O inferno português em África

A 23 de janeiro de 1963, o PAIGC iniciou a luta armada. Até 1974, mais de três mil portugueses morreram na guerra da Guiné
20.01.13
O inferno português em África
Foto Arquivo Correio da Manhã

Ainda hoje, a primeira imagem que me surge, dia após dia, quando abro os olhos é a do meu marido esquartejado na guerra da Guiné." Graça, agora com 76 anos, sempre soube que pelo marido "ia até ao inferno", por isso resolveu acompanhá-lo. Pelo major Passos Ramos deixou o Porto para se instalar em Bissau. Com a morte dele começou a sua própria guerra, viúva e com três filhos.

"Os miúdos já tinham ido para a escola quando parou um carro à frente da minha casa e de lá saiu a senhora do Spínola. Eram oito da manhã. Disse-me secamente: ‘Houve um acidente’. Eu perguntei: ‘Estão feridos?’. E ela respondeu: ‘Não, morreram todos’. Se me tivessem mandado chumbo à cabeça, não tinha ficado tão gelada como fiquei naquele momento. Veio um médico com o soldado enfermeiro para me darem injeções de Valium, mas eu adormecia e logo acordava, nem aquilo fazia efeito."

Aos filhos, duas raparigas e um rapaz, disse que o pai tinha morrido "de um ataque de paludismo". Teve o sangue-frio para esperar que as crianças terminassem o ano letivo e só três meses depois da morte do homem da casa regressaram a Portugal, com direito "a uma pensão de 421 escudos [dois euros] e outra de dois contos [dez euros]".

Hoje, com 53, 52 e 50 anos, Ana Paula, Maria do Pilar e Filipe conhecem a verdade. "Acabaram por descobrir retratos do meu marido morto, imagens horríveis, que eu tinha escondido, mas sempre souberam que a morte do pai me obrigava a fazer sacrifícios. Para dar um chocolatinho ao meu filho nem almoçava, apesar de ser a viúva de um herói da pátria. O Filipe ainda hoje acha que tudo o de bom que lhe acontece é porque o pai lhe ‘deita’ a mão lá em cima. De certa maneira, até eu acho que o meu marido tem sido uma luzinha que me ilumina."

O INÍCIO

Anos depois da guerra, José Pinto Ferreira ainda acorda em pânico. Salta da cama aos gritos e percorre o quarto às escuras à procura da G3. Tem pesadelos. Nunca mais deixou de reviver aquela noite de 23 de janeiro de 1963. Ferreira, aos 21 anos, era o telegrafista do batalhão de Caçadores 237. Fazia parte da companhia de Comando e Serviços que, tal como o pelotão de Morteiros 19, estava colocado no quartel de Tite, na margem sul do rio Geba, o mesmo que banha Bissau.

A vida seguia tranquila para os militares chegados à Guiné em 1961, ainda a ideia de guerra era um cenário em que poucos acreditavam. Tudo muda pouco antes da meia-noite de 23 de janeiro. "Acordei com o barulho dos tiros. Fiquei a saber que as balas assobiam quando passam perto dos nossos ouvidos, à semelhança do som de uma vara de vime quando a agitamos como se fosse um chicote. Ninguém estava à espera daquilo. Foi o pânico geral. Uns corriam à procura da arma, outros atiravam-se para o chão", recorda José Pinto Ferreira, de 74 anos.


Naquela noite, quem estava de vigia à porta do quartel – se é que se pode chamar porta ao obstáculo de arame farpado com que se pretendia deter visitantes indesejados – era o soldado Gabriel Moura, do pelotão de Morteiros 19. Passa à história por ter sido o primeiro militar português a abrir fogo contra os guerrilheiros do PAIGC – combate que resultou na primeira morte de um militar luso na Guiné: Veríssimo Godinho Ramos.

Veríssimo tinha sido mobilizado para a Guiné em 1961, depois de 28 meses passados na tropa, como condutor de carros de combate, em Santa Margarida. Ainda assim, veio passar o Natal de 1962 (numas férias de um mês) a Vale de Cavalos, na companhia dos pais, agricultores, e do irmão José Carlos, na altura com 14 anos. "Ele pouco parava em casa", recorda o irmão. "Uma vez, foi fazer uma excursão de bicicleta lá para o Norte e só voltou seis dias depois."

Mesmo na Guiné, Veríssimo escrevia à namorada, Ema, e era ela que dava conta aos pais de onde parava o filho. Até que um dia as notícias chegaram num telegrama – com urgência. Uma funcionária dos Correios foi dar a notícia aos pais: o filho morreu. Veríssimo "estava a fazer guarda ao paiol, ouviu tiros, foi à janela e mataram-no". Os pais ficaram arrasados. "Quando cheguei, estava a casa cheia de gente e os meus pais a gritarem e a chorar", recorda José Luís. O corpo do irmão demorou quatro meses a regressar a casa.

Depois de Angola ter mergulhado na guerra, em março de 1961, a Guiné abre em 1963 uma segunda frente de combate que duraria até 1974. A guerra há de rebentar também em Moçambique – em 1964. Nas três colónias perderam a vida para cima de 10 mil militares portugueses (o Centro de Estudos das Campanhas de África, do Arquivo Geral do Exército, ainda não apurou os números exatos sobre Moçambique) e ficaram feridos cerca de um milhão. Na Guiné, do tamanho do Alentejo, e onde a guerra foi mais dura, contam-se 3046 mortos (lista no final desta peça).

O PAIGC iniciou desde a primeira hora uma guerra de guerrilha bem organizada, que contava com o apoio da União Soviética e da China – que forneciam armas e formação militar. O líder da guerrilha, Amílcar Cabral, engenheiro agrónomo formado em Lisboa, propôs ao regime chefiado com mão de ferro por Salazar, antes de se lançar na luta armada, negociações para a independência da colónia – mas o ditador manteve-se firme no propósito de defender pelas armas o que restava do império.

DIAS FELIZES

Mário Dias chegou à Guiné-Bissau com 15 anos, corria o ano de 1952. Viveu em África uma juventude feliz. "Havia respeito entre todos, nada fazia prever que haveria de estalar uma guerra tão violenta" – recorda. Percorria Bissau com os amigos e lembra-se de fazer piqueniques na Granja, onde funcionavam os serviços de agricultura, nos arredores da capital da colónia. "Conheci o Amílcar Cabral, que era dirigente dos serviços. Era um homem muito simpático." Em 1959, Mário Dias inicia o serviço militar. Estava a fazer a recruta quando ocorre a greve no porto do Pidjiguiti, em Bissau, que viria a servir de pretexto moral para a formação do PAIGC e a opção pela luta armada.


"O que aconteceu no Pidjiguiti foi uma revolta dos trabalhadores da Casa Gouveia – uma das maiores empresas comerciais da província –, que reclamaram o pagamento dos aumentos salariais que tinham sido acordados. A polícia reagiu a tiro quando tentaram tomar de assalto a sede da empresa. Estive lá nesse dia, morreram cerca de 16 trabalhadores. O protesto não teve nada de ideológico, como diz a propaganda do PAIGC" – revela Mário Dias.

O caso assustou a população europeia, mas não o suficiente para se suspeitar de uma revolta. Quando completou o serviço militar, em que conheceu muitos guineenses que depois combateram pelos guerrilheiros, Mário Dias voltou à vida civil. Chegaram mais tropas ao território, mas só em 1961 ocorre o primeiro incidente militar. Uma companhia colocada no quartel de São Domingos é atacada a tiro por ativistas da FLIG (Frente de Libertação da Guiné – que era apoiada pelo Senegal), mas tratou-se de um ato isolado. Só em 1963, com a ação do PAIGC, em Tite, começa a luta armada contra as tropas coloniais.

José Pinto Ferreira lembra a falta de preparação das tropas portuguesas: "Andávamos em tronco nu e de calções, ninguém se preocupava em construir defesas. O quartel de Tite era delimitado por uma simples rede de arame farpado. Se o inimigo fosse mais experiente, tinha tomado o quartel sem dificuldade naquele primeiro ataque."

Pouco depois do início da guerra, Mário Dias voluntaria-se e regressa ao exército. "Eu conhecia a Guiné, sabia falar os dialetos locais e percebia que os oficiais não faziam ideia do que se passava. Estive nos serviços de informações, mas fui muito maltratado. Por não ser oficial, era furriel miliciano, ninguém acreditava no que eu dizia. Quando surgiu o recrutamento para os ‘comandos’, ofereci-me. Voltei para combater em 1963."

PILOTO APRISIONADO

O piloto da Força Aérea Miguel Pessoa (ao centro, vestido de azul)  

Os combates alastram rapidamente ao sul e ao norte da Guiné. Com o apoio do regime de Sékou Touré, os guerrilheiros usavam bases na Guiné-Conacri, a sul, e contavam também com o apoio de Léopold Senghor para estabelecerem novos santuários a norte da fronteira, no Senegal. As forças portuguesas, pouco à vontade nos terrenos pantanosos e matas densas, tinham dificuldades em combater um inimigo que se especializou em emboscadas e ataques de curta duração. O apoio da Força Aérea era indispensável para o sucesso das operações.

Em 22 de maio de 1963, um acidente entre dois aviões T6, que chocam em pleno voo no sul do território, resulta na morte de um dos pilotos. Eduardo Ricou Casals despenha-se e não sobrevive. O outro piloto envolvido, António Lobato, consegue aterrar na ilha de Como, mas cai nas mãos dos guerrilheiros. Começa aí o mais longo cativeiro de um militar português na guerra colonial. Lobato é levado para Conacri e só seria libertado em 1970, durante a ‘operação Mar Verde’.


Emboscada junto ao rio Cachéu mata um fuzileiro 

Desde o início da guerra, a zona sul revela-se a mais difícil para as tropas portuguesas – um verdadeiro inferno. As matas densas da região abrigam os guerrilheiros, que estabelecem uma linha de abastecimentos a partir de Conacri, um corredor que passava perto de Guileje, conforme o lado em combate: os portugueses chamavam-lhe ‘corredor da morte’, para a guerrilha era ‘corredor da liberdade’.

Na Guiné, a falta de estradas faz dos muitos rios e braços de mar o meio principal de fazer deslocar tropas e mantimentos. Na ponta ocidental do Cantanhez, a sul, as ilhas de Caiar, Como e Catungo estão tomadas pelo inimigo, que se atreve a proclamar a República Independente do Como. A presença do PAIGC ameaça a rota dos navios portugueses para sul, essencial às tropas aí colocadas. É então posta em marcha a ‘operação Tridente’. Objetivo: desalojar a guerrilha daquelas três ilhas.

A operação, lançada a 15 de janeiro de 1964, mobiliza várias companhias de cavalaria, fuzileiros, paraquedistas e comandos, num total de 1100 homens, sob o comando do tenente-coronel Fernando Cavaleiro.

No campo oposto estavam cerca de 400 guerrilheiros sob o comando de Nino Vieira. Os 71 dias de combate fazem desta a mais longa de todas as operações da guerra colonial.

O então primeiro-tenente Alpoim Calvão, recém-chegado à Guiné, comanda o destacamento de Fuzileiros Especiais 8, que toma de assalto a ilha de Como. Recorda dias de combates terríveis: "A ‘operação Tridente’ foi a nossa grande escola de guerrilha. Foi ali que aprendemos a combater o inimigo em terrenos tão adversos. Lembro-me de que travámos combates a três ou quatro metros do inimigo, era quase uma luta corpo a corpo."

Morrem na operação nove militares portugueses. Os guerrilheiros dispersam, mas não por muito tempo. Mário Dias, furriel dos comandos, participa nos combates: "Os aviões bombardeavam à noite as posições do inimigo. No dia seguinte, quando íamos fazer o reconhecimento, percebíamos que as bombas rebentavam na copa das árvores. O mato era tão denso que não chegavam ao chão e não faziam efeito."


A operação permite desimpedir as vias marítimas no sul. É deixada uma companhia na ilha, que sofre diversas flagelações nas semanas seguintes. A operação é considerada um êxito, mas será uma das últimas no tempo do governador-geral Vasco Rodrigues, que tinha como comandante militar Louro de Sousa. As desavenças entre os dois eram notórias. São substituídos pelo brigadeiro Arnaldo Schultz, nomeado para os cargos de governador e comandante-chefe.

