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Correio da Manhã

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Jogos multimilionários

‘Destiny’ custou 400 milhões mas valor já foi recuperado.
E.P.,J.F.,M.M.,M.R.S. e S.C. 2 de Novembro de 2014 às 14:18
Os jogos para consolas parecem hoje verdadeiras produções de Hollywood.
Os jogos para consolas parecem hoje verdadeiras produções de Hollywood. FOTO: d.r

Os jogos para consolas são hoje verdadeiras produções de Hollywood. ‘Destiny’ chegou ao mercado há dois meses. A nova aposta para as últimas gerações da PlayStation e Xbox custou 500 milhões de dólares, cerca de 400 milhões de euros, valor que a produtora Bungie e a editora Activision recuperaram logo nos primeiros dias em que ‘Destiny ‘chegou às lojas.

Em ‘Destiny’, o jogador é o guardião da última cidade segura na Terra. O lançamento criou uma expectativa tão grande que se tornou no jogo com mais pré-encomendas de sempre nos EUA. Conta com a participação de Paul McCartney na composição da banda sonora, que trabalhou a custo zero.

De Portugal para o Mundo, a Ydreams desenvolve jogos para várias multinacionais como a Nike ou a Disney através de uma parceria com a empresa norte-americana Audience Entertainment. António Câmara, presidente da Ydreams, revela que, entre os profissionais envolvidos na criação de um jogo, estão "pessoas para contar a história, para o vídeo, animação, design e gestores de projeto. Em Portugal, ainda é um negócio arriscado, mas é uma área de futuro".

SOCIEDADE BIT

Tal e qual a 7ª Arte!*

Para todos os gostos e até para todos os feitios; dos mais agressivos aos mais zen e contemplativos, os jogos digitais multiplataforma invadem uma imensidão de vazios do nosso quotidiano, não só dos adolescentes mas também dos mais velhos.

Aproxima-se o Natal a passos largos e os expositores das lojas anunciam-no de forma ímpar, emprestando a cada utilizador o estatuto do herói (mas também do vilão). Diariamente lá por casa, os jogos ocupam horas de lazer mas também de estudo e até de sono, na cumplicidade do quarto ou do escritório.

Independentemente da natureza do que se joga, os milhões de euros investidos por equipas multidisciplinares criam sensações que muitas vezes vão além do real na adrenalina sentida.

A polémica interrogação resulta da incerteza do vício de uns, em oposição ao desenvolvimento cognitivo de outros, cabendo a cada um de nós perguntar-se se o digital é ou não o espelho do que se consegue ser no mundo real, onde a inteligência emocional deve imperar e o bom senso é a principal das práticas.

*Reginaldo Rodrigues de Almeida. Professor universitário e apresentador CMTV do programa Falar Global

GLOBAL NET

Twitter ensina sem-abrigo

No próximo verão, o Twitter vai abrir um centro de aprendizagem em São Francisco, EUA, para ensinar programação informática aos sem-abrigo e às pessoas mais pobres da região. Para que a ideia se concretize, o Twitter estabeleceu uma parceria com uma instituição sem fins lucrativos.

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