A seita sexual que marcava mulheres a sangue frio

Atriz alemã da série ‘Smallville’ recrutava escravas para culto que começou em 1998.
Por Marta Martins Silva|14.04.19
A seita sexual que marcava mulheres a sangue frio
Foto Getty Images
O que têm em comum uma atriz de Hollywood, a neta de uma princesa da Jugoslávia, a herdeira de um dos maiores impérios de bebidas do mundo e o filho de um ex-presidente do México? A pergunta em causa poderia figurar num quiz de um concurso televisivo, e a resposta certa, embora inesperada, é que todos fizeram parte de uma (mesma) seita que usava mulheres como escravas sexuais e as marcava como gado.

A NXIVM (pronuncia-se nexium) teve o seu início em 1998, no estado norte-americano de Nova Iorque, como um grupo de autoajuda comandado por Keith Raniere, de 57 anos, e apresentava-se como uma "comunidade guiada por princípios humanitários" que procurava "responder a importantes questões sobre o sentido de ser humano".

Os participantes pagavam milhares de dólares para aderir e adquirir um manual que combinava a filosofia da escritora Ayn Rand com psicologia. Uma vez dentro do culto, e depois de assinarem um contrato de confidencialidade, os membros eram convencidos pela cúpula dirigente a investir mais dinheiro em aulas adicionais.

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