A ação da guerrilha intensifica-se e alastra praticamente a todo o território. Sob o comando de Schultz, chefe militar incapaz de conduzir uma guerra de contraguerrilha, as tropas portuguesas esforçam-se por manter as posições: limita-se, sem mais iniciativa, a reagir às ações do inimigo. A moral das tropas é cada vez mais baixa e só as tropas especiais de comandos, paraquedistas ou fuzileiros têm ‘liberdade’ para realizar operações.

"Arnaldo Schultz era um bom tipo, mas não estava preparado para aquele tipo de guerra. Faltava-lhe iniciativa", conta o comando Mário Dias. O fuzileiro Alpoim Calvão recorda o que falhava na estratégia militar: "Schultz era muito inteligente, mas levava as coisas com muita calma. Eu fazia operações no sul, em que entrava na Guiné-Conacri, e ele chegou a suspender-me os movimentos para não criar problemas. Só pude realizar esse tipo de operações anos depois, com o general Spínola, que me deixava fazer tudo."

Ainda assim, algumas operações produzem os seus efeitos. Em 1965, a ‘operação Irã’ leva as tropas portuguesas a combater na zona do Morés, a norte de Bissau, um santuário da guerrilha. A operação é um êxito relativo: uma tonelada de material de guerra é capturada, mas a guerrilha continua a dominar a região. Nesse ano, o PAIGC começa a receber o apoio de militares cubanos, que lutam ao lado dos guerrilheiros. Um deles, o capitão Pedro Peralta, será feito prisioneiro pelos portugueses, em 1969, na zona de Guileje, na ‘operação Jove’.

Spínola, major João Marcelino e tenente-coronel Alves Morgado 

A MORTE DO CAPITÃO

Em abril de 1966, os paraquedistas aquartelados no Mejo sofrem um duro revés. A ‘operação Grifo’, comandada pelo alferes Ferreira da Silva, visa atacar os guerrilheiros que entram na Guiné, através do corredor de Guileje, vindos da vizinha Guiné-Conacri com armas e munições. O pelotão de ‘páras’, onde segue integrado o capitão Tinoco de Faria, sai do quartel do Mejo e faz a pé o percurso para sul, a caminho dos trilhos do inimigo – onde, na madrugada do dia 28, montam emboscada à coluna do PAIGC que por ali surja.

Após horas de espera, por volta das 10h00, detetam os guerrilheiros. Os paraquedistas esperam pela aproximação da coluna para abrirem fogo. O grupo da frente, composto por uma dezena de guerrilheiros, é alvo de fogo cerrado. O capitão Tinoco de Faria é alvejado sem gravidade – e faz o que mandam os manuais: muda de posição e continua a disparar. Volta a ser alvejado, desta vez com gravidade. O resto da coluna do PAIGC ataca com ferocidade.


Os militares portugueses resistem durante 45 minutos debaixo de fogo cerrado. Até que os guerrilheiros retrocedem um pouco – momento que permite aos ‘páras’ retirarem. Mas é demasiado tarde para o capitão Tinoco de Faria. Por volta do meio-dia, morre no terreno. É levado pelos camaradas, sempre flagelados por tenaz perseguição dos guerrilheiros, que só pelas cinco da tarde chegam em segurança ao quartel do Mejo.

O MITO DO CANTANHEZ

No início de 1968, o brigadeiro Arnaldo Schultz surpreende os militares com o anúncio de uma série de ataques no Cantanhez, península do sul, onde a guerrilha se instalara desde o início da guerra. As operações ‘Vendaval’ e ‘Ciclone I’ fazem baixas importantes no inimigo, permitem a captura de armas – e fazem um prisioneiro que se revela providencial: dá conta, durante o interrogatório, de um importante acampamento a norte do Cantanhez.

O combatente do PAIGC diz que a base da guerrilha está em Cafine e não em Cafal, como se supunha. Os paraquedistas, comandados pelo tenente-coronel Costa Campos, dividem-se em duas forças. Nuno Mira Vaz comanda a companhia 121, que faz o ataque a Cafine. "O sucesso da operação deve muito ao oficial de operações, major Ângelo de Silva e Sousa, que interrogou o prisioneiro e convenceu o comandante de que as forças inimigas estavam em Cafine", recorda Mira Vaz.

As lanchas da Armada sobem o rio Cumbijã para servirem de engodo ao inimigo, que as ataca como estava previsto. Mas os guerrilheiros não suspeitam do que se seguiria: dois aviões Fiat G91 bombardeiam a região de Cafal, que seria tomada de assalto pela companhia 122. Os helicópteros deixam a companhia 121, de Mira Vaz, nas imediações de Cafine, onde se descobrem as fortificações do inimigo, tal como o prisioneiro tinha revelado.

"O inimigo sofre cerca de 40 mortos e fizemos 19 prisioneiros. Apanhámos 50 toneladas de armamento", recorda Mira Vaz. Ainda hoje, não compreende a estratégia então seguida na Guiné: "O Cantanhez era um mito, era uma região onde não podíamos entrar. Estas operações mostraram que podíamos combater e ter vitórias importantes, mas depois o Cantanhez foi abandonado, para ser mais tarde atacado de novo. Nunca percebi esta inconstância."

No início de 1968, Salazar descobre horrorizado que Portugal está à beira da derrota militar na Guiné. Chama à residência oficial de São Bento o brigadeiro António de Spínola, segundo-comandante da GNR, que se voluntariara para Angola, em 1961, ainda tenente-coronel, à frente do batalhão de Cavalaria 345. Spínola diz ao ditador que o problema ultramarino só pode ter uma solução política e que os militares só poderiam ajudar a ganhar tempo. Quando Spínola se cala, diz com impaciência: "É urgente que vá para Bissau."


 

Canhão de 20 milímetros montado num helicóptero

O brigadeiro chega à Guiné em maio de 1968, na dupla missão de governador e comandante-chefe: muda a política e altera a estratégia. Cria o slogan ‘Por uma Guiné Melhor’, empenha-se na conquista das populações para o lado português, realiza os congressos do povo. Alpoim Calvão, que viria a chefiar as operações especiais na Guiné, aponta as mudanças: "Spínola tornou-se mais agressivo. Intensificou as operações, mas também o apoio às populações. Fartei-me de fazer casas que eram entregues aos nativos. As populações gostavam mesmo do Spínola. Ele aparecia de helicóptero fosse onde fosse. Tinha um certo carisma, aparecia com o monóculo, luvas, camuflado. Fazia figura."

O dispositivo militar é alterado. São criadas zonas de intervenção que passam a estar sob a tutela do comando-chefe, onde são lançadas ações violentas de tropas especiais contra as unidades mais combativas do PAIGC. A guerra começa a pender para o lado português.

A MORTE DOS MAJORES

A ação de Spínola alarga-se ao campo diplomático. Os majores Pereira da Silva, Passos Ramos e Magalhães Osório e o alferes Joaquim Mosca aceitam participar num plano ousado: convencer os chefes da guerrilha de Chão Manjaco – André Gomes, Quintino Vieira, Braima Camará e Luís Correia – a baixarem as armas. Tem início uma série de reuniões secretas. A primeira, no início de fevereiro de 1970, decorre na região de Pigane, com a presença do próprio Spínola. Seguem-se mais sete encontros entre os majores, o alferes Mosca e os chefes da guerrilha.

O nono e último encontro está previsto para o dia 20 de abril de 1970. Os majores Pereira da Silva, Passos Ramos, Magalhães Osório e o alferes Joaquim Mosca saem a meio da manhã do aquartelamento de Pelundo. "Fui o último a vê-los com vida", recorda à Domingo o então capitão Eugénio das Neves, comandante da companhia de Caçadores 2586.

"O major Passos Ramos ia desconfiado. Não tinha o sorriso que lhe era habitual. Eu já tinha ido com eles a outras reuniões, só por acaso não os acompanhei. Acreditávamos que seria possível chegar a um acordo. O próprio Spínola tinha ordenado a todo o contingente que não houvesse tiros por iniciativa portuguesa desde o dia 15", recorda o militar. Como combinado, os quatro oficiais, acompanhados de três guias nativos, seguem desarmados. "Só um deles levava uma pequena pistola", diz Eugénio das Neves.

Os militares deviam regressar ao quartel pelo final da tarde. A ausência alerta os camaradas do aquartelamento do Pelundo. Mas só ao início da madrugada sai uma força para os procurar. Por volta das cinco da manhã, os corpos dos sete homens são encontrados perto da picada para Jolmete: com marcas de balas e golpes de catana.


O comandante-chefe vai ao Pelundo ainda nesse dia. "Spínola quis saltar para a camioneta onde estavam os corpos, mas eu puxei-lhe pelo casaco e não o deixei subir. Disse-lhe que era melhor ele não ver. Ele olhou-me com severidade, mas não subiu. Vi-lhe as lágrimas a correr pelo rosto", conta Eugénio das Neves. A morte dos majores é um duro golpe para Spínola. Os negociadores foram vítimas da cúpula do PAIGC, que quis evitar as deserções. A região de Chão Manjaco, onde a guerra chegou a estar suspensa, volta a mergulhar no inferno.

Pereira da Silva, Passos Ramos, Joaquim Mosca e Magalhães Osório

INVASÃO A CONACRI

A mais espetacular ação militar da guerra colonial – a ‘operação Mar Verde’ – começa a desenhar-se ainda em 1969. Farto de assistir aos raides do PAIGC lançados a partir da Guiné-Conacri, Alpoim Calvão, que lidera as Operações Especiais, tem a ousada ideia de os atacar território estrangeiro. Havia vários objetivos a conquistar: matar o presidente Sékou Touré e abrir caminho a um regime favorável a Portugal, destruição das lanchas do PAIGC, sabotar os aviões MIG que se especulava poderem entrar em breve no conflito e a libertação das duas dezenas de prisioneiros portugueses que amargavam numa prisão de Conacri (entre eles, o piloto António Lobato).

Após muitos meses de preparação, Alpoim Calvão vem a Lisboa apresentar o plano a Marcelo Caetano. "Foi uma esperteza do Spínola. Mandou-me a Lisboa para dar conhecimento da operação ao presidente do Conselho. Para minha surpresa, Marcelo Caetano ouviu tudo sem pestanejar. Eu ainda não tinha acabado de explicar e ele disse que autorizava", recorda Calvão.

A ‘operação Mar Verde’ concretiza-se a 22 de novembro de 1970. É reunida uma força de comandos e fuzileiros dividida em 15 equipas de assalto. Alpoim Calvão faz o balanço: "Ocupámos quase todos os pontos planeados. Capturei a Guarda Republicana toda, com o Marcelino da Mata, onde libertámos 400 presos políticos. Prendemos o ministro da Defesa, que entregámos aos tipos da oposição. A prisão onde estavam os portugueses foi tomada e conseguimos retirar os 26 prisioneiros. Estivemos na casa de Amílcar Cabral, mas ele não estava. O presidente também não se encontrava na cidade. Destruímos muito material do inimigo, mas falhámos a destruição dos aviões MIG porque não tínhamos informação sobre a presença deles no aeroporto."

Chovem protestos dos quatro cantos do mundo. O regime mente com todos os dentes – e nega a participação portuguesa. Lobato é entrevistado na RTP e esforça-se por fazer acreditar que ele e os outros prisioneiros fugiram sozinhos da cadeia.

NEGOCIAÇÕES SECRETAS

Em maio de 1972, Spínola reúne-se secretamente com Léopold Senghor, presidente do Senegal, mandatado por Amílcar Cabral para negociar as condições para um cessar-fogo na Guiné. O encontro é em Cabo Sikrine, na costa senegalesa, a duas dezenas de quilómetros da fronteira norte da Guiné. O general português, transportado num helicóptero pilotado por Jaime Zuquete, vai sem escolta – mas é montada uma operação de segurança coordenada por Carlos Fabião: 50 paraquedistas aguardam em dez helicópteros na fronteira por qualquer sinal de perigo – enquanto outros 80 constituem uma segunda força de assalto pronta a saltar sobre Cabo Sikrine. Seguem-se mais dois encontros. Spínola e Senghor chegam a acordo para um cessar-fogo. Aceitam um referendo para uma de três soluções: a Guiné continua uma colónia portuguesa; independência pura e simples; ou a inclusão do território numa federação de estados. A última hipótese é a preferida de Spínola e de Senghor.


