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Correio da Manhã

Insólitos
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Jovem autista faz sexo com vários homens com permissão

Autoridades permitiram que a mulher, com comportamentos sexuais de risco, pudesse estar sozinha.
18 de Outubro de 2018 às 09:43
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É um caso que está a chocar o Reino Unido: uma mulher de 23 anos, cuja condição psicológica estava avaliada como propensa a ter comportamentos sexuais de risco, recebeu permissão por parte do conselho da cidade de Manchester a "não ter de ser vigiada pelos seus 'cuidadores a tempo inteiro", o que a permitiu ter encontros com estranhos, com alguns dos quais se envolveu sexualmente. De acordo com um relatório dos serviços judiciais de Manchester, esta decisão foi tomada de modo a que a jovem pudesse "aprender com os seus erros".

Durante os dois meses que esta situação durou, vários homens visitaram a jovem no lar onde esta estava instalada durante o dia para fins sexuais, sem que os funcionários pudessem intervir ou impedir. O caso só teve um término quando um psiquiatra intercedeu junto do juiz, alegando que continuar a expor a mulher a estas situações de alto risco poderia levar a que esta fosse abusada sexualmente, violentada ou até quem sabe assassinada.

Os documentos foram divulgados pelo jornal The Times. A família da paciente acusou as autoridades de terem permitido uma "experiência" que resultou na "prostituição de uma mulher altamente vulnerável". A jovem, que não pode ser identificada por motivos legais, estava sob o cuidado dos serviços sociais desde que completou 18 anos de idade em 2013.

Foi nessa altura que o conselho da cidade de Manchester contratou uma empresa cuidadora, a Engage Support, para lhe dar apoio durante 24 horas por dia. No entanto, cerca de um ano depois, os funcionário alegavam que a mulher tentava várias vezes "de forma arriscada" fazer sexo com estranhos e ameaçaram rescindir o contrato caso não fosse dada mais liberdade à mulher.

Com o aval do juiz, a empresa foi autorizada a deixar a mulher sozinha durante seis horas do dia, permitindo que esta fizesse sexo descontroladamente com desconhecidos que a visitavam, e até com idosos que estavam instalados na mesma casa de acolhimento.

Em agosto deste ano, a empresa acabou por suspender as visitas. A jovem está agora entregue a outro provedor de cuidados e o caso seguiu para o Supremo Tribunal.
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