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Doente morre em fogo no IPO

Arriscou fumar no quarto e terá deixado cair o cigarro na roupa, provocando o incêndio.
5 de Dezembro de 2010 às 00:30
Chamas foram apagadas com extintores, sem recorrer aos bombeiros
Chamas foram apagadas com extintores, sem recorrer aos bombeiros FOTO: João Carlos Malta

Um cigarro fumado às escondidas foi fatal para um doente internado no Instituto de Oncologia (IPO) do Porto. O homem, de 65 anos, provocou o incêndio no quarto e terá morrido devido à inalação de fumo.

A situação ocorreu na madrugada de quinta-feira, mas foi tratada a nível interno. Os funcionários da Unidade de Cuidados Paliativos foram alertados pelo alarme de incêndio e, quando entraram no quarto, já a roupa de cama tinha ardido e o homem estava inanimado. Ainda tentaram a reanimação, mas sem sucesso. Os funcionários apagaram o fogo com extintores. Nem os bombeiros nem o INEM foram chamados ao local. Já com o óbito confirmado por clínicos do IPO, foi chamado o delegado de saúde para atestar a morte. A Polícia Judiciária também se deslocou ao IPO.

Não são conhecidos os resultados da autópsia, mas a administração do IPO divulgou um comunicado no qual admite que o doente, já em fase terminal, estava a fumar e terá deixado cair o cigarro na cama. O CM tentou obter mais esclarecimentos junto do IPO, mas não foi possível falar com qualquer responsável.

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