O governador e comandante-chefe leva o plano a Marcelo Caetano, que o rejeita: "É preferível sair da Guiné por uma derrota militar com honra do que por um acordo negociado com terroristas." Spínola perde todas as ilusões.

Em janeiro de 1973, Amílcar Cabral é assassinado em Conacri por gente do PAIGC – mas essa informação não chega aos comandantes da guerrilha no terreno, que julgam o crime obra dos portugueses. Ainda hoje, não se sabe quem foi o mandante do atentado nem as razões que o motivaram. O PAIGC, entretanto, recebe da União Soviética uma nova e temível arma: os mísseis terra-ar Strella. O piloto Miguel Pessoa é um dos primeiros a ver um desses mísseis a cruzar o céu: "Estava em missão com o Almeida Brito, a 20 de março, cada um a pilotar um Fiat G91, quando vimos passar um foguete no meio de nós", recorda à Domingo o piloto-aviador Miguel Pessoa.

Cinco dias mais tarde, Miguel Pessoa percebeu da pior forma que foguete era aquele. "Estava a fazer uma missão na zona de Guileje quando senti uma explosão na parte de trás do avião. Ainda consegui manobrar por uns segundos, mas o avião ficou fora de controlo. Ejetei-me." Caído em terreno hostil, Miguel Pessoa jaz no chão em desespero. Parte uma perna e sofre graves lesões nas costas. Eram 13h00. Por sorte, os guerrilheiros não se apercebem da ejeção do piloto, que seria resgatado no dia seguinte, de manhã, pelo grupo de comandos de Marcelino da Mata. "Durante aquele tempo, tinha toda a Força Aérea por minha conta, mais os paraquedistas e os comandos. Foram incansáveis para me encontrar." No salvamento participou a enfermeira paraquedista Giselda, que o piloto já conhecia da base de Bissalanca. O desastre aproxima-os e acabam por casar depois do 25 de Abril.

A entrada em cena dos mísseis Strella no conflito fragiliza a ação militar portuguesa. Só no dia 6 de abril, quatro aviões são alvejados no território: três são abatidos. A Força Aérea perde a capacidade para acudir aos militares debaixo de fogo. Até a ação dos helicópteros na evacuação de feridos fica limitada. Nada será como dantes.

A TENAZ DO PAIGC

A guerrilha, em maio de 1973, ataca com toda a força em dois pontos fronteiriços. Primeiro, a norte, junto à fronteira com o Senegal. O quartel de Guidaje vê-se cercado por centenas de guerrilheiros bem armados, flagelam os 150 homens do pelotão de Artilharia 19 e da companhia de Caçadores 19.

É planeada a ‘operação Ametista Real’: o batalhão de Comandos Africanos prepara-se para atacar a base de Kumbamori, no Senegal, única maneira de aliviar a pressão sobre o quartel português de Guidaje. O então capitão Matos Gomes comanda um dos três grupos que fazem o ataque em território estrangeiro. "Tínhamos a certeza do que íamos atacar porque tínhamos feito um reconhecimento aéreo da região. Entre os 400 homens que participaram só havia quatro brancos. Usávamos as metralhadoras Kalashnikov, capturadas ao inimigo, que eram melhores do que as nossas G3. Na confusão do combate, era difícil distinguir os nossos do inimigo", conta Matos Gomes. Os combates são duros, mas a vitória portuguesa é inequívoca. "Pela interceção que fizemos das comunicações, fizemos cerca de 60 baixas", diz Matos Gomes. Do lado português, tombam 10 militares e cerca de 30 ficam feridos. A operação cumpre o objetivo de aliviar o cerco a Guidaje.


Escassos dias depois do início do ataque a norte, o PAIGC aperta a tenaz a sul. A 18 de maio, começam as flagelações ao quartel de Guileje, sede do Comando Operacional 5, chefiado pelo major Coutinho e Lima. A população local refugia-se no quartel. Centenas de militares e civis amontoam-se nos abrigos subterrâneos. Coutinho e Lima vai a Bissau apresentar o caso a Spínola – mas o comandante-chefe dá-lhe ordem para resistir.

Na madrugada de 22 de maio, Coutinho e Lima resolve contrariar as ordens de Spínola: abandona o quartel – e retira. A coluna de militares e civis parte em direção ao aquartelamento de Gadamael. Os guerrilheiros do PAIGC só se apercebem da fuga dias depois. Acabam por tomar a guarnição, a única a cair em mãos do inimigo em toda a Guerra Colonial.

Depois da tomada de Guileje, o PAIGC ataca Gadamael. Coutinho Lima segue para Bissau, onde é preso por ordem de Spínola, que envia os capitães Monge e Caetano para liderar a defesa. Gadamael resiste aos ataques.

O FIM

Furriel Ribeiro arriou a última bandeira nacional em Mansoa

Em rota de colisão com um regime que não lhe permite negociar a paz, António de Spínola, que sempre defendeu uma solução de autonomia reforçada para as colónias, sai da Guiné--Bissau em agosto de 1973.

O general Bettencourt Rodrigues assiste em setembro à declaração de independência do PAIGC em Madina do Boé, no sul do território, região que os portugueses já tinham abandonado há muito. Sucedem-se os ataques do PAIGC em várias partes do território, perante a incapacidade das tropas da metrópole em reagir aos ataques. A revolução de 25 de Abril de 1974 abre caminho ao fim do conflito. Portugal reconhece a independência do país a 17 de setembro do mesmo ano. As últimas tropas saem da Guiné-Bissau a 15 de outubro.

DONA BERTA, A PROPRIETÁRIA DA PENSÃO CENTRAL DE BISSAU

Dona Berta também era a avó Berta, apesar de nunca ter tido filhos. Cabo-verdiana, foi na Guiné, em Bissau, que se tornou mãe de todos ao abrir as portas da Pensão Avenida, em 1962, e Central (um ano mais tarde), esta última poiso preferido de muitos portugueses, como António Spínola – "comia sempre um geladinho à tarde e jantava cachupa aos domingos, tal como Otelo Saraiva de Carvalho", conta a sobrinha Zezinha. A pensão de Bissau fechou há oito meses. Berta Bento morreu em dezembro último.


JÚLIA CONTINUA A PÔR FLORES NO CEMITÉRIO

Maria Júlia Guimarães recebeu o telegrama que lhe mudou a vida. Foi enviado da Guiné. O marido – José Maria Soares – tinha morrido na guerra, a 3 de agosto de 1973. "Não há palavras para descrever", conta quem ficou nos braços com uma menina de 18 meses. A viuvez deixou-a, aos 23 anos, sem força para continuar. Dizia não querer viver mais. Teve de receber o suporte da família. E esperou que o corpo do marido voltasse a Sande, Marco de Canaveses, para ser sepultado apenas a 16 de novembro. É com embargo na voz que ainda hoje conta que o "amor não passou. Mas se eu tinha um amor, agora tenho outro".

Quando a filha já tinha nove anos, "juntou-se", preferiu não casar, nem voltar a ter filhos. Mas encontrou um pai para a filha e "um homem que a compreendesse". Ainda hoje, os três vão ao cemitério "pôr umas florzinhas" na campa de José Maria.

O ASSALTO À PRISÃO DA MONTANHA QUE LIBERTOU 26 DOS NOSSOS

Às duas da madrugada de 22 de novembro de 1970 iniciou-se a ‘operação Mar Verde’. No desembarque, dois ou três dos quatro botes de um grupo de combate do Destacamento de Fuzileiros Especiais (Africanos) n.º 21, sob o comando do 1.º tenente Cunha e Silva [na foto], ficaram ‘ensarilhados’ nas redes de pesca. Minutos depois, prosseguiram em direção à praia, com rumo à prisão da Montanha. "As nossas armas – Kalashnikov – e as fardas eram da República da Guiné. Para nos confundirmos com eles", explica Cunha e Silva, aos 70 anos, capitão de mar-e-guerra reformado.

Usavam maquilhagem das coristas do Maria Vitória para mascarrar a pele. Até à prisão foram quarenta minutos a "abrir caminho a tiro". Um militar ficou ferido. Com um lança-granadas romperam o muro da prisão: "A guarnição, logo que viu que íamos entrar, fugiu", recorda. "Os prisioneiros, em cuecas, refugiaram-se debaixo dos beliches." Só se aperceberam de que iam ser libertados quando ouviram falar português. Procuravam António Lobato (detido há sete anos) entre 26 prisioneiros. "Nunca fui tão beijado como dessa vez. Naquela emoção de serem libertados, todos sentiram que tinham de me dar um beijo – é à portuguesa!" No regresso, antes do reembarque, foram atacados. Morreu um soldado. Subiram a bordo às seis da manhã.

O PAI QUE FÁTIMA NÃO CONHECEU

Fátima Amado, hoje com 41 anos, tinha 15 dias quando o pai partiu para a Guiné. Consola-a saber que "ele embarcou contente porque queria muito uma menina", mas viveu a imaginar que o pai talvez um dia voltasse daquela guerra distante para a vir buscar. Em 2010, um texto num blogue de ex-combatentes dá-lhe a resposta que procurava desde que se lembra de ser gente.

O relato da morte de João Amado, morto em março de 1972, contava que o soldado cozinheiro tinha sido feito em pedaços em Cancolim, onde um dilúvio de ferro e fogo empurrara os militares para dentro de uma vala. "Sonho um dia ir à Guiné abraçar as pessoas que ele abraçou, a terra que ele pisou, para o sentir a ele. O meu filho chama-se João Amado e conto-lhe sempre a história do avô herói que morreu a combater os maus."


"GUERRA DA GUINÉ LEMBROU VIETNAME" (Coronel Matos Gomes) - Por José Carlos Marques

- Esteve nos três cenários da Guerra Colonial. Em que é que a Guiné se distinguia?

- A Guiné-Bissau é diferente logo à partida pelas condições do terreno. É um território pantanoso, cruzado por vários rios e braços de mar, com uma vegetação difícil de transpor. O clima da Guiné-Bissau era marcado por calor e humidade. Outra diferença fundamental é que, enquanto em Angola e Moçambique a guerra se fazia contra grupos étnicos relativamente bem definidos, na Guiné herdámos uma guerra contra grupos étnicos diversificados, o que tornava difícil estabelecer alianças ou acordos. O PAIGC era também o movimento político mais bem preparado militarmente.

- Faz sentido dizer-se que a Guiné foi o Vietname português?

- Na medida em que a Guiné tinha pântanos e floresta densa, que podem fazer lembrar o Vietname. Mas o Amílcar Cabral não era o Vo Giap [general das tropas norte-vietnamitas]. Quanto muito, seria uma combinação do Vo Giap e do Ho Chi Min (líder político da insurreição no Vietname). Se falarmos das intensidades da guerra, há situações de violência militar que podem ser comparadas.

- Havia o risco da derrota militar na Guiné?

- O PAIGC em 1974 tinha capacidade para atacar e conquistar uma posição a nível de batalhão e duas ou três posições ao nível de companhia. As forças portuguesas não tinham capacidade para responder a mais de um conflito intenso. Sabíamos do risco da perda de guarnições no Leste. Isto fez com que Spínola e depois Costa Gomes tenham proposto a criação de um reduto central.

- Estava planeado um golpe na Guiné caso o 25 de Abril falhasse na Metrópole?

- Esteve previsto ainda antes de ser marcado o 25 de Abril de 1974. Foi planeado depois do falhanço do 16 de Março. A operação foi planeada para se ocupar o poder em nome do MFA em Bissau. O plano foi apresentado em Lisboa ao general Spínola, que nos deu uma resposta muito inteligente: "O jogo tem de se jogar no relvado principal."


GUERRA COM 3046 MORTOS 

A listagem dos militares das Forças Armadas portuguesas mortos durante o período de guerra na Guiné, entre 1963 e 1974, é um trabalho em aberto. A preservação dos registos e informações foi negligenciada com a independência dos novos países africanos de língua portuguesa. A recolha que adiante apresentamos, com 3046 nomes de militares idos da Metrópole e recrutados localmente, foi cedida pela Liga dos Combatentes, que faz trabalho importante pela preservação da memória.

