Artigo exclusivo
Análise das conversas telefónicas entre Marcelo e o diretor do museu coincidiu no tempo com o anúncio, numa notícia, de medidas proativas de fiscalização das contas em Belém.
A Presidência da República disse oficialmente que o único conhecimento que teve sobre suspeitas de crimes do diretor do museu decorre do "mandado de busca [a Belém]", ressalvando que "o processo se encontra em segredo de justiça". Logo, só a Justiça poderia legalmente conhecer a investigação até à passada quinta-feira, quando Diogo Gaspar foi detido. Mas certo é que a chegada, ao Supremo Tribunal, de escutas fortuitas entre o suspeito e o Presidente coincidiu no tempo com o anúncio das medidas proativas de Marcelo para começar a fiscalizar as contas em Belém.
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