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Correio da Manhã

Insólitos
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Da farda para o fato de látex: Polícia leva vida dupla e é dominatrix à noite

Alemã ganha mais de 150 mil euros por ano em festas de sexo. Diz que se inspirou nas prostitutas que conheceu ao serviço das autoridades.
Correio da Manhã 9 de Outubro de 2020 às 18:16
Sarah conciliou carreira como dominatrix e polícia durante sete anos
Sarah conciliou carreira como dominatrix e polícia durante sete anos
Sarah conciliou carreira como dominatrix e polícia durante sete anos
Sarah conciliou carreira como dominatrix e polícia durante sete anos
Sarah conciliou carreira como dominatrix e polícia durante sete anos
Sarah conciliou carreira como dominatrix e polícia durante sete anos
Sarah conciliou carreira como dominatrix e polícia durante sete anos
Sarah conciliou carreira como dominatrix e polícia durante sete anos
Sarah conciliou carreira como dominatrix e polícia durante sete anos

Uma ex-agente da polícia alemã deixou as forças policiais após descobrir uma nova carreira de sucesso: como dominatrix e modelo em festas de sexo. Sarah Keller revela que equilibrou os dois trabalhos ao longo de sete anos, antes de se dedicar por inteiro à atividade fetichista.

Em entrevista ao Daily Statr, a jovem explica que a ideia surgiu por inspiração que recolheu junto das prostitutas, que tinha conhecido durante a atividade como polícia em Duisburgo, na Alemanha.

"Sentia-me em casa na polícia, e era um bom emprego, mas havia qualquer coisa que faltava. Queria fazer as coisas que maior prazer me dão na vida. E na minha vida privada sempre tive uma paixão pelo BDSM. Dá-me muita satisfação ter controlo sobre as pessoas e estar no poder", conta a ex-polícia.

Durante 7 anos Sarah conseguiu conciliar as duas carreiras e fazer uma vida dupla, mas um colega da esquadra acabou por descobrir umas fotos ‘picantes’ de Sarah numa festa de sexo e fê-las circular entre os outros agentes. Foi o ‘empurrão’ que a polícia precisava para se dedicar por inteiro à atividade como dominatrix.

Fez algumas operações plásticas e agora expandiu o negócio, fazendo também trabalhos como modelo e serviços de acompanhante de luxo.

"Vestir látex, usar chicotes e algemas, isso permite-me desligar e desaparecer para um sítio completamente diferente. Para mim, o dinheiro não é o mais importante. Só quero seguir a minha carreira, de forma independente, e com a minha própria motivação. Acho que a maior mudança é mesmo a farda", termina Sarah, com humor.

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