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Correio da Manhã

Insólitos
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Homem passa 400 horas a ser tatuado e diz que próximo passo é cortar os mamilos

Além das tatuagens, o suíço tem a língua cortada, piercings, as orelhas modificadas.
Correio da Manhã 11 de Setembro de 2020 às 19:08
Yannick Rick
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Yannick Rick
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Yannick Rick
Yannick Rick
Yannick Rick

Yannick Rick, um homem proveniente de Chur, Suíça, passou um total de 400 horas a ser tatuado e gastou mais de 9.700 euros para ficar com tatuagens dos pés à cabeça. 

Durante três dias completos, esteve debaixo da agulha para ficar com as costas completamente tatuadas de preto e com a palavra "mau" desenhada. A inspiração foi um outro homem que tinha tatuagens no corpo inteiro, mas Yannick quer mais que isso. 

Além das tatuagens, o suíço tem a língua cortada, piercings, as orelhas modificadas e afirma que o próximo passo é cortar os mamilos. 

O início do processo
O primeiro passo foi tatuar um único braço em 2016. O fascínio pelo processo e pela dor envolvida foi tal que rapidamente Yannick tatuou o braço totalmente de preto.

Em três sessões, o homem tinha o braço completamente preto. 

De seguida, Yannick foi a um estúdio especializado neste tipo de tatuagens de "preto total". Passou mais três dias sob a agulha. Desde então, foram 400 horas a ser tatuado. 

Trabalha num lar
A extensão das tatuagens de Yannick poderiam comprometer a sua profissão, no entanto, o homem afirma que nunca teve problemas no lar de idosos onde trabalha. 

Diz que o que acontece é receber muitas perguntas dos idosos como pedirem para que vá lavar as mãos sujas ou perguntam sobre se as suas tatuagens saem durante o banho.

Os comentários e a opinião da família
Yannick diz que a família ficou surpreendida com a transformação radical, mas sabiam que essa era a sua paixão e, por isso, atualmente é algo "normal""

"Muitas pessoas ficam fascinadas com o que eu faço e querem saber o significado por trás disso", admite. Nas redes sociais nem sempre recebe os comentários positivos.

"Algumas pessoas acham que é chocante ou feio, pois perguntam se estou mentalmente doente". 

Yannick Rick Chur Suíça questões sociais