page view

Suspeitos de matar e esconder Maddie

Kate e Gerry são formalmente suspeitos da morte e da ocultação do cadáver de Madeleine. O sangue encontrado no carro do casal, que só foi alugado 25 dias depois de a menina ter desaparecido, fez mudar todo o cenário. A convicção da Polícia Judiciária é agora de que foram os pais que mataram a criança, esconderam o corpo e depois simularam o rapto.

08 de setembro de 2007 às 13:00

Gerry e Kate negam-no e consideram as acusações “absurdas”. Mas não conseguem contrariar a cadência de provas, ainda que circunstanciais, que a polícia tem reunido nas últimas semanas. Tudo aponta para a morte da criança no apartamento e para o facto de o cadáver ter sido sucessivamente mudado de local. O que poderá explicar a existência de sangue de Maddie no carro, que poderia ter sido obtido por contaminação, por exemplo de uma peça de roupa que a menina vestisse no momento da morte.

No entanto, sem que seja encontrado o corpo, dificilmente as autoridades avançam para outras medidas de coacção. Querem evitar a repetição do caso Joana e a chuva de críticas e até de suspeições que então se levantaram. O facto de se tratar de dois cidadãos britânicos também leva a Polícia Judiciária a assumir atitudes de alguma contenção. As diligências são precedidas de todos os cuidados, de forma a não ferir “susceptibilidades internacionais”.

SUSPEITAS NO COMPORTAMENTO

Na noite de 3 de Maio Kate ligou primeiro para a televisão britânica Sky News e só depois para a polícia. Além disso, ao aperceber-se do desaparecimento da filha, de apenas três anos, Kate terá fechado a porta do apartamento e regressado ao restaurante onde estava o grupo de amigos. Deixou novamente os mais pequenos sozinhos e terá ido dizer aos britânicos que a filha desaparecera. Os relatos feitos à polícia por diversas testemunhas não dão conta de gritos de aflição ou imediatos pedidos de ajuda.

Ainda segundo o CM apurou, há pelo menos duas testemunhas que indiciam haver negligência por parte de Kate relativamente aos filhos. Uma delas é a inglesa que morava num apartamento contíguo e que garante mesmo ter ouvido os gritos da menina em dias anteriores a chamar pelo pai. A segunda é outra mulher também septuagenária que diz ter assistido a comportamentos por parte de Kate que levantaram suspeitas sobre a sua actuação.

O CM sabe que o depoimento de Russel O’Brian também levantou sérias dúvidas aos investigadores da Judiciária. O médico inglês amigo dos McCann garante ter ido ao quarto das crianças pelas 20h00, mas depois diz não ter entrado, apenas se preocupado em escutar se haveria ruído no apartamento. A versão não é considerada credível, acreditando a polícia que a testemunha não estará a contar toda a verdade.

PROVAS CONTRA OS MCCANN

A presença dos cães pisteiros ingleses foi decisiva para o volte-face na investigação.

VESTÍGIOS DE SANGUE NO CARRO

Na viatura usada pelos McCann foi encontrado o que se presume ser uma mancha de sangue. O vestígio estava na mala. Analisado em Birghiman, os exames terão revelado tratar-se ADN idêntico ao de Maddie.

ODORES NA ROUPA DE KATE MCCANN

Os cães detectam odores de cadáver nas roupas de Kate. O sinal foi dado quando se aproximaram de umas calças de ganga e de uma t-shirt usada pela mãe da criança. O mesmo vestígio foi detectado no peluche.

CAMINHO DE CASA ATÉ À PRAIA

Os cães detectaram o vestígio de cadáver entre o apartamento e a Praia da Luz. As autoridades acreditam que a morte da criança aconteceu no apartamento e que o corpo poderá ter sido escondido a sul do aldeamento.

ALTERAÇÃO DE COMPORTAMENTO

A mudança de comportamento dos McCann parece ser reveladora. Desde que a hipótese de morte foi colocada que os pais mudaram o comportamento perante a polícia, admitindo a possibilidade de voltarem a Inglaterra.

CHEIRO NA CASA DO OCEAN CLUB

O rasto de morte encontrado no apartamento do Ocean Club levanta muitas dúvidas à versão de Gerry e Kate. A partir daqui a investigação centra-se no casal McCan, os últimos adultos a verem a menina.

