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Correio da Manhã

Insólitos
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Vive 26 anos enjaulada pela mãe e obrigada a alimentar-se de comida de gato

Mulher não tomava banho desde 2006.
Correio da Manhã 25 de Junho de 2020 às 19:08
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa
Nadezhda Bushueva viveu 26 anos enjaulada pela mãe em casa

Uma mulher de 42 anos foi encontrada a viver em condições desumanas numa barraca, sendo que era obrigada pela própria mãe a passar dias a fio fechada numa espécie de jaula. Durante o tempo de horror que viveu, durante 26 anos,  a mulher foi obrigada a alimentar-se de comida de gato. O caso ocorreu em Arefinsky, na Rússia.

Nadezhda Bushueva contou às autoridades que a mãe começou a proibi-la de sair de casa quando esta fez 16 anos. "Dizia que era para me proteger do mal que havia lá fora", contou a mulher.

Nadezhda vivia com a mãe, Tatyana, num barracão sem água nem luz e com vários gatos a partilhar o mesmo espaço apertado.

A russa explica que acabou por se habituar a viver em reclusão e deixou de tentar fugir. Segundo as autoridades, depois de forçar a filha a ficar fechar em casa, Tatyana reformou-se e recusou sempre os contactos da Segurança Social. Foi agora que a idosa adoeceu e deixou a filha sair para procurar ajuda.

"Era horrível. Vivíamos com gatos e ratos. Quando os gatos morriam, os cadáveres ficavam ali a apodrecer. A última vez que tomei banho foi em 2006. A minha vida era pior que a vida dos gatos. Os gatos ao menos tinham direito à liberdade. Eu já nem sequer existo, sou como um zombie", lamentou Nadezhda.

Tatyana Nadezhda Bushueva interesse humano animais questões sociais delinquência juvenil
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