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Correio da Manhã

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Computadores & televisões

Sem reciclagem podem ser um problema de saúde pública.
27 de Outubro de 2013 às 15:00
Falar Global, reciclagem, televisões, computadores, electrão
Falar Global, reciclagem, televisões, computadores, electrão FOTO: Nuno André Ferreira

É num amontoado de lixo que acabam os equipamentos eletrónicos que já não usamos. E é a partir daqui que começa o desmantelamento de televisões, computadores ou telemóveis. Cada aparelho segue o seu caminho: os monitores dos computadores mais antigos e das velhas televisões têm um tratamento especial. É preciso separar o vidro da frente – que é limpo e pode originar novo vidro – do tubo do cinescópio contaminado por chumbo e fósforo, que segue para um aterro de materiais perigosos. Tudo o resto é reaproveitado. Desde o desligamento do sinal analógico em março de 2012, são os velhos monos que mais chegam à Recielectric, uma das empresas que reciclam este tipo de material, considerado perigoso. Mesmo assim, há um decréscimo no volume deste tipo de resíduos, por culpa da crise. Note-se que ecrãs mais recentes de TV para reciclagem, como os LCD, requerem ainda tecnologia ambientalmente mais correta. Já as torres dos computadores têm uma separação detalhada e tudo é reciclado. Além do plástico e do ferro, há diferentes materiais que poderão dar origem a componentes informáticos. Mas para que estes equipamentos ganhem nova vida é preciso pô-los no Ponto Electrão ou nos Depositrões.

 

 

Cidadania Digital - Cidadãos e poder unidos pelo on-line

Cidadania 2.0 dá visibilidade a projetos e cria sinergias

Conhece bem o sítio onde vive? Gostaria de melhorar a sua rua, a sua cidade? Há ferramentas on-line que envolvem os cidadãos no diálogo com empresas e governo. Para o poder político existem espaços para informar e comunicar com os cidadãos. Para agilizar esta partilha, todos os projetos de cidadania em português têm um espaço, o Cidadania 2.0, para dar visibilidade aos projetos e criar sinergias.

 

 

Sociedade Bit

Da realidade para a ficção…

Reginaldo Rodrigues de Almeida
Professor universitário e apresentador CMTV do programa ‘Falar Global’

Uma das características da ficção científica é o apoio da tecnologia para nos proporcionar viagens para outras dimensões. Em 1968, Stanley Kubrick fez ‘2001, Odisseia no Espaço’. O primeiro ano do século XXI estava longínquo, assim como as previsões maias para o fim do mundo em 2012. A nossa escolha passa antes por ‘Blade Runner’, num 2019 quase a chegar, ou ‘Solaris’, num tempo indeterminado, só para mencionar os clássicos. Eric Arthur Blair, em 1949, escreveu um livro cuja ação decorria 35 anos depois e que se tornaria num fenómeno de vendas, ‘1984’, e assinou com o pseudónimo George Orwell.  Este livro, adaptado ao cinema no ano em que se passa a ação, trouxe-nos uma figura que nunca desapareceu: o Big Brother, onde, de todas as facetas, a menos preocupante é o programa de TV a que empresta o nome… Será caso para perguntarmos se o futuro está entre nós?

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