KATE APUPADA À CHEGADA

Kate enfrentou ontem à entrada da PJ de Portimão um cenário bem diferente do vivido nos últimos quatro meses: foi apupada pelos curiosos que se concentraram em frente às instalações da Judiciária.

Já na quinta-feira os populares tinham dado mostras da sua desconfiança em relação ao casal, ainda que a medo. Ontem, contudo, eram muitas as pessoas que teorizavam sobre a “ausência de sofrimento visível” de Kate. Sublinhava-se, sobretudo, o facto de nunca a terem visto verter uma lágrima.

Maria Rosa, do Porto, era uma das turistas da região que trocaram um dia de férias no Sul do País pela possibilidade de assistir, em directo, aos novos desenvolvimentos do caso. “Sempre achei estranho porque esta senhora nunca teve uma lágrima pela filha”, disse ao CM, enquanto Zulmira Rosa Grácio, de Portimão, foi mais peremptória. “Ela é cínica. Tem sorrisos estranhos. Se me faltasse um filho eu ficava triste. Nem tinha forças para andar, também morria.”

O sentimento destas duas mulheres era partilhado pela onda popular que crescia a cada hora.

“Acho que foram eles. A campanha foi uma farsa. Mas enquanto não houver provas tem de se esperar. A Judiciária está a ter um comportamento correcto, talvez com poucos meios, mas bons homens”, comentou José Vilão, de Serpa, enquanto Jorge Gomes, de Portimão, deixava um apelo aos pais de Maddie: “Se calhar a miúda morreu por acidente e eles estão a ocultar o caso. É possível isso ter acontecido se beberam tanto vinho como dizem durante essa noite. Eles devem saber alguma coisa e têm de dizer a verdade.”

Diferente foi a entrada de Gerry nas instalações da PJ. O marido de Kate recebeu um ou outro apupo, mas nada comparável ao que se passou à passagem da mulher.

POLÍCIA MONTA DISPOSITIVO DE SEGURANÇA

A saída de Kate do edifício da PJ na noite de quinta para ontem foi atribulada. Um forte dispositivo policial foi chamado a intervir pelas 23h00 (quinta-feira) de forma a afastar os muitos curiosos que se concentraram à porta do edifício. Nessa altura, a polícia tentava evitar o que se adivinhava durante a tarde. Mudado o sentimento dos populares em relação ao casal, havia o risco de a situação se descontrolar.

Carlos Pinto Abreu, o advogado de Lisboa contratado pela família McCann, também geriu a situação de forma exemplar. Kate não saiu escondida e o causídico optou por proferir algumas palavras de forma a “acalmar” as dezenas de jornalistas dos mais variados países da Europa que durante horas se concentraram em frente ao edifício.

Mesmo assim, a confusão instalou-se e até que os populares fossem afastados passaram mais de duas horas. Nesse intervalo, Kate esteve retida nas instalações da PJ, esperando que fossem criadas condições para que saísse em segurança.

IMPRENSA ESTRANGEIRA EM FORÇA

O caso Maddie voltou à agenda mediática. Durante todo o dia de ontem continuaram a chegar a Portimão dezenas de jornalistas dos mais diversos países. Os ingleses reforçaram as equipas e o sentimento entre eles também era de alguma precaução. Já não acusavam a polícia portuguesa de ineficácia, nem tão pouco falavam de Portugal com a “sobranceria” que marcou as primeiras intervenções mediáticas.

O tom de voz usado nos directos televisivos também era diferente. Muito solene e algo triste, parecia preparar os ingleses para a nova realidade: que as suspeitas recaem, directamente, no pai e na mãe da menina inglesa.

Gerry McCann, acompanhado do advogado Carlos Pinto de Abreu, saiu da Polícia Judiciária de Portimão passavam seis minutos da meia-noite, ou seja, nove horas após a entrada nas instalações para ser interrogado. Numa curta declaração à Imprensa, Carlos Pinto de Abreu confirmou que Gerry fora constituído arguido. Gerry seguiu para a Praia da Luz. À chegada, disse aos jornalistas sentir-se “cansado”, acrescentando que não podia falar.

INTERROGATÓRIO DE GERRY ORIGINA DILIGÊNCIAS

Inspectores da PJ saíram em diligências durante o interrogatório de Gerry. No fecho da edição do jornal 'Correio da Manhã' não se sabia o que foram fazer.