NOME / DATA

Aba Baldé 02.08.71

Abdu Badó 28.01.70

Abdu Camará 02.02.70

Abdu Candé 03.06.72

Abdulai Baldé 03.06.72

Abdulai Baldé 19.05.73

Abdulai Jaló 24.12.71

Abdulai Mané 10.05.73

Abel Carvalho Martins 06.10.67

Abel de Sá Gonçalves Baptista 02.11.70

Abel Félix Rebelo 23.01.70

Abel Fernandes Dias 20.01.71

Abel Gomes Simões 04.08.68

Abel Pereira da Silva 05.01.66

Abel Pereira Gomes 12.11.69

Abilardo Júlio Espada 16.05.65

Abílio da Silva Alves Ferreira 18.07.69

Abílio Duarte Jorge 13.01.68

Abílio Fernando Rodrigues Veloso 10.10.69

Abílio Manuel 12.11.70

Abílio Monteiro de Brito 27.01.63

Abílio Pereira 20.07.70

Abílio Rodrigues Ferreira 22.11.70

Abna Bunha 19.03.73

Abna Mari 27.05.74

Abna Na Onça 14.04.67

Abraão Moreira Rosa 10.08.72

Abu Sissé 28.11.68

Abudu Jassi 08.02.65


Acácio Correia Pereira 15.11.68

Acácio Pestana Rafael 05.12.66

Adaíl Lopes dos Santos 14.04.67

Adama Djau 17.03.74

Adão Canala 30.08.65

Adão Carlos Moreira Oliveira 27.08.64

Adelino Baptista 09.06.66

Adelino da Costa Duarte 23.11.65

Adelino da Silva Costa 30.11.64

Adelino das Dores Rodrigues Pereira 05.06.68

Adelino de Jesus Salgueiro 17.04.69

Adelino de Sousa Santos 24.07.69

Adelino dos Santos Ferreira 04.06.66

Adelino Fernando Pinto Ribeiro 12.01.70

Adelino Gomes Infanda Duque 04.11.69

Adelino Mendes 14.02.67

Adelino Nunes 24.10.65

Adelino Pereira da Costa 19.01.68

Adélio Pinto de Sousa 29.12.69

Adi Jop 05.05.71

Adolfo do Nascimento Piçarra 20.03.66

Adolfo Eduardo Duque Inácio 17.10.73

Adolfo Gomes 27.06.69

Adozindo Carvalho de Brito 02.11.63

Adriano Agostinho Moreira Gonçalves 11.10.64

Adriano Castanheira Dias 04.07.65

Adriano Maria Alexandre 25.02.74

Adriano Marques 17.07.68

Adriano Moreira 18.05.68

Adriano Rosa Martins 10.01.73

Adrião Fernandes Ferreira 08.01.65

Adul Bari 05.01.71

Adul Embaló 06.02.69

Adul Jaló 03.03.69


Adulai Baldé 04.09.68

Adulai Baldé 24.02.68

Adulai Bari 11.08.72

Adulai Biai 03.09.73

Adulai Buaró 26.03.74

Adulai Camará 24.07.67

Adulai Candé 24.11.65

Adulai Candé 27.10.68

Adulai Embaló 24.05.73

Adulai Gibirilo Bari 23.09.72

Adulai Jaló 28.03.69

Adulai Jau 14.07.69

Adulai Jau 21.02.74

Adulai Silá 05.06.73

Adulai Silva 06.02.69

Adulai Sissé 16.09.67

Aduramane Seidi 20.03.70

Afond Abna 01.06.71

Afonso Batista Gomes 07.05.68

Afonso Bonsati 04.04.73

Afonso da Encarnação Baptista 02.10.65

Afonso Moreira de Sousa Mota 19.12.73

Afonso Musna Nam Fadé 14.01.69

Afonso Silva 01.08.67

Agostinho Augusto Bação Botelho e Silva 29.01.69

Agostinho da Cruz Rodrigues 11.11.63

Agostinho da Mota Machado 17.02.68

Agostinho da Silva 01.07.72

Agostinho da Silva Rocha 06.12.72

Agostinho de Jesus Gualdino 10.09.65

Agostinho do Vale Almeida 07.07.70

Agostinho dos Santos Ferreira 26.01.74

Agostinho Ferreira de Sousa 27.12.67

Agostinho Ferreira Mendes 03.04.72


Agostinho Francisco da Câmara 16.10.67

Agostinho Gomes Fernandes 04.10.65

Agostinho José da Silva 19.07.71

Agostinho Lourenço Marreiros 13.08.70

Agostinho Monteiro 11.01.66

Agostinho Nunes Gomes 29.08.73

Agostinho Spínola Moniz Berenguer 22.12.68

Agostinho Tavares Lopes Prata 24.09.66

Aguba Djaló 02.08.71

Aguinaldo António Vasconcelos 13.02.66

Aires da Silva Pedrosa 07.06.69

Aires de Jesus Ferreira 05.02.66

Aires Jesus Moreira 11.01.66

Aisselé Ié 02.03.74

Aladja Bari 08.08.68

Aladje Canhé 14.06.73

Aladje Silá 21.07.70

Alanso Camará 17.04.71

Albano Carneiro Fernandes 09.09.70

Albano Ferreira Lourenço 01.02.64

Albano Pais de Almeida 25.04.66

Albertino Antunes da Cunha 25.06.66

Albertino de Sousa Azevedo 16.04.70

Albertino Gonçalves de Sousa 16.11.67

Albertino Pereira da Silva 05.01.73

Alberto Agostinho 27.07.72

Alberto Aires dos Reis 30.09.65

Alberto António Silva 18.07.69

Alberto Araújo da Mota 27.11.72

Alberto Augusto Pica Sempão 03.01.72

Alberto da Cruz Gomes 09.04.71

Alberto da Silva Mendes 06.02.69

Alberto dos Santos Monteiro 03.07.63


Alberto Evaristo Gonçalves da Silva 25.03.74

Alberto Fernando Mira 24.05.68

Alberto Fernão de Magalhães Osório 20.04.70

Alberto Gonçalves Pinto 20.01.69

Alberto Inssusé (Incabola) 17.12.67

Alberto Jaime 20.05.68

Aba Baldé 02.08.71

Abdu Badó 28.01.70

Abdu Camará 02.02.70

Abdu Candé 03.06.72

Abdulai Baldé 03.06.72

Abdulai Baldé 19.05.73

Abdulai Jaló 24.12.71

Abdulai Mané 10.05.73

Abel Carvalho Martins 06.10.67

Abel de Sá Gonçalves Baptista 02.11.70

Abel Félix Rebelo 23.01.70

Abel Fernandes Dias 20.01.71

Abel Gomes Simões 04.08.68

Abel Pereira da Silva 05.01.66

Abel Pereira Gomes 12.11.69

Abilardo Júlio Espada 16.05.65

Abílio da Silva Alves Ferreira 18.07.69

Abílio Duarte Jorge 13.01.68

Abílio Fernando Rodrigues Veloso 10.10.69

Abílio Manuel 12.11.70

Abílio Monteiro de Brito 27.01.63

Abílio Pereira 20.07.70

Abílio Rodrigues Ferreira 22.11.70

Abna Bunha 19.03.73

Abna Mari 27.05.74

Abna Na Onça 14.04.67


Abraão Moreira Rosa 10.08.72

Abu Sissé 28.11.68

Abudu Jassi 08.02.65

Acácio Correia Pereira 15.11.68

Acácio Pestana Rafael 05.12.66

Adaíl Lopes dos Santos 14.04.67

Adama Djau 17.03.74

Adão Canala 30.08.65

Adão Carlos Moreira Oliveira 27.08.64

Adelino Baptista 09.06.66

Adelino da Costa Duarte 23.11.65

Adelino da Silva Costa 30.11.64

Adelino das Dores Rodrigues Pereira 05.06.68

Adelino de Jesus Salgueiro 17.04.69

Adelino de Sousa Santos 24.07.69

Adelino dos Santos Ferreira 04.06.66

Adelino Fernando Pinto Ribeiro 12.01.70

Adelino Gomes Infanda Duque 04.11.69

Adelino Mendes 14.02.67

Adelino Nunes 24.10.65

Adelino Pereira da Costa 19.01.68

Adélio Pinto de Sousa 29.12.69

Adi Jop 05.05.71

Adolfo do Nascimento Piçarra 20.03.66

Adolfo Eduardo Duque Inácio 17.10.73

Adolfo Gomes 27.06.69

Adozindo Carvalho de Brito 02.11.63

Adriano Agostinho Moreira Gonçalves 11.10.64

Adriano Castanheira Dias 04.07.65

Adriano Maria Alexandre 25.02.74

Adriano Marques 17.07.68

Adriano Moreira 18.05.68

Adriano Rosa Martins 10.01.73

Adrião Fernandes Ferreira 08.01.65


Adul Bari 05.01.71

Adul Embaló 06.02.69

Adul Jaló 03.03.69

Adulai Baldé 04.09.68

Adulai Baldé 24.02.68

Adulai Bari 11.08.72

Adulai Biai 03.09.73

Adulai Buaró 26.03.74

Adulai Camará 24.07.67

Adulai Candé 24.11.65

Adulai Candé 27.10.68

Adulai Embaló 24.05.73

Adulai Gibirilo Bari 23.09.72

Adulai Jaló 28.03.69

Adulai Jau 14.07.69

Adulai Jau 21.02.74

Adulai Silá 05.06.73

Adulai Silva 06.02.69

Adulai Sissé 16.09.67

Aduramane Seidi 20.03.70

Afond Abna 01.06.71

Afonso Batista Gomes 07.05.68

Afonso Bonsati 04.04.73

Afonso da Encarnação Baptista 02.10.65

Afonso Moreira de Sousa Mota 19.12.73

Afonso Musna Nam Fadé 14.01.69

Afonso Silva 01.08.67

Agostinho Augusto Bação Botelho e Silva 29.01.69

Agostinho da Cruz Rodrigues 11.11.63

Agostinho da Mota Machado 17.02.68

Agostinho da Silva 01.07.72

Agostinho da Silva Rocha 06.12.72

Agostinho de Jesus Gualdino 10.09.65


Agostinho do Vale Almeida 07.07.70

Agostinho dos Santos Ferreira 26.01.74

Agostinho Ferreira de Sousa 27.12.67

Agostinho Ferreira Mendes 03.04.72

Agostinho Francisco da Câmara 16.10.67

Agostinho Gomes Fernandes 04.10.65

Agostinho José da Silva 19.07.71

Agostinho Lourenço Marreiros 13.08.70

Agostinho Monteiro 11.01.66

Agostinho Nunes Gomes 29.08.73

Agostinho Spínola Moniz Berenguer 22.12.68

Agostinho Tavares Lopes Prata 24.09.66

Aguba Djaló 02.08.71

Aguinaldo António Vasconcelos 13.02.66

Aires da Silva Pedrosa 07.06.69

Aires de Jesus Ferreira 05.02.66

Aires Jesus Moreira 11.01.66

Aisselé Ié 02.03.74

Aladja Bari 08.08.68

Aladje Canhé 14.06.73

Aladje Silá 21.07.70

Alanso Camará 17.04.71

Albano Carneiro Fernandes 09.09.70

Albano Ferreira Lourenço 01.02.64

Albano Pais de Almeida 25.04.66

Albertino Antunes da Cunha 25.06.66

Albertino de Sousa Azevedo 16.04.70

Albertino Gonçalves de Sousa 16.11.67

Albertino Pereira da Silva 05.01.73

Alberto Agostinho 27.07.72

Alberto Aires dos Reis 30.09.65

Alberto António Silva 18.07.69

Alberto Araújo da Mota 27.11.72


Alberto Augusto Pica Sempão 03.01.72

Alberto da Cruz Gomes 09.04.71

Alberto da Silva Mendes 06.02.69

Alberto dos Santos Monteiro 03.07.63

Alberto Evaristo Gonçalves da Silva 25.03.74

Alberto Fernando Mira 24.05.68

Alberto Fernão de Magalhães Osório 20.04.70

Alberto Gonçalves Pinto 20.01.69

Alberto Inssusé (Incabola) 17.12.67

