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Correio da Manhã

Insólitos
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Mulher "morde" pénis do parceiro com a vagina

Theresa diz que era como se a sua vagina tivesse "dentes".
21 de Março de 2017 às 17:41
Theresa Bartram, de 50 anos, colocou uma malha cirúrgica
Theresa Bartram, de 50 anos, colocou uma malha cirúrgica
Malha cirúrgica
Theresa Bartram, de 50 anos, colocou uma malha cirúrgica
Theresa Bartram, de 50 anos, colocou uma malha cirúrgica
Theresa Bartram, de 50 anos, colocou uma malha cirúrgica
Malha cirúrgica
Theresa Bartram, de 50 anos, colocou uma malha cirúrgica
Theresa Bartram, de 50 anos, colocou uma malha cirúrgica
Theresa Bartram, de 50 anos, colocou uma malha cirúrgica
Malha cirúrgica
Theresa Bartram, de 50 anos, colocou uma malha cirúrgica

Theresa Bartram, uma cidadã inglesa de 50 anos, fez uma vaginoplastia que ia custando o pénis ao seu parceiro.

É que a mulher, natural de Brighton, sofria de incontinência após dar à luz, o que a levou a não ter sexo durante sete anos devido aos pingos constantes que escorriam da vagina e que lhe baixaram a auto-estima, até que decidiu fazer uma operação para colocar uma malha cirúrgica para impedir o corrimento.

O sexo melhorou, segundo a mesma, mas dois anos depois da cirurgia, Theresa quase cortou o pénis do seu parceiro durante o ato sexual. Ao que parece, a malha ficou envolta em cartilagem e alojou-se na pélvis.

"Era como se tivessem crescido dentes. O pénis dele jorrava sangue e havia uma mancha enorme nos lençóis", contou ao The Sun.

Cada vez que a mulher ia ao médico, ele dizia-lhe que estava tudo bem mas Theresa e o seu parceiro tiveram medo de voltar a ter relações sexuais, até que acabaram por se separar.

Certo dia acordou com o estômago inchado, dores de barriga, diarreia e vómitos. Foi-lhe diagnosticado o Síndrome do Intestino Irritável. Durante os anos seguintes consultou 25 médicos diferentes e ainda lhe retiraram a vesícula mas Theresa continuava a achar que o problema era da malha que tinha colocado há uns anos.

Só em 2015 a mulher foi propriamente examinada, depois da sua vagina começar a deitar pus verde e a cheirar mal.

O médico disse-lhe que ela teria que remover urgentemente a malha, uma vez que esta teria desgastado a parte posterior da parede vaginal, o que criou um abcesso que acabou por infetar.

Em novembro de 2015 a malha cirúrgica foi removida numa operação complicada. A remoção deixou-a completamente incontinente e a sua vagina ficou entorpecida.

Aos 50 anos, Theresa receia ficar sozinha para sempre. "Disseram-me que esta operação iria curar a minha incontinência para sempre e dar-me-ia mais confiança no ato sexual mas arruinou a minha vida. Tenho que usar sempre um forro e dormir com lençóis para incontinentes", lamentou.     

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