PJ TENTOU CONFISSÃO DE KATE NA INQUIRIÇÃO

Os inspectores tentaram obter a confissão de Kate ao dizer que a moldura penal aplicável é pequena (dois anos). Kate não respondeu.

IMPERTURBÁVEIS FACE ÀS CRÍTICAS POPULARES

Kate e Gerry entraram na PJ sem dizer palavra. Ambos mantinham o rosto fechado, não esboçando reacção às críticas dos populares.

AMIGOS DAS FÉRIAS INDIGNADOS COM PJ

“Indignados” com a PJ. É esta a mensagem mais forte que surge de um comunicado dos amigos do casal McCann. “Estamos totalmente indignados com qualquer sugestão de que Kate esteja relacionada com o desaparecimento de Madeleine”, referem os amigos que jantaram com o casal na noite do desaparecimento da menina inglesa.

“Ela está inocente. Sabemos isso porque somos amigos dela. Estivemos com ela nessa noite e testemunhámos em primeira mão a dor inimaginável de Kate e Gerry, que ainda hoje continuam a sofrer”, acrescenta o comunicado. É também possível ler: “Vamos apoiá-los até que termine este pesadelo. É nossa esperança que estes acontecimentos não afastem a investigação de apurar o paradeiro de Maddie.”

Entre os amigos que na noite trágica jantaram com os McCann figuram o casal Russel O’Brien e a sua mulher, Jane Tanner, que passaram as férias com os dois filhos.

Também médico, O’Brien levantou-se da mesa alguns minutos antes de Maddie ter sido dada por desaparecida para socorrer uma sua filha que vomitava no apartamento. A sua ausência da mesa levantou suspeitas que a Polícia Judiciária viria a desmentir.

Três outros amigos que estavam no jantar foram Fiona Payne, o marido David e Dianne Webster, mãe de Fiona. Este casal tem também dois filhos. O último casal presente foi Rachel e Mat-hew Oldfield, também médico. Este casal tem uma filha de 22 meses.

MCCANN PODEM SAIR DE PORTUGAL

O casal McCann pode regressar a qualquer momento a Inglaterra. O termo de identidade e residência só acarreta constrangimentos jurídicos, não trazendo sanções penais.

Ou seja, Kate e Gerry são agora obrigados a informar o tribunal se quiserem ausentar-se de Portugal durante mais de cinco dias, podendo fazê-lo pessoalmente, por carta, e-mail ou fax. Mas se não o fizessem e regressassem ao seu país de origem qualquer sanção penal esbarraria na falta de cooperação internacional característica dos ingleses. Primeiro, por terem o princípio de não extraditar cidadãos nacionais; depois, porque se trata do país europeu que privilegia mais a nacionalidade perante alegadas suspeitas de crimes noutros países.

E há outra dúvida: vários juristas contactados pelo CM garantem que não é líquido que os McCann tenham de pedir autorização ao juiz do processo para saírem do País. O que diz a lei é que devem informar o tribunal, faltando saber o que aconteceria se fornecessem como nova morada a sua residência em Inglaterra. Não tendo Portugal jurisdição naquele país, as notificações não seriam validadas, o que levantaria outros constrangimentos jurídicos.

Ontem os McCann estiveram mais recolhidos do que é habitual. Não levaram os gémeos à creche do Ocean Club, não foram à igreja, não fizeram compras e não correram nas imediações da casa alugada na Praia da Luz.

Foi a irmã de Gerry, Trisha Cameron, quem saiu de manhã com os sobrinhos. Voltaria mais tarde, sozinha, com sacos de compras de mercearia. Justine Mc-Guinness, assessora do casal, chegou depois, para transportar Kate às instalações da PJ em Portimão. Ao contrário do dia anterior, Gerry não acompanhou a mulher no carro da família, muito embora ambos soubessem que seriam constituídos arguidos, palavra que os ingleses traduzem por “formalmente suspeitos”. A decisão de viajarem em separado terá sido tomada na altura.

A assessora levou Kate até às instalações da PJ de Portimão onde a mãe de Madeleine entrou debaixo de uma chuva de assobios da multidão mantida à distância por barreiras de ferro. Eram 11h06. Tal como na véspera, o advogado do casal, Carlos Pinto de Abreu, entrara meia hora antes.

