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Correio da Manhã

Insólitos
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Adolescente de 18 anos vive como bebé para ultrapassar trauma de violação

Jovem usa fraldas, chupeta e fala como uma criança.
17 de Março de 2018 às 12:34
A jovem usa o método para ultrapassar um trauma sexual
Tori Hart, veste-se de bebé sempre que chega a casa
A jovem usa fraldas, chupeta e e brinca com brinquedos
A jovem dorme num berço
O quarto da jovem de 18 anos é decorado como se fosse para uma criança
A jovem usa o método para ultrapassar um trauma sexual
Tori Hart, veste-se de bebé sempre que chega a casa
A jovem usa fraldas, chupeta e e brinca com brinquedos
A jovem dorme num berço
O quarto da jovem de 18 anos é decorado como se fosse para uma criança
A jovem usa o método para ultrapassar um trauma sexual
Tori Hart, veste-se de bebé sempre que chega a casa
A jovem usa fraldas, chupeta e e brinca com brinquedos
A jovem dorme num berço
O quarto da jovem de 18 anos é decorado como se fosse para uma criança

Tori Hart, de 18 anos, bebe de um biberão, precisa que lhe mudem a fralda e não dorme no berço sem a sua chupeta. A adolescente entrou nesta "fantasia" como forma de ultrapassar os abusos sexuais sofridos na infância e ter a oportunidade de reviver os primeiros anos de vida. A jovem transforma-se em criança sempre que chega a casa, na cidade de Oregon, nos Estados Unidos.

Embora muitos considerem que a atitude de Tori pode fazer parte de uma fantasia sexual, a jovem contou ao jornal Metro que descobriu esta forma de "lidar com a depressão, ansiedade e transtornos alimentares ao mesmo tempo que ajuda a recuperar a infância perdida devido a abusos sexuais".

Tori foi violada desde tenra idade e nunca conseguiu ultrapassar o trauma.

A adolescente tem uma ama que aceita participar na encenação e que faz o papel de mãe. Muda a fralda e castiga a jovem quando o comportamento é menos correto.

De acordo com o seu estado de espírito, Tori pode apresentar o comportamento de uma criança com idade entre um a dez anos, mas prefere a faixa etária dos três.

Tori partilha a sua história numa conta Instagram (@little_tori_baby) que conta com mais de dois mil seguidores.

A mãe da jovem, apesar de não participar na atividade, apoia a "a forma de terapia alternativa" da filha.

"Faz-me sentir forte, mais confiante e feliz", afirmou a jovem que pretende continuar com a experiência por considerar os efeitos bastante eficazes para uma vida mais saudável.

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