Alberto Jaime 20.05.68

Aba Baldé 02.08.71

Abdu Badó 28.01.70

Abdu Camará 02.02.70

Abdu Candé 03.06.72

Abdulai Baldé 03.06.72

Abdulai Baldé 19.05.73

Abdulai Jaló 24.12.71

Abdulai Mané 10.05.73

Abel Carvalho Martins 06.10.67

Abel de Sá Gonçalves Baptista 02.11.70

Abel Félix Rebelo 23.01.70

Abel Fernandes Dias 20.01.71

Abel Gomes Simões 04.08.68

Abel Pereira da Silva 05.01.66

Abel Pereira Gomes 12.11.69

Abilardo Júlio Espada 16.05.65

Abílio da Silva Alves Ferreira 18.07.69

Abílio Duarte Jorge 13.01.68

Abílio Fernando Rodrigues Veloso 10.10.69

Abílio Manuel 12.11.70

Abílio Monteiro de Brito 27.01.63

Abílio Pereira 20.07.70

Abílio Rodrigues Ferreira 22.11.70

Abna Bunha 19.03.73

Abna Mari 27.05.74


Abna Na Onça 14.04.67

Abraão Moreira Rosa 10.08.72

Abu Sissé 28.11.68

Abudu Jassi 08.02.65

Acácio Correia Pereira 15.11.68

Acácio Pestana Rafael 05.12.66

Adaíl Lopes dos Santos 14.04.67

Adama Djau 17.03.74

Adão Canala 30.08.65

Adão Carlos Moreira Oliveira 27.08.64

Adelino Baptista 09.06.66

Adelino da Costa Duarte 23.11.65

Adelino da Silva Costa 30.11.64

Adelino das Dores Rodrigues Pereira 05.06.68

Adelino de Jesus Salgueiro 17.04.69

Adelino de Sousa Santos 24.07.69

Adelino dos Santos Ferreira 04.06.66

Adelino Fernando Pinto Ribeiro 12.01.70

Adelino Gomes Infanda Duque 04.11.69

Adelino Mendes 14.02.67

Adelino Nunes 24.10.65

Adelino Pereira da Costa 19.01.68

Adélio Pinto de Sousa 29.12.69

Adi Jop 05.05.71

Adolfo do Nascimento Piçarra 20.03.66

Adolfo Eduardo Duque Inácio 17.10.73

Adolfo Gomes 27.06.69

Adozindo Carvalho de Brito 02.11.63

Adriano Agostinho Moreira Gonçalves 11.10.64

Adriano Castanheira Dias 04.07.65

Adriano Maria Alexandre 25.02.74

Adriano Marques 17.07.68

Adriano Moreira 18.05.68

Adriano Rosa Martins 10.01.73

Adrião Fernandes Ferreira 08.01.65

Adul Bari 05.01.71

Adul Embaló 06.02.69


Adul Jaló 03.03.69

Adulai Baldé 04.09.68

Adulai Baldé 24.02.68

Adulai Bari 11.08.72

Adulai Biai 03.09.73

Adulai Buaró 26.03.74

Adulai Camará 24.07.67

Adulai Candé 24.11.65

Adulai Candé 27.10.68

Adulai Embaló 24.05.73

Adulai Gibirilo Bari 23.09.72

Adulai Jaló 28.03.69

Adulai Jau 14.07.69

Adulai Jau 21.02.74

Adulai Silá 05.06.73

Adulai Silva 06.02.69

Adulai Sissé 16.09.67

Aduramane Seidi 20.03.70

Afond Abna 01.06.71

Afonso Batista Gomes 07.05.68

Afonso Bonsati 04.04.73

Afonso da Encarnação Baptista 02.10.65

Afonso Moreira de Sousa Mota 19.12.73

Afonso Musna Nam Fadé 14.01.69

Afonso Silva 01.08.67

Agostinho Augusto Bação Botelho e Silva 29.01.69

Agostinho da Cruz Rodrigues 11.11.63

Agostinho da Mota Machado 17.02.68

Agostinho da Silva 01.07.72

Agostinho da Silva Rocha 06.12.72

Agostinho de Jesus Gualdino 10.09.65

Agostinho do Vale Almeida 07.07.70

Agostinho dos Santos Ferreira 26.01.74

Agostinho Ferreira de Sousa 27.12.67

Agostinho Ferreira Mendes 03.04.72

Agostinho Francisco da Câmara 16.10.67


Agostinho Gomes Fernandes 04.10.65

Agostinho José da Silva 19.07.71

Agostinho Lourenço Marreiros 13.08.70

Agostinho Monteiro 11.01.66

Agostinho Nunes Gomes 29.08.73

Agostinho Spínola Moniz Berenguer 22.12.68

Agostinho Tavares Lopes Prata 24.09.66

Aguba Djaló 02.08.71

Aguinaldo António Vasconcelos 13.02.66

Aires da Silva Pedrosa 07.06.69

Aires de Jesus Ferreira 05.02.66

Aires Jesus Moreira 11.01.66

Aisselé Ié 02.03.74

Aladja Bari 08.08.68

Aladje Canhé 14.06.73

Aladje Silá 21.07.70

Alanso Camará 17.04.71

Albano Carneiro Fernandes 09.09.70

Albano Ferreira Lourenço 01.02.64

Albano Pais de Almeida 25.04.66

Albertino Antunes da Cunha 25.06.66

Albertino de Sousa Azevedo 16.04.70

Albertino Gonçalves de Sousa 16.11.67

Albertino Pereira da Silva 05.01.73

Alberto Agostinho 27.07.72

Alberto Aires dos Reis 30.09.65

Alberto António Silva 18.07.69

Alberto Araújo da Mota 27.11.72

Alberto Augusto Pica Sempão 03.01.72

Alberto da Cruz Gomes 09.04.71

Alberto da Silva Mendes 06.02.69

Alberto dos Santos Monteiro 03.07.63

Alberto Evaristo Gonçalves da Silva 25.03.74

Alberto Fernando Mira 24.05.68

Alberto Fernão de Magalhães Osório 20.04.70

Alberto Gonçalves Pinto 20.01.69


Alberto Inssusé (Incabola) 17.12.67

Alberto Jaime 20.05.68

Júlio Lopes do Vale 31.08.74

Júlio Manuel de Jesus Joaquim 13.02.66

Júlio Manuel Simões Neto 12.03.70

Júlio Varela Dias 11.01.66

Júlio Vilhena Neto 23.08.72

Juncum João da Silva 26.10.73

Justino Bento Baptista 09.05.67

Justino de Sousa Costa 22.02.71

Justino Eusébio Rodrigues 17.09.73

Juvenal Gonçalves 28.02.66

Lama Jaló 25.09.73

Lamarana Baldé 27.06.67

Lamarana Baldé 12.04.66

Lamba Sanhá 21.01.68

Lame Intohame 28.05.72

Laminé Baldé 24.12.69

Laminé Camará 06.09.71

Laminé Djaló 21.05.73

Lamisa Conté 12.05.73

Lania Jomba Colubali 13.07.67

Laquena Pirana 14.04.68

Lassana Calisa 09.05.73

Lassana Cassamá 08.12.73

Lassana Cudjabi 22.07.71

Lassana Tarnalé 02.08.72

Laurentino dos Anjos de Sá Pessoa 06.02.69

Leandro Vieira Barcelos 19.07.65

Lefi Nhaga 17.01.73

Lenine José da Costa Lima e Castro 28.11.64

Leonardo Novais da Cunha Ribeiro 10.12.70

Leonardo Salvador Lacão Gomes 02.09.67

Leonel António Viegas Marcos 05.05.64

Leonel Gomes da Conceição 09.11.70

Leonel Guerreiro Francisco 30.01.65

Leonel José da Conceição Barreto 01.10.71


Leonel Lourenço Roque 01.07.69

Leonel Pinto 22.02.71

Leonel Tomás de Freitas Rodrigues 02.02.74

Leria Ussumbo 26.01.68

Libânio Pires 20.04.66

Licínio Baptista 02.05.66

Licínio Ramos Almeida 20.04.66

Lifna Cumbá 19.10.66

Lino de Sousa Leite 07.07.66

Lino do Nascimento Amado 01.11.65

Lisboa Balanta 03.07.74

Lodena Foca 08.06.65

Lona Insala 07.03.74

Lona Quedu 14.11.69

Longe Mache 09.05.74

Lotane Tchango 06.07.63

Lourenço Pedro Dias 22.11.70

Louté Có 08.05.69

Luciano Augusto Paula 27.10.71

Luciano de Sousa 02.08.69

Luciano Florêncio 07.09.65

Lucídio Rasinhas 13.07.69

Ludgero Carapito Gomes 20.07.70

Ludgero Rodrigues da Silva 13.05.73

Luís Alberto Carreiro Monte 04.04.72

Luís António Pereira 16.07.68

Luís António Sampaio Tinoco de Faria 28.04.66

Luís Batista Gomes 16.04.69

Luís Ciríaco José Vitorino 26.01.66

Luís Costa Burel 12.04.73

Luís da Costa 22.04.74

Luís da Silva 04.02.69

Luís da Silva Mateus 14.08.69

Luís de Almeida Pereira 24.03.73

Luís Dias Alves 12.09.69

Luís dos Santos Barjona de Freitas 16.08.67

Luís dos Santos Marques 16.03.69


Luís Ferreira Faria 24.08.64

Luís Ferreira Gomes 05.07.65

Luís Filipe Pinto Soares 07.01.74

Luís Filipe Rei Villar 18.02.70

Luís Flaque 04.03.74

Luís Francisco da Conceição Jóia 06.02.69

Luís Franco Lourenço 20.07.70

Luís Gabriel do Rego Aguiar 20.05.74

Luís Galvão dos Santos 28.08.68

Luís Gonzaga Gonçalves Pinto 12.10.68

Luís José Abrunhosa Gonçalves 05.06.73

Luís Manuel de Oliveira Barreiras 01.02.73

Luís Maria Coelho Casquilho 29.10.70

Luís Mário da Silva e Sá 24.09.70

Luís Moreira Vieira 12.06.65

Luís Paiva Fernandes 15.02.71

Luís Pestana Diniz 01.10.64

Luís Ponte Lira 02.02.74

Luís Rafael Garcia Faria 21.04.65

Luís Rodrigues Franco 04.02.69

Luís Vasco da Veiga Ferreira Pedras 15.01.68

Luís Vasco Fernandes 05.10.71

Lulu Tchangué 03.03.68

Luntam Banjai 29.11.73

Machado Cumbá 17.01.67

Madaíl Baptista 04.11.73

Madiú Baldé 14.03.68

Mailé Martinho 20.07.71

Malam Mané 14.11.72

Malam Nanque 03.10.73

Malan Baldé 29.01.72

Malan Baldé 07.05.71

Malan Baldé 04.02.68

Malan Candé 21.08.73

Malan Canté 12.02.67

Malan Cassamá 07.07.70

Malan Dafé 21.08.68


Malan Danfá 23.12.73

Malan Faraba Seidi 10.12.73

Malan Jancó 10.09.65

Malan Mané 17.08.64

Malan Mané 16.06.69

Malan Nanquim 02.02.72

Malan Quebe 14.03.71

Malan Sambu 30.10.73

Malan Sambu 29.12.66

Malan Seidi 15.04.66

Malan Seidi 16.03.73

Malan Sinhate 31.10.66

Malan Soncó 12.07.74

Malique Djata 15.02.76

Malique José Semedo Baldé 27.10.71

Mam Guade 22.12.69

Mama Embaló 16.12.72

Mama Saliu Camará 28.08.70

Mama Saliu Gajicó 29.11.67

Mama Samba Baldé 19.05.73

Mama Samba Embaló 19.05.73

Mamadi Embaló 05.07.73

Mamadu Alfa (Aka Suro) Jaló 22.06.70

Mamadu Alfa Baldé 19.05.73

Mamadu Alfa Jaló (Aka Suro Jaló) 18.02.69

Mamadu Aliu Jaló 03.02.68

Mamadu Aliu Jaló 28.01.70

Mamadu Bá 30.11.67

Mamadu Bá 24.12.68

Mamadu Bá 21.11.71

Mamadu Bailo Jaló 13.07.67

Mamadu Baldé 14.04.67

Mamadu Baldé 23.02.72

Mamadu Baldé 30.03.67

