relação sexual por "não ter pensado nisso"; 31,8% por não os ter consigo quando a oportunidade surgiu; 26,1% por os considerar "muito caros"; 23,9% tinham "bebido demais"; 18,2% não sabia como os obter; 18,2% tinha "tomado drogas"; 17% teve "vergonha de os comprar" e outros 17% assumiram-se contra o uso deste método contracetivo, que tem sido um dos últimos arautos da discórdia no que toca à relação escola-família. Antes de mais, cumpre esclarecer: o preservativo ainda é dos métodos mais eficazes para evitar doenças sexualmente transmissíveis e gravidezes indesejadas.

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