Por essa altura chegou à casa dos McCann uma camioneta de mudanças. O funcionário esteve cerca de um quarto de hora no interior do imóvel e saiu sem carregar a camioneta.

Gerry foi ontem visto pela primeira vez às 15h05 quando saiu de casa no carro da assessora, dirigindo-se a Portimão, onde a mulher continuava a ser interrogada já na condição de arguida. O pai de Madeleine entrou na PJ às 15h38 de mochila às costas e com ar sereno. Kate saiu pouco depois, às 15h53, de novo no carro da assessora, que a levou até casa do padre Hubbert, pastor da Igreja Anglicana de St. Vincent’s, onde se encontravam os gémeos e a cunhada. Foi a mulher do pastor quem levou Kate a casa, cerca das 18h30.

REFÚGIO NA VISTA DO MAR

Kate McCann saiu da PJ de Portimão em direcção à Praia da Luz mas não regressou de imediato à vivenda Vista do Mar, procurando refúgio na casa de um pastor anglicano amigo da família.

A casa do padre Hubbert é também uma capela da Igreja Anglicana de St. Vincent’s. Era lá que esperavam por Kate os filhos gémeos, Sean e Amelie, e a cunhada, Trisha Cameron, que ontem foi ama dos sobrinhos a tempo inteiro. A avó dos gémeos, mãe de Trisha e de Gerry, não foi vista o dia inteiro. Nos últimos dias tem estado com os McCann na vivenda Vista do Mar. Gerry e Kate terão feito amizade com o padre na primeira semana de férias na Praia da Luz.

20 MIL CARTAS FICARAM EM CASA

Os McCann já tinham data marcada para regressar a casa em Inglaterra: amanhã. Os preparativos estavam a ser feitos há dias e ontem havia uma marcação que não fugiu à agenda. Ao final da manhã uma camioneta de mudanças chegou à vivenda do casal na Praia da Luz, para carregar umas caixas.

Em Portimão, Justine explicou ao ‘CM’ as razões da presença da camioneta junto à casa dos McCann. “Era para transportar as 20 mil cartas de apoio que o casal recebeu durante as últimas semanas.” A assessora confirmou que a viagem estava marcada para domingo. Mas já teria sido adiada. Segundo confirmámos na Luz, a camioneta de mudanças não carregou as cartas, que ficaram em casa.

TRANQUILIZANTE PARA MADDIE

Brian Healy, pai de Kate, admitiu ontem que a sua neta tomava Calpol, um tranquilizante para dormir que é comercializado no Reino Unido e cuja venda está autorizada em Portugal pelo Infarmed. Healy criticou a polícia portuguesa e defendeu o casal.

ESTATUTOS DA TESTEMUNHA E DO ARGUIDO

O arguido pode recusar-se a falar, mas está sujeito a uma medida de coacção e tem obrigatoriamente de ser assistido por um advogado.

TESTEMUNHAS OBRIGADAS A PRESTAR DEPOIMENTO

Qualquer pessoa que não se encontre interdita por anomalia psíquica tem capacidade para ser testemunha de um processo sobre o qual possua conhecimento directo. A testemunha tem de prestar juramento perante a autoridade judiciária e está obrigada a responder verdade sob pena de incorrer num crime de falso testemunho. Ao contrário do arguido, a testemunha não pode recusar-se a colaborar com as autoridades e remeter-se ao silêncio salvo nos casos previstos na lei: quando o arguido em causa é seu parente próximo ou ex-cônjuge. A nova lei já prevê que as testemunhas sejam assistidas por advogado sem necessidade de autorização prévia da autoridade judiciária.

ARGUIDOS SUJEITOS A MEDIDAS DE COACÇÃO

A constituição de arguido implica automaticamente a aplicação de uma medida de coacção, que pode variar entre o termo de identidade e residência e a prisão preventiva. O arguido é uma pessoa que é suspeita de um determinado ilícito ou crime, embora até prova em contrário tenha direito à presunção de inocência. Tem obrigatoriamente que ser assistido por um advogado, escolhido por si ou nomeado oficiosamente, em todos os actos processuais em que participe. O arguido pode recusar-se a colaborar com as autoridades e não é obrigado a responder às perguntas que lhe forem dirigidas e pode remeter-se ao silêncio durante todas as fases do processo.