Mamadu Baldé 12.05.69

Mamadu Baldé 10.01.71

Mamadu Baldé 17.04.71


Mamadu Bari 26.10.71

Mamadu Bobo Jaló 04.07.70

Mamadu Camará 22.12.71

Mamadu Candé 10.08.70

Mamadu Canté 12.07.72

Mamadu Cassamá 16.08.64

Mamadu Danso 18.08.66

Mamadu Darame 04.04.74

Mamadu Djaló 10.09.68

Mamadu Djaló 17.04.71

Mamadu Djaló 20.02.74

Mamadu Djau 20.07.72

Mamadu Embaló 01.02.73

Mamadu Embaló 20.06.72

Mamadu Gajicó 14.04.71

Mamadu Jaló 08.06.66

Mamadu Jaló 26.10.71

Mamadu Jaló (Aka Mamaduzinho) 13.05.64

Mamadu Jamanca 16.09.67

Mamadu Jau 14.02.71

Mamadu Jau 02.04.69

Mamadu Jau 30.12.69

Mamadu Jau 07.07.67

Mamadu Laminé Juaré 20.04.70

Mamadu Lamine Sanhá 10.05.73

Mamadu Mali Baldé 06.08.69

Mamadu Nanqui 27.08.64

Mamadu Said Jaló 22.08.65

Mamadu Saliu Djaló 15.02.72

Mamadu Saliu Jaló 20.04.73

Mamadu Samba Djaló 21.07.72

Mamadu Sambri 19.09.66

Mamadu Samé 16.10.68

Mamadu Sanhá 06.06.67

Mamadu Sani 13.10.73

Mamadu Seidi 10.08.70

Mamadu Seidi 01.11.66


Mamadu Seidi 28.03.74

Mamadu Selo Jaló 17.08.64

Mamadu Silá 11.11.68

Mamadu Só 06.05.68

Mamadu Talá Baldé 08.03.68

Mamadu Uri Baldé 10.01.71

Mamadu Uri Bari 14.07.68

Mamajan Baldé 17.04.71

Mamassaliu Baldé 16.03.73

Mamassamba Jamanca 01.07.73

Mamundia Dumbuia 16.03.66

Mana Melna 22.12.67

Mancebo José 20.11.67

Mande Baldé 30.10.68

Manga Baldé 25.11.70

Manga Camará 15.05.66

Manga Colubali 11.01.68

Manga Combali 03.02.68

Manga Turé 14.05.72

Mansoa Sintra 30.12.69

Mansoa Toté 22.11.72

Mantam Baldé 19.06.67

Manu Seidi 13.10.68

Manuel Abocoi 11.06.73

Manuel Acussade 05.09.68

Manuel A. Mendonça de Oliveira 02.04.74

Manuel Alfredo Aleixo 01.06.62

Manuel Alves Gomes 23.04.72

Manuel Alves Simões Antunes 22.06.66

Manuel Amaral Carreiro 06.02.69

Manuel António 10.10.65

Manuel António Amaral Nobre 01.11.65

Manuel António da Cunha Fernandes 06.02.69

Manuel António da Silva Guerreiro 24.11.71

Manuel António de Jesus Carlos 12.02.74

Manuel António dos Santos Vieira 10.04.68

Manuel António Flamino de Almeida 05.03.72


Manuel António Lourenço Cerqueira 24.06.66

Manuel António Moreira Carlos 11.06.72

Manuel António Poeiras 27.08.67

Manuel António Preto 20.12.72

Manuel Augusto Carteiro 08.11.66

Manuel Balanta 29.08.70

Manuel Baldé 18.09.67

Manuel Bento Ilhéu Domingos 20.04.67

Manuel Bernardes 07.11.64

Manuel Bernardo Sequeira 22.08.69

Manuel Bispo Rodrigues 10.02.64

Manuel Bobo Jau 05.01.65

Manuel Boucinhas dos Santos 19.07.65

Manuel Brás 14.04.70

Manuel Brás Catanho Ribeiro 06.02.69

Manuel Brás da Silva 24.05.72

Manuel Brito da Silva 25.10.65

Manuel Calado Cordeiro 25.10.64

Manuel Calisto 13.12.67

Manuel Campos da Silva 06.12.68

Manuel Canha Rodrigues Lucas 19.01.71

Manuel Cardoso da Silva 11.05.67

Manuel Carlos da Conceição Guimarães 21.08.67

Manuel Carreira Eusébio 02.01.74

Manuel Coito Narciso 28.11.64

Manuel Correia 29.05.68

Manuel Correia Gomes 14.03.65

Manuel Correia Pedro 27.11.65

Manuel Costa Bandeira 29.04.70

Manuel Cruz Pereira 11.10.72

Manuel Cubomba 01.07.70

Manuel da Conceição Branco 18.11.73

Manuel da Conceição Gonçalves 05.10.70

Manuel da Conceição Silva Ferreira 06.02.69

Manuel da Costa Domingos 05.11.63

Manuel da Costa Guimarães 07.06.72


Manuel da Costa Martins de Carvalho 09.06.71

Manuel da Costa Sacramento 16.08.67

Manuel da Costa Soares 13.01.71

Manuel da Luz Domingues Ferreira 10.04.68

Manuel da Silva Amorim 06.11.68

Manuel da Silva Carrola 22.01.69

Manuel da Silva Carvalho 01.05.65

Manuel da Silva Gago 15.08.65

Manuel da Silva Henrique Corga 27.09.69

Manuel da Silva Monteiro 26.11.70

Manuel da Silva Oliveira 05.03.70

Manuel da Silva Peixoto 23.05.73

Manuel da Silva Pereira 06.02.69

Manuel da Silva Pereira 26.10.71

Manuel de Almeida Lima 19.03.73

Manuel de Almeida Matos 30.11.70

Manuel de Jesus Ferreira 07.10.69

Manuel de Jesus Inácio 02.03.69

Manuel de Jesus Rodrigues Sobreiro 24.02.68

Manuel de Jesus Vigário 01.12.67

Manuel de Jesus Vilela Ribeiro 25.02.71

Manuel de Oliveira Moreira 24.04.68

Manuel de Oliveira Nascimento 08.09.63

Manuel de Sousa Branco 25.10.68

Manuel Dias Aldeia 04.10.68

Manuel Dias das Neves 04.07.64

Manuel do Nascimento Pires 10.02.67

Manuel Domingos Martins 07.12.69

Manuel dos Reis Amália 25.10.66

Manuel dos Santos Barraca 20.01.64

Manuel dos Santos Cravo 26.03.68

Manuel dos Santos da Costa Almeida 06.02.69

Manuel dos Santos Esteves 24.01.64

Manuel dos Santos Ferreira Reis 21.12.66

Manuel Duarte 28.12.66

Manuel Esteves do Vale 15.10.67

Manuel Fernandes da Silva Monteiro 27.05.72


Manuel Fernando Monteiro 24.06.70

Manuel Fernando Ribeiro da Silva 14.01.68

Manuel Ferreira Carvalho 09.02.69

Manuel Ferreira da Costa 11.11.63

Manuel Ferreira da Silva 26.03.68

Manuel Ferreira de Almeida 20.10.68

Manuel Ferreira de Barros 23.02.69

Manuel Fonseca Afonso 07.02.66

Manuel Francisco Afonso Sampaio 10.01.66

Manuel Francisco Gouveia 19.08.69

Manuel Francisco Marques 22.01.68

Manuel Gaio Neto 08.11.67

Manuel Gama Moreira 22.03.65

Manuel Geraldo Teixeira 09.10.65

Manuel Gertrudes Guerreiro 09.05.66

Manuel Godinho Soeiro 11.12.65

Manuel Gomes Neto 25.11.72

Manuel Gonçalves Costa 03.12.67

Manuel Gonçalves Martins de Lima 23.10.68

Manuel Gonçalves Mendes 24.05.68

Manuel Guerreiro Jorge 16.10.69

Manuel Guerreiro Luz 26.02.70

Manuel Henrique Lopes Lourenço 25.11.70

Manuel Henrique Mateus 27.02.69

Manuel Horácio Ferreira Pragana 14.05.70

Manuel Inácio Pinto 14.07.71

Manuel J. Carreiro de Almeida Custódio 24.09.73

Manuel João Roque Trindade 12.03.74

Manuel Joaquim da Silva 12.12.68

Manuel Joaquim de Sousa Martins 11.05.66

Manuel Joaquim Fernandes 23.03.66

Manuel Joaquim Meireles Ferreira 28.03.68

Manuel J. Mesquita Isidro dos Santos 17.11.68

Manuel Joaquim Palma Frederico 20.12.70

Manuel Joaquim Raínho Costa 13.12.67

Manuel Joaquim Rocha Ferreirinha 01.08.74

Manuel Joaquim Sá Soares 22.03.74


Manuel Joaquim Silva Gomes 28.09.61

Manuel Joaquim Várzea do Sado 07.10.67

Manuel Jorge Florêncio 29.01.69

Manuel José Coelho Parreira 07.10.69

Manuel José da Costa Rodrigues 24.11.66

Manuel José dos Santos 19.01.70

Manuel José Machado da Silva 23.07.69

Manuel José Rodrigues Soares Paulo 04.01.70

Manuel Lopes Marques 23.02.65

Manuel Luís Maia da Silva 01.06.71

Manuel Malan Sissé 19.09.72

Manuel Maria da Silva Briosa 24.03.67

Manuel Maria do Rosário 09.02.70

Manuel Maria Pires 18.04.69

Manuel Maria Rodrigues Geraldes 10.05.73

Manuel Mário da Silva Costa 25.11.72

Manuel Marques Batista da Torre 20.01.67

Manuel Marques da Costa 08.11.66

Manuel Martins Lopes 22.04.74

Manuel Martins Pinheiro de Almeida 27.02.69

Manuel Mendes Carneiro 20.11.69

Manuel Moreira da Silva 16.06.71

Manuel Moreira Marques 20.06.65

Manuel Morgado Carvalho 23.04.67

Manuel Nunes Bessa 23.05.67

Manuel Nunes dos Reis Cardoso 03.02.68

Manuel Pacheco Pereira Júnior 06.10.66

Manuel Paiva dos Santos 22.03.65

Manuel Penedo Simões 28.07.67

Manuel Pereira da Silva 19.04.73

Manuel Pereira dos Reis 06.08.74

Manuel Pereira Gomes 10.12.70

Manuel Pimenta Rodrigues 31.05.65

Manuel Pinto de Castro 16.09.67

Manuel Quebá Fati 24.01.67

Manuel Ramalho Capelas 28.12.63

Manuel Reis Mateus Costa 02.08.63


Manuel Ribeiro da Silva 31.05.69

Manuel Ribeiro Teixeira 15.11.72

Manuel Rocha Bento 22.04.72

Manuel Rodrigues da Cruz 29.07.66

Manuel Rodrigues Joaquim 11.05.66

Manuel Rodrigues Vieira 04.04.71

Manuel Rogério da Costa Amaral 13.10.72

Manuel Rogério Lopes Torres 10.11.64

Manuel Roxo Coelho 04.08.68

Manuel Salgado Antunes 10.08.72

Manuel Santana Carvalho 19.12.67

Manuel Santos Andrade 09.08.70

Manuel Santos Mota 20.02.69

Manuel Sebastião Guerreiro 23.07.69

Manuel Silveira Pires 10.03.66

Manuel Soares de Matos 29.05.62

Manuel Tavares da Costa 27.01.64

Manuel Tavares da Silva 03.08.69

Manuel Tavares de Oliveira 18.04.71

Manuel Tiago Ferreira Manso 11.05.66

Manuel Tomé Almeida Rodrigues Castelo 28.10.72

Manuel Tomé Ferreira 30.08.74

Manuel Tula 05.05.73

Manuel Vieira 06.12.71

Manuel Vieira 05.10.67

Manuel Vieira Ferreira 11.03.66

Manuel Vítor dos Reis Prazeres 15.04.66

Maqui Baldé 04.06.72

Maran Sanhá 27.01.74

Marcelino Camba 17.09.73

Marcelino Duarte 29.10.63

Marcelino Fernandes 14.02.73

Marcelino Formoso Catendi Mendes 19.03.72

Marcelo Mendes 11.06.73

