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Correio da Manhã

Insólitos
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Guarda prisional faz buraco nas calças para ter sexo com recluso

Tina Gonzales trabalhava na cadeia de Fresno, na Califórnia.
Correio da Manhã 4 de Julho de 2021 às 18:07

Uma guarda prisional do estado de Fresno, na Califórnia, Estados Unidos da América, foi condenada a dois anos de pena suspensa e 210 dias na prisão por manter relações sexuais com um detido à frente de, pelo menos, onze reclusos. 

Para além de ter feito um buraco nas calças para facilitar o contacto íntimo, Tina Gonzalez, de 26 anos, forneceu álcool, droga, um telemóvel, lâminas de barbear e informações confidenciais acerca do estabelecimento. 

O xerife da esquadra da polícia de Fresno, que acusou formalmente a mulher, afirmou que "cortar um buraco nas calças para tornar mais fácil fazer sexo com um prisioneiro e ter relações sexuais à vista de outros onze prisioneiros é algo que apenas uma mente depravada poderia fazer". 

De acordo com o Daily Star, o xerife confessa ainda que em 26 anos de serviço nunca viu um comportamento tão "vergonhoso" e que a mulher não mostrou arrependimento. 

Já o procurador, Drake, afirmou em tribunal que "ela liga continuamente, tem conversas sexualmente explícitas com o recluso em questão e até se gaba dos crimes que cometeu. Isto mostra que é incapaz de confessar erros e, sem dúvida, continuará no futuro a fazer o mesmo". 

O advogado de Tina, Martin Taleisnik, revelou que a cliente se "tornou vulnerável depois que o casamento acabou, mas nunca foi intenção causar qualquer dano ou perigo aos funcionários na prisão ou a qualquer outra pessoa do estabelecimento". 

O juiz, que condenou veemente a conduta da mulher, afirmou que o que a mulher fez "foi terrível e estúpido".

"Arruinou a carreira e colocou em perigo os colegas oficiais. Acredito ainda que as pessoas se podem redimir. Tem o resto da vida para o provar".
 

Tina trabalhou no estabelecimento prisional entre setembro de 2016 e dezembro de 2019, altura em que pediu demissão. Foi aí que surgiu uma denúncia por parte de outro recluso que alegava que um detido estava na posse de um telemóvel e mantinha relações sexuais com Tina.  

Foram realizadas buscas à cela do preso e o telemóvel foi encontrado, bem como evidências que provavam a relação sexual entre os dois. 

Tina foi detida em maio de 2020 e o tribunal emitiu a sentença na passada quinta-feira. 

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