GÉMEOS COBERTOS

Os gémeos McCann entraram ontem na vivenda que agora serve de casa ao casal quando passada um pouco das 13h00. Os meninos seguiam no carrinho, mas estavam cobertos de forma a não serem fotografados.

CURIOSIDADE

Foram muitos os jornalistas que vigiaram a casa do casal. À porta da vivenda recentemente alugada na Praia da Luz também se concentraram alguns curiosos, que aproveitaram a ocasião para tirarem algumas fotografias, de forma a guardarem uma recordação do caso.

SEGURANÇA

A PSP manteve durante todo o dia o perímetro de segurança instalado em torno das instalações da Polícia Judiciária de Portimão.

O CASO NA IMPRENSA BRITÂNICA

BBC

Justine McGuinness, porta-voz da família McCann, revelou que a polícia portuguesa acredita que a mãe de Maddie matou de uma forma acidental a filha.

SKY NEWS

Justine McGuinness revelou que a polícia portuguesa não sugere que Gerry tenha morto a criança, pelo que o tratam de uma forma diferente.

TELEGRAPH

Philomena, tia de Maddie, revelou que a polícia apenas usou luvas para tirar impressões digitais dos pais. O trabalho foi “mal feito e teve de ser repetido no dia seguinte”.

GUARDIAN

Jornal traça o perfil de Kate. Sobre a mulher que sempre afirmou detestar falar perante as câmaras o jornal escreve que vive agora a trágica figura de suspeita.

DAILY MIRROR

Mãe de Maddie disse à PJ não saber explicar como o sangue da filha apareceu no carro 25 dias depois do desaparecimento da menina.

ACUSAÇÃO REJEITADA

Tanto Kate como Gerry McCann continuam a negar qualquer envolvimento no desaparecimento de Madeleine a 3 de Maio.

MURAT DESCANSADO

Robert Murat, o inglês que até ontem era o único arguido no caso do desaparecimento de Maddie, diz-se agora mais descansado.

PADRE CRITICADO

O padre José Pacheco foi criticado pela diocese por ter entregue as chaves da igreja ao casal McCann. O pároco fê-lo logo após o desaparecimento da menina.

GERRY DEFENDE KATE

Gerry McCann considera que a mera “sugestão de que a Kate está envolvida no desaparecimento de Madeleine é ridícula”.

LUTAR ATÉ AO FIM

“Vamos lutar até ao fim e não vamos deixar de procurar a Madeleine”, escreve Gerry no seu blogue (www.findmadeleine.com).

INQUIRIÇÕES APÓS EXAMES

As inquirições a Kate e Gerry ocorrem após a PJ conhecer os resultados dos exames aos vestígios recolhidos na casa onde estava Maddie.

CNN EXPLICA LEI PORTUGUESA

“PJ quer que mãe confesse” revela a televisão CNN, que explica os termos jurídicos portugueses de testemunha e arguido.

BRASIL ACOMPANHA CASO

O jornal ‘Folha de São Paulo’ do Brasil tem em constante actualização na sua página on-line novos dados do caso Maddie.

DESTACÁVEL NO 'EL MUNDO'

A página on-line do jornal espanhol ‘El Mundo’ tem um destacável do caso onde são apontadas quatro teorias para o desaparecimento.

'LE FIGARO' DESTACA PJ

O jornal francês ‘Le Figaro’ destaca na sua edição on-line os avanços realizados nos últimos dias na investigação pela PJ.

NOTÍCIA BATE RECORDE

A transmissão da saída de Kate McCann da Polícia Judiciária no ‘Jornal da Meia-noite’ de anteontem foi vista por 157 700 espectadores.

APROVEITAR INTERVALO

A transmissão do jogo de Sub21 Irlanda-Portugal baralhou o horário do ‘Telejornal’. O assunto ocupou parte do intervalo do desafio.

SIC DÁ 23 MINUTOS

Os últimos desenvolvimentos do caso passaram durante 23 minutos no ‘Jornal da Noite’ com directos de Portimão.

...E TVI TAMBÉM

Ao contrário da véspera a TVI abriu o espaço noticioso nocturno com o caso Maddie. Dedicou-lhe 23m. O mesmo que a SIC.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8