Marciano Joaquim Inácio 14.08.72

Marciano Lopes 01.04.72

Marciano Mendes 09.05.71


Marco Mendes Vermelho 01.02.71

Marco Nhaga 28.02.74

Marcolino da Conceição Catita Rosalino 13.08.70

Maria Celeste Ferreira da Costa 10.02.73

Mariano Ompa Cardoso 12.03.70

Mário Alves Fernandes 03.12.71

Mário António Nave da Costa Neves 10.10.70

Mário António Sá 20.01.68

Mário Augusto da Silva 24.01.68

Mário Branco da Costa Chaves 21.11.72

Mário Coelho da Silva 01.06.73

Mário Correia 08.03.67

Mário da Conceição Caixeiro 14.11.69

Mário da Conceição Vieira Ferreira 21.07.73

Mário da Costa Morgado 23.02.71

Mário da Cruz Anjo 10.01.68

Mário da Silva Carvalho 29.03.71

Mário Faria Pimenta 30.06.69

Mário Fernando Martins Moreira 10.09.72

Mário Ferreira da Costa 07.01.74

Mário Ferreira de Azevedo 22.12.69

Mário Gomes 12.11.70

Mário Gomes Correia 18.08.73

Mário Gonçalves Machado 20.05.68

Mário Henrique dos Santos Sasso 05.12.65

Mário Henriques Santos 05.03.72

Mário Ingua 01.07.73

Mário Insumbo 24.10.69

Mário Jaime dos Santos 02.02.70

Mário Joaquim Costa 05.09.72

Mário José Serra Ramos 20.01.68

Mário Juvêncio Gomes Camacho 25.10.68

Mário Maciel Rocha 27.12.70

Mário Manuel Laranjeira Simões 17.04.73

Mário Marques Martins 25.12.67

Mário Oliveira Rocha 19.08.69

Mário Palma Rodrigues 30.10.72


Mário Reinaldo Brás 04.10.70

Mário Ribeiro Lopes 27.02.71

Mário Vieira dos Santos 31.12.72

Martinho Cá 16.05.73

Martinho da Costa Moreira 16.12.66

Martinho Gramunha Marques 30.01.65

Martinho Mangue 13.07.74

Martinho Simão Indi 13.08.73

Martnho Sá 06.12.73

Matchá Quefique 20.11.70

Maudo Baldé 23.08.73

Maunde Baldé 10.08.70

Maunde Baldé (Aka Mamadu Baldé) 11.09.73

Maunde Baló 02.06.69

Maurício José Casqueiro Ricardo 02.07.69

Maximiano Marques Sabroso 20.12.72

Menino Cá 04.01.69

Meta Camará 18.03.71

Meta Jata 08.08.73

Metcha Uncuquetá 06.05.66

Mica Baldé 07.01.74

Miguel Almeida Bernardo 05.01.69

Miguel de Sousa Vieira 14.09.73

Miguel Ferreira da Costa 18.03.67

Miguel Gomes da Anica 17.03.65

Miguel Guilherme Francisco Monteiro 04.10.64

Miguel Luís Matos Cavaco 07.07.72

Miguel Namole 18.02.68

Miguel Pereira da Silva 05.10.64

Miguel Sanhá 06.09.70

Miguel Sita 03.08.71

Modesto Lourenço Baião 29.06.69

Modesto Ribeiro Nunes 07.07.73

Moli Jamanca 16.10.73

Molo Candé 29.03.71

Momo Camará 20.12.72

Mona Cá 22.05.65

Mondjai 19.02.70

Monjour Seide 04.06.65


More Jamanca 23.06.73

Moreira Quadé 27.10.72

Moreira Silva 03.03.68

Morna Induta 18.09.66

Morna Iombá 24.12.67

Morna Nalé 20.07.69

Moro Baldé 28.07.69

Moró Jau 28.06.65

Moro Seidi 05.05.72

Moro Siga 26.08.67

Motaro Baldé 12.09.71

Mudo Jau 09.07.74

Mufamará Sané 07.03.72

Mumini Bari 19.07.74

Munta Enhala 03.10.69

Muntaga Baldé 29.05.65

Mussa Baldé 15.09.70

Mussa Baldé 24.01.68

Mussa Baldé 26.04.73

Mussa Bela Camará 28.08.65

Mussa Candé 11.07.73

Mussa Embaló 05.02.66

Mussa Mané 03.08.73

Mussá Seidi 02.03.68

Mussena Combá 20.10.73

Mutar Cassamá 24.06.66

Mutar Chugué 11.09.68

Mutaró Baldé 29.05.72

Mutaro Dembo 07.02.74

Mutaru Baldé 21.03.69

Mutina Balabal 17.03.71

Mutna Bol 06.03.70

Nabi Camará 27.12.67

Nadja Duque Pugna 02.02.74

Nansu Turé 04.10.71

Narciso Reinaldo Batista 15.03.64

Nascimento Machado Antenor 16.05.64


Natário Clemente da Cruz 30.10.64

Nate Gualte 28.03.73

Nelson de Jesus Pires 20.04.68

Nelson J. de Almeida Pereira Soares 26.10.71

Nelson Monteiro João 19.12.68

Nhabi Baldé 07.12.73

Nhaco Jau 16.07.68

Nhaco Seidi 19.02.68

Nhadaline da Pina 26.01.68

Nhaga Maque 28.08.71

Nhalé Inhablé (Aka Nhalen Nhabali) 28.06.72

Nhame Tchandjelam 15.10.67

Nhanca Baldé 28.12.71

Nhanga Mané 01.01.68

Nhanque Lutafa (Aka Nanque Indafá) 03.11.63

Nhanta Embaló 31.10.66

Nhate Ingualite 16.02.73

Nhate Mandé 22.03.74

Nhima Baldé 22.11.65

Nicolau Tomás Cabral 26.06.70

Ninhã Baldé 13.06.66

Norberto Nascimento Ferreira 07.11.67

Norberto Pina Araújo Júnior 11.01.66

Nulasso Albino Gomes 22.04.74

Nuno da Costa Moreira 10.11.65

Nuno da Costa Tavares Machado 28.12.67

Nuno Manuel da Silva Cerqueira 04.04.71

Ocante Có 06.08.65

Ocante Dju 02.03.74

Octávio Augusto Barreira 06.02.69

Octávio José Horta 17.04.73

Oidaló Ié 02.03.74

Oldegário Alberto da Cruz Libório 18.10.74

Oliveiros Silva Adelino 12.10.68

Omar Jaló 25.05.74

Omaro Djaló 19.09.67

Onhe Cá 05.10.70

Opa Colubali 28.10.66

Orlando Cia Indami 11.01.68


Orlando da Silva Lopes 01.10.68

Otcha Só 21.01.74

Pajafe Gomes 18.02.74

Pan Mané 05.11.72

Panca Ieme 09.05.68

Paraíso M. de Andrade Martins Gomes 02.11.71

Paté Baldé 14.08.73

Paté Baldé 27.07.64

Paté Jau 02.06.68

Paté Mané 23.12.71

Paté Sidibé 02.11.70

Patrão da Costa 20.04.70

Patrício Carlos do Carmo Farrobinha 26.06.66

Paulo Biague 25.01.73

Paulo Caiesta Tué Mendes 22.04.74

Paulo da Veiga 29.09.72

Paulo de Lima 12.02.68

Paulo Feliz Fonseca Cóias 06.04.73

Paulo Gomes 08.04.74

Paulo Gomes dos Santos 21.05.66

Paulo Incute 30.09.69

Paulo José Calado Alves da Maia 25.10.64

Paulo Mendes 01.07.73

Paulo Mouredim dos Passos Cayatte 16.01.69

Paulo Nancasse 01.08.66

Paulo Pamusse 22.02.72

Paulo Soares 03.07.73

Paulo Teixeira da Costa 07.02.69

Pedrinho Nanque 01.02.66

Pedro do Carmo Augusto 25.11.67

Pedro Fernandes 18.04.68

Pedro Firmino Lopes 22.05.66

Pedro Jorge da Ponte Cabral 06.05.74

Pedro José Aleixo de Almeida 02.04.72

Pedro Martinho Brízido 07.02.65

Pedro Melna 19.05.73

Pedro Mendes Lopes 06.07.63


Pedro Pais Gomes 19.01.64

Pedro Quebá dabé 17.04.73

Policarpo Augusto Gomes 22.04.74

Pompílio Santos Graça 06.11.70

Ponate Natoi 06.10.67

Ponta Seidi 14.04.67

Ponum Nanque 27.09.65

Possu Djabu 01.10.68

Prudêncio Manuel Estevens Pacheco 13.10.68

Pugna Nhaga 21.08.70

Puré Nhaga 28.03.73

Quebá Bacar 10.12.73

Quebá Braima 17.10.73

Quebá Camará 16.01.67

Quebá Indjai 07.10.70

Queba Nhamajo 09.07.68

Queba Seidi 05.12.72

Quecuta Baldé 03.10.69

Quecuta Biai 10.11.68

Quecuta Camará 22.07.71

Quecuta Injai 30.07.72

Quecuta Sadjú 27.11.67

Quecuta Sonca 22.12.67

Queda Baldé 11.10.71

Quedangule Na Eucuale 18.02.68

Quedim Botche 23.09.69

Quedum Indunté 09.05.68

Quejeu Baldé 08.08.70

Querico Coi 25.03.73

Quessame Nacalhe 03.07.73

Quessine Im-Alé 03.06.66

Queta Baldé 01.05.68

Queta Baldé 30.12.70

Queta Baldé 26.07.70

Queto Gau Sonhá 27.09.64

Quiconde Indogma 26.12.72

Quidna Cole 07.12.71

Quilife Nanfa 21.09.66


Quinana Boqué 15.06.74

Quintino Batalha Cartaxo 05.05.73

Quintino Gomes 24.12.71

Quintino Jenalche 14.07.67

Quintino Rodrigues 25.09.73

Quiteque Intchelme 28.04.73

Rachid Baldé 15.05.68

Rafael Filipe Alves 03.09.69

Rafael Mota da Costa 02.03.63

Ramajó Candé 23.06.68

Ramiro Adelino Dias Neto 13.05.68

Ramiro Augusto de Sousa Duarte 31.01.69

Ramiro Carvalho Lopes 19.12.68

Ramiro de Jesus Silva 28.11.64

Raul Canadas Ferreira 08.09.68

Raul Carreira Bento 07.11.66

Raul da Conceição Severino 18.07.63

Raul de Aquino 10.02.67

Raul Dias de Oliveira 31.12.72

Raul E. M. da Costa Passos Ramos 20.04.70

Raul Evaristo dos Santos Cabrita 16.12.66

Raul Fainó Ramos 13.04.69

Raul Feliciano da Silva 05.06.67

Raul José Fernandes 27.02.73

Raul Mendes da Costa 07.02.69

Raul Oliveira das Neves 24.01.71

Raul Ribeiro Lopes 27.05.72

Rebe Cumatcha 03.05.67

Reinaldo Queimado Lopes Lavaredas 25.11.71

Ricardo Gonçalves Pereira 16.04.70

Ricardo Pereira da Silva 06.02.69

Ricardo Santos Gonçalves 21.10.64

Riga Fechena 20.09.67

Rigna Morna 29.06.66

Rodolfo Geraldes Henriques 03.03.69

Rodolfo Joaquim Santos Ventura 30.11.72

Rodolfo Valentim Oliveira 11.08.65


Rodrigo da Conceição Batista Russo 19.07.68

Rodrigo Joaquim Vaquinhas 04.03.74

Rodrigo Oliveira Santos 02.03.74

Rogério António Soares 01.10.71

Rogério José Marreiros 06.08.68

Rogério Lopes 22.07.66

Rogério Marcelino de Oliveira 27.05.65

Rogério Nunes de Carvalho 17.04.68

Rolando F. Mantovani Borges Filipe 06.04.73

Romualdo A. dos Santos Nascimento 08.04.67

Roseira Sanhá 04.03.74

Rufa Anqueli 12.06.67

Rufino Correia de Oliveira 26.11.70

Rufino Gomes Fernandes 04.07.70

Rui António Ferreira 14.05.73

Rui António Nuno Romero 10.07.66

Rui Horácio Gomes Branco 26.01.74

Rui Jacinto dos Santos 07.12.67

Rui Manuel Madeira Tomé 22.06.66

Rui Palmela Mealha 04.04.67

Rui Silveira Patrício 07.01.74

Sabana Fonhá Sambo 10.12.73

