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A história de encantar "pouco cor-de-rosa" de Harry e Meghan

Conheça todos os detalhes do grande dia, o conto de fadas do casal e tudo sobre a plebeia polémica que conquistou o coração de um príncipe.
Por Marta Ferreira|17.05.18

O dia do casamento real de Harry e Meghan aproxima-se a passos largos e quer se seja fãs de histórias de príncipes e princesas ou não, é inevitável que se queira espreitar um ou outro pormenor da cerimónia.

Faltam menos de 48 horas e a expetativa é muita. O vestido, a família da noiva sempre controversa, a tradição e todo o processo pensado ao milímetro estão sob o olhar atento do mundo.

A cerimónia: Mudança de local, a permissão da rainha e a carruagem

O casamento real está marcado para dia 19 de maio, pelas 12h00, e terá cobertura de vários órgãos de comunicação social. A NBC, PBS, CBS, BBC America, E! e até alguns meios de comunicação portugueses vão transmitir em direto a cerimónia que será seguida de uma procissão com os noivos numa carruagem que percorrerá Windsor. Esta procissão começará às 13h00 e deverá demorar cerca de 25 minutos.

#HarryandMeghan #MondayMotivation pic.twitter.com/FgQ9sMixeo

— Visit Windsor (@visitwindsor) February 12, 2018

Tudo isto vai acontecer na capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, mas inicialmente não seria este o sítio previsto. Harry e Meghan poderiam ter casado na Abadia de Westminster, uma das igrejas mais famosas do mundo. No entanto, perante a permissão da rainha para que se pudessem casar na Capela de Windsor, os noivos escolheram Windsor onde passaram grande parte do tempo no último ano e meio.

Os votos serão oficializados pelo arcebispo de Canterbury Justin Welby que baptizou Meghan Markle no início do ano. O arcebispo ajudou a noiva, que não pertence – para já – à realeza, a perceber todas as regras no que toca a segundos casamentos naquela igreja.

A rainha Elizabeth II deu permissão para o príncipe casar a 15 de março deste ano. De acordo com a lei de sucessão da coroa, os primeiros seis na fila para o trono precisam de autorização da monarca e Harry é o quinto.

"Meus senhores, eu declaro o meu consentimento a um contrato de matrimónio entre o meu querido e amado Príncipe Henry Charles Albert David de Gales e Rachel Meghan Markle. O meu consentimento faz com que o casamento seja selado e inserido nos Livros do Conselho Privado ", anunciou a rainha.

Do anel de noivado ao vestido

A noiva ainda não subiu ao altar e já se fazem apostas sobre o que vai usar. Emily Nash, jornalista especializada em realeza, anunciou que o vestido da futura princesa será de um designer escolhido por Meghan e as provas decorreram no palácio de Kensington.

Para já, sabe-se que serão dois vestidos: um para a cerimónia e outro para a receção fechada a familiares e amigos próximos do casal.

— Emily Nash (@emynash) May 4, 2018

O buquê da noiva será recheado com murta, uma tradição no que toca a buquês reais. O casamento contará ainda com rosas brancas, dedaleiras e peónias, criadas pela florista londrina Philippa Craddock. No final da cerimónia, as flores serão doadas para caridade.

O anel de noivado é digno de princesa. O noivo desenhou a peça que foi depois criada pelos joalheiros da corte, Cleave and Company, com um diamante proveniente de Botsuana, país do sul de África, e duas pedras mais pequenas da coleção da Princesa Diana.

"Os pequenos diamantes são da coleção de jóias da minha mãe, para ter certeza de que ela está connosco nesta jornada louca juntos", revelou o Príncipe.

O papel das famílias

Os noivos anunciaram ao longo dos últimos meses a vontade que tinham em incluir a família de cada um na cerimónia e na receção após o casamento.

No final de abril, Harry anunciou que tinha escolhido o irmão William como seu padrinho de casamento – uma quebra no protocolo uma vez que aqueles que estão junto aos noivos nos casamentos reais, por norma, não são escolhidos como padrinhos – e que este tinha aceitado o convite. Além deste papel de William, Harry e Meghan vão ainda prestar tributo à Princesa Diana.

Do lado da noiva, a presença de familiares tem sido mais polémica. Inicialmente tinha sido confirmado que Thomas, pai de Meghan, a iria levar ao altar, porém, foi esta quinta-feira confirmado que o mesmo não estaria presente por questões de saúde.

Além de ter de ser operado ao coração, o pai de Meghan tem estado também envolvido em escândalos por estar, alegadamente, contra a filha.

Na ausência de Thomas, pode ser a mãe, Doria Ragland, a levar a noiva ao altar uma vez que esta mantém uma relação próxima com a filha.

O "conto de fadas" dos noivos

Conheceram-se num "encontro às cegas", em julho de 2016, marcado por um amigo que tinham em comum.

"Encontrámo-nos para beber um copo", contou Meghan numa entrevista após o anúncio do noivado ter sido feito. No final do encontro questionaram o que fariam no dia seguinte. "Nós devíamos combinar outro encontro", revelou a noiva.

Já o príncipe revelou que mal conheceu a atriz soube que ela "era a tal". No segundo encontro, Harry convidou Markle para o acompanhar numa viagem a África dali a três ou quatro semanas. "Consegui persuadi-la a vir comigo a Botsuana e acampámos juntos sob as estrelas", contou o príncipe.

Desde então nunca mais se largaram. Nos primeiros quatro meses de namoro, o casal manteve-se discreto e longe das luzes da ribalta, mas no final de outubro uma fonte contou ao Sunday Express que o príncipe namorava com uma "atriz americana" e que "estava mais feliz do que esteve durante muitos anos". A partir desse momento, o mundo pôs os olhos no mais recente casal e a atenção mediática revirou a vida de Meghan.

A atriz, apesar de habituada às luzes da ribalta, nunca esperou tanta atenção e Harry chegou mesmo a temer pela sua segurança. Com o passar do tempo o casal manteve-se unido e cada vez mais próximo. O "felizes para sempre" chega dia 19 e, apesar das polémicas, nada parece afetar os noivos. 

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