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Direito de Resposta de Hélder Ribeiro

A propósito da notícia “Cabecilha de gang de Valbom tenta fugir a detenção e ataca inspetores ” publicada a 26 de março.
1 de Abril de 2021 às 12:34
No passado dia 26.02.2021 foi publicada na página 18, das edições on-line e em papel do Correio da Manhã, uma notícia relativa ao M/Constituinte Hélder Ribeiro, com o título "Cabecilha de gang de Valbom tenta fugir a detenção e ataca inspetores". A aludida peça jornalística está eivada de falsidades e narra factos falsos que não encontram suporte nos elementos que constam do processo.

Os factos falsos que constam da notícia atentam contra a honra do M/ Constituinte e assumem especial censurabilidade, porquanto o jornalista que assina a notícia — Nélson Rodrigues —solicitou ao tribunal o acesso aos autos, tendo sido a sua pretensão deferida, o que determinou que o jornalista em questão teve acesso integral ao conteúdo do processo, circunstância que afasta a hipótese dos factos constantes da notícia terem sido fornecidos por uma fonte estranha, informal ou confidencial.

É falso e desprovido de qualquer suporte factual e processual que o Hélder Ribeiro estivesse a ser vigiado por suspeitas de assaltos a distribuidores de tabaco, sendo também falso tenha sido intercetado por ser suspeito de assaltos armados.

De igual modo é falso que algum inspetor da polícia judiciária tivesse tido necessidade de receber tratamento hospitalar, e muito menos ser hospitalizado, na sequência da alegada tentativa de atropelamento de que foram vítimas.

Por último, é mirabolante e totalmente falso o vertido na notícia quando se imputa que o Hélder Ribeiro circulava numa carrinha onde foi apreendida uma quantidade avultada de maços de cigarros.

Na verdade, o Hélder Ribeiro foi detido enquanto se encontrava numa lavagem de automóveis em Santo Tirso, tendo se deslocado até aquele local numa viatura da marca BMW, série 5, não lhe tendo sido apreendidos maços de tabaco ou bens de outra natureza que não os telemóveis que transportava consigo naquele momento.

Pela presente coloco-me ao inteiro dispor de V. Exa. para dialogar sobre o assunto em crise, designadamente esclarecer dúvidas atinentes com o processo judicial em curso.

Frederico Miguel Alves
Advogado

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