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Correio da Manhã

Famosos
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As paixões proibidas da princesa Diana

Lady Di viveu quinze anos com o príncipe Carlos mas não foi ele o seu grande amor.
Miguel Azevedo 30 de Agosto de 2017 às 01:30
A princesa e Al-Fayed em St. Tropez em 1997
Lady Di e Al-Fayed na primeira fotografia junto
Carlos e Diana terão tido um casamento de fachada
Diana com Barry Mannakee
Bryan Adams teve caso com Diana
John John Kennedy esteve com Diana num hotel em Manhattan
Hasnat Khan conheceu Diana no Hospital Royal Brompton
James Hewitt e a princesa Diana
A princesa e Al-Fayed em St. Tropez em 1997
Lady Di e Al-Fayed na primeira fotografia junto
Carlos e Diana terão tido um casamento de fachada
Diana com Barry Mannakee
Bryan Adams teve caso com Diana
John John Kennedy esteve com Diana num hotel em Manhattan
Hasnat Khan conheceu Diana no Hospital Royal Brompton
James Hewitt e a princesa Diana
A princesa e Al-Fayed em St. Tropez em 1997
Lady Di e Al-Fayed na primeira fotografia junto
Carlos e Diana terão tido um casamento de fachada
Diana com Barry Mannakee
Bryan Adams teve caso com Diana
John John Kennedy esteve com Diana num hotel em Manhattan
Hasnat Khan conheceu Diana no Hospital Royal Brompton
James Hewitt e a princesa Diana
Relações por conveniência, amores impossíveis e paixões proibidas, Diana viveu todas elas. É verdade que a princesa do povo sempre defendeu a família, mas numa das frases que proferiu ao longo da vida e que ficaram famosas, disse: "Faça somente o que o seu coração desejar e se encontrar alguém que ame, agarre-se a esse amor". E foram vários os homens que passaram pela vida de Diana.

Curiosamente terá sido com o príncipe Carlos, com quem esteve casada ao longo de 15 anos, que Diana se terá sentido menos correspondida (conta-se que Carlos se casou contrariado).

A história de amor, que tinha tudo para ser um conto de fadas, não teve final feliz, terminando em divórcio. Diana sofreu em silêncio num casamento por conveniência, no qual mal havia espaço para a intimidade. Num documentário polémico Lady Di chegou a dizer que só tinha sexo uma vez por mês.

Um dos grandes amores de Diana foi o egípcio Dodi Al-Fayed que conheceu em 1986. A relação entre ambos só se concretizaria, no entanto, em 1997. À data Diana era uma mulher carente e terá procurado o amor nos braços do milionário. O romance entre os dois seria tragicamente interrompido no acidente mortal em Paris em 1997. 

O estranho caso do amante que podia ser pai de Harry
Foi com o oficial da cavalaria do exército britânico James Hewitt que Diana de Gales teve um dos seus romances mais duradouros (alguns relatos apontam para quase cinco anos de relacionamento). Hewitt chegou mesmo a ser apontado como o pai biológico de Harry, o filho mais novo de Diana, muito por causa das semelhanças físicas entre os dois, mas o militar já fez questão de negar a paternidade.

"A história vende jornais. E provavelmente é pior é para ele, coitado. Tenho pena que o Harry tenha de passar por tudo isto", disse Hewitt em entrevista ao canal de televisão australiano Channel Seven. E se dúvidas ainda existissem, bastava fazer as contas. É que as datas não batem certo. Harry nasceu a 15 de setembro de 1984, o que significa que foi concebido no Natal de 1983. Ora, Diana só conheceu James Hewitt no verão de 1986.

O caso amoroso teve início quando Lady Di pediu para que o ex-militar lhe desse aulas de equitação.
Recorde-se que em 2005, numa entrevista à BBC, Diana de Gales já havia confirmado que se tinha envolvido amorosamente com James Hewitt, isto numa altura em que corriam rumores de que o seu então marido, o príncipe Carlos de Inglaterra, mantinha uma relação extraconjugal com Camilla Parker-Bowles.
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