Barra Cofina

Correio da Manhã

Insólitos
7

Absolvido depois de alegar que namorada morreu sufocada a fazer sexo oral

Homem de 65 anos quis mostrar o pénis em tribunal.
Pedro Zagacho Gonçalves(pedrogoncalves@cmjornal.pt) 1 de Junho de 2017 às 13:54
Richard Patterson foi absolvido
Richard Henry Patterson diz que a namorada morreu sofucada enquanto lhe fazia sexo oral
Richard Henry Patterson diz que a namorada morreu sofucada enquanto lhe fazia sexo oral
Richard Henry Patterson diz que a namorada morreu sofucada enquanto lhe fazia sexo oral
Richard Patterson foi absolvido
Richard Henry Patterson diz que a namorada morreu sofucada enquanto lhe fazia sexo oral
Richard Henry Patterson diz que a namorada morreu sofucada enquanto lhe fazia sexo oral
Richard Henry Patterson diz que a namorada morreu sofucada enquanto lhe fazia sexo oral
Richard Patterson foi absolvido
Richard Henry Patterson diz que a namorada morreu sofucada enquanto lhe fazia sexo oral
Richard Henry Patterson diz que a namorada morreu sofucada enquanto lhe fazia sexo oral
Richard Henry Patterson diz que a namorada morreu sofucada enquanto lhe fazia sexo oral

Richard Patterson, um homem de 65 anos que estava acusado de matar a namorada, Francisca Marquinez em 2015, deu que falar em todo o mundo depois de alegar em tribunal que a mulher, de 60 anos, tinha sufocado enquanto lhe fazia sexo oral. O norte-americano, natural de Margate, na Flórida, foi absolvido do homicídio.

Os advogados de defesa de Patterson realizaram uma moção ao juiz, em que pediam que o arguido pudesse mostrar o pénis ao júri, para que se pudesse provar que as grandes dimensões do órgão sexual do homem eram a causa da morte da companheira deste.

Juiz nega exibição de pénis como prova

No entanto, o juiz negou o pedido e Patterson não exibiu os genitais como prova. Depois de um médico testemunhas e defender que seria "muito pouco provável" que a mulher tivesse morrido enquanto fazia sexo oral, a defesa do norte-americano passou a sustentar que esta era a forma que o arguido achava que a companheira tinha morrido e que não havia forma de provar a causa da morte.

Com efeito, os médicos legistas que voltaram a examinar o corpo da idosa não conseguiram perceber o que a matou, uma vez que o corpo já estava em avançado estado de decomposição.

O júri que absolveu Richard Patterson deliberou durante cinco horas antes de anunciar a decisão. Caso tivesse sido dado como culpado, Patterson enfrentaria uma pena de prisão perpétua.