Sacamissa Quetá 28.10.66

Saco Baldé 11.08.71

Saco Baldé 11.01.74

Saco Jau 29.09.72

Sadjá Sissé 29.07.73

Sadjo Baldé 19.03.69

Sadjó Sadjó 10.05.73

Sado Djaló 29.06.73

Saico Baldé 15.05.68

Saico Baldé 11.08.71

Saico Jaló 17.06.73

Saide Job 30.03.66

Saido Seide 06.12.68

Saido Turé 05.09.72

Saio Seidi 30.12.70

Sajo Baldé 22.10.70

Sajo Baldé 26.02.73


Sajo Fati 21.03.74

Salifu Turé 18.03.67

Saliu Baldé 13.08.70

Saliu Baldé 03.03.69

Saliu Baldé 15.06.73

Saliu Camará 17.04.71

Saliu Djassi 16.01.67

Saliu Embaló 01.08.71

Saliu Jaló 11.12.67

Saliu Mané Jaló 18.03.65

Saliu Sané 19.05.73

Salvador de Almeida 24.09.71

Salvador Ribeiro Martins 22.02.66

Salvador Vaz 30.09.70

Samba Badigué 17.03.72

Samba Baldé 01.02.73

Samba Baldé 21.06.71

Samba Caldé 14.04.67

Samba Candé 19.06.67

Samba Candé 14.03.72

Samba Candé 25.05.73

Samba Djaló 20.03.65

Samba Embaló 10.04.68

Samba Jaló 19.06.67

Samba Seidi 08.01.73

Samba Seidi 18.06.70

Samba Seidi 28.02.68

Samba Seidi 25.03.69

Samba Tala Quetá 10.04.68

Sambadinca Baldé 14.02.72

Sambael Candé 09.09.72

Sambaró Embaló 22.06.71

Sambaro Jau 11.08.71

Sambatene Colubali 09.09.68

Sambel Baldé 21.02.67

Sambel Baldé 03.04.72

Sambel Baldé 23.06.73


Sambel Baldé 18.05.68

Sambel Jaló 02.05.72

Sambel Jau 23.09.67

Sambel Jau 04.05.69

Sambel Sabali 05.10.70

Sambel Sané 21.11.69

Sami Cá 25.05.74

Samper Mendes 22.04.74

Samuel Dabó 13.09.70

Saná Quetá 13.01.68

Sandé Será 20.04.69

Sandem Dabó 02.04.74

Sané Mané 25.03.73

Sanga Djata (Aka Simão Sambú) 28.03.69

Sanhá Nam Baca 01.12.64

Santifa Camará 11.05.66

Sará Colubali 01.12.66

Saranjo Baldé 21.04.73

Sare Boi Sampú 09.10.72

Satala Colubali 12.05.73

Satoné Colubali 07.10.69

Savana Baldé 19.02.68

Sebastião da Costa Dionísio 11.04.68

Sebastião Francisco Dias 23.05.74

Sebastião Leal de Oliveira 09.06.71

Sebastião Luís Vieira 19.04.73

Seco Aiderá 03.06.66

Seco Baldé 12.09.69

Seco Camará 26.11.70

Seco Dabó 24.11.71

Seco Dabó 28.05.69

Seco Sanane 18.05.70

Seco Seidi 12.06.68

Selo Baldé 02.10.73

Seni Baló 07.08.69

Seni Camará 03.04.67

Serafim de Jesus Ferreira Madeira 12.05.69


Serafim de Jesus Lopes Fortuna 05.05.73

Sérgio da Costa Pinto Rebelo 17.04.72

Sérgio da Silva 27.06.66

Serifo Baldé 14.04.67

Serifo Baldé 17.04.72

Serifo Djaló 17.10.70

Serifo Mané 12.01.68

Serifo Sané 19.01.71

Serra Dava 19.03.72

Severino Augusto Ribeiro Pereira 22.03.69

Sherifo Baldé 29.11.71

Siaca Injai 22.11.64

Sibo Indjai 16.10.70

Sifa Có 28.12.65

Silá Seidi 14.04.67

Silvano Farinha Alves 06.02.74

Silvano Rodrigues Figueira 06.01.71

Silvério do Carmo Vitorino 29.04.68

Silvério Figueiredo de Castro 10.10.68

Silvério Galvão Nogueira 30.01.65

Silvério Rodrigues Fernandes 02.01.71

Silvestre dos Santos 18.05.74

Sílvio Joaquim da Luz 30.10.68

Sima Buaiga 14.10.70

Simão Bombo 11.06.73

Simão Cobianovo 01.11.73

Simão Nozolini 25.05.66

Simba Jaló 26.03.74

Simplício Borges da Mota 22.02.71

Sissau Anaca 05.01.68

Sissé Baldé 30.12.70

Sitá Facilá 15.06.73

Soares 13.11.65

Solimane Seidi 07.08.69

Sori (Aka Soribá) Sanhá 09.03.74

Sori Baldé 10.12.73

Sori Baldé 08.05.69


Sori Baldé 30.12.73

Sori Embaló 25.02.70

Sori Jaló 11.05.66

Suaré Sané 22.03.71

Suba Entemba 26.06.73

Sul Bissau 03.05.71

Sulai Quetá 27.05.73

Suleiman Djassi 24.12.68

Suleimane Candé 07.06.67

Suleimane Dabó 10.05.73

Suleimane Dabó 02.02.70

Suleimane Dabó 02.02.70

Suleimane Embaló 26.06.67

Suleimane Jaló 30.12.70

Suleimane Sanhá 07.07.66

Sulimane Djau 07.03.74

Suma Candé 20.07.72

Suma Jamanca 16.11.66

Sumalo Dimbebe 04.12.72

Sumbate Man 01.12.73

Sumbutu Tchuda 20.05.72

Sumenhata Có 18.06.69

Sunto Camará 05.05.71

Sussu Bidé 10.03.68

Tagna Na Blaba 17.09.66

Tala Camará 18.01.66

Talibé Baldé 11.03.74

Talibé Bari 01.02.67

Talo Baldé 20.11.72

Tamba Embaló 17.04.71

Tamba Sabu 19.01.70

Tambe Simbá 12.11.70

Tangatna Mundi 12.10.70

Tanque Man 29.02.68

Tassili Baldé 09.07.66

Taxi Tefer 19.08.68

Tchafi Baldé 18.03.73

Tchanamba Bera 27.03.74


Tchetena Intchuda 08.10.71

Tchombe Guade 27.05.74

Tenem Baldé 24.12.71

Tera Baquene 08.12.71

Tigne Tambá 08.09.70

Tijane Baldé 17.04.72

Tijane Jaló 06.02.69

Tnaoba Embaló 24.03.67

Toban Car 23.09.69

Togna Tamba 08.10.68

Tolentino Aparício Nunes 24.06.66

Tolentino Gouveia 30.08.65

Tomás Bobo Baldé 12.03.72

Tomás Dabó 06.06.74

Tomás Marques Rosa 21.04.74

Tomás Sambu 25.06.72

Tomás Tavares Courte de Campos 07.06.74

Tomate Imbunde 29.08.73

Tomé Baldé 07.03.74

Tomé Soares da Gama 04.02.68

Toneco Camaré 22.12.68

Tota Fera 17.04.68

Tristão de Araújo Leite Bacelar 26.09.68

Tu Pongue 05.01.66

Tubana Vaiga 26.08.67

Tucam Mané 30.09.63

Tugna Nainfade 23.09.73

Tui Nandefa 25.11.66

Tumané Baldé 22.08.68

Tungue Futé 15.08.69

Tuquena Iagna 06.12.70

Tura Baldé 16.07.68

Tura Jau 06.04.68

Ualom Candé 16.11.66

Uam Sambú 01.01.70

Uani Betinione 26.08.67

Uelé Naendenha 18.02.68


Ulisses Pereira Correia 24.10.70

Umará Sanu 18.02.73

Umaru Baldé 28.01.72

Umaru Camará 14.03.73

Umaru Jaló 19.10.66

Umaru Jaló 10.02.73

Umaru Juldé Djaló 20.05.68

Umaru Seidi 10.01.71

Umassi Baldé 14.09.66

Umbugué 22.12.67

Umelisse 04.11.68

Una Infale 19.04.68

Una Intom 11.01.74

Ungasse Insacua 05.05.73

Unsumane Embaló 03.01.65

Upá Gomes 17.04.72

Upá Pobole 01.10.67

Upé Ulixe da Costa 26.01.68

Ura Baldé 11.07.68

Uri Baldé 16.10.73

Uri Será 20.06.68

Uro Embaló 18.09.67

Ussemane Seidi 15.05.68

Ussumane Baldé 18.03.73

Ussumane Candé 16.01.68

Ussumane Embaló 18.09.67

Ussumane Jaló 12.05.69

Ussumane Sissé 05.05.71

Valdemar Augusto Cerejo 12.03.73

Valdemar Galego Joaquim 30.11.67

Valdemar Ramalho Caldeira 21.12.66

Valdemar Vieira de Figueiredo 02.06.69

Valentim da Silva Freitas 09.06.70

Valentim Pinto Faria 06.02.69

Vasco António Lopes Pereira 28.09.69

Vasco José Ferreira Lourenço 07.10.64

Vasco N. de Loureiro de Sousa Cardoso 10.10.65


Ventura Barreto 15.05.73

Vergílio Mendes da Silva 23.03.73

Veríssimo Godinho Ramos 23.01.63

Vicente Adolfo Marcelino 18.02.67

Vicente Malef 24.12.71

Vicente Rodrigues 22.04.74

Victor António Sanca 25.11.72

Victor Bocol 19.06.68

Victor José Correia Pestana 12.10.67

Victor José de Matos Alves 23.06.70

Victor Manuel Caldeira Pinto 12.08.72

Victor Manuel Castanheira da Costa 01.07.74

Victor Manuel da Conceição Marques 06.11.69

Victor Manuel da Costa Serafim 16.07.74

Victor Manuel da Silva Coelho 18.05.73

Victor Manuel da Silva de Sá Lopes 21.05.73

Victor Manuel de Jesus Paiva 22.03.74

Victor Manuel de Oliveira Neto 06.02.69

Victor Manuel Ferreira Cardoso 10.06.71

Victor Manuel Mendes Ferreira 28.09.74

Victor Manuel Pereira de Sousa 04.07.73

Victor Manuel Ribeiro Lopes 01.11.68

Victor Manuel Vieira 09.08.69

Victor Paulo Vasconcelos Lourenço 05.03.73

Victor Rola Marques Valença 26.02.67

Victorino António Marques 02.07.64

Virgílio Coelho 21.12.66

Virgílio da Conceição Silva 07.12.71

Virgílio Manuel Espadanel Milheiro 21.10.71

Virgolino Ribeiro Spencer 15.01.72

Vitalino da Silva Gomes 16.06.70

Vitor da Silva Gonçalves 18.12.67

Vitor Manuel de Jesus do Rosário 23.08.68

Vítor Umaru Baldé 15.01.73

Vitoriano António Furtado Campino 10.01.65

Vitorino Chaínho Pereira 26.03.63

Vitorino Suzano Simão 21.06.73

Xerifo Canhá 11.02.72

Zacarias Mané 19.11.73

Zózimo de Azevedo 17.04.72

pub

pub

Ver todos os comentários
Para comentar tem de ser utilizador registado, se já é faça
Caso ainda não o seja, clique no link e registe-se em 30 segundos. Participe, a sua opinião é importante!
9 Comentários
  • De Diamantino santos22.04.13
    a guerra como todas elas, são um pesadelo,o nosso conflito colonial, deve-se ao facto de muitos falhanços, e visões politicas, e tambem aos grandes negócios dos militares do quadro, agora tudo o que era Miliciano, esses
    Responder
     
     2
    !
  • De jacinto morais 14.04.13
    Oi td. Eu sou um dos filhos dos Portuguese q morrerao nas Africa's em particular mocanbique gostaria d ter um contacto d o resto da familia dele. Eu sou o filhos dele mais velho somos quatro gostaria que alguem ajuda se
    Responder
     
     0
    !
  • De Pinto27.01.13
    Que fizeram os "camaradas" de Passos Ramos para judar a viúva? NADA?!
    Responder
     
     6
    !
  • De jerry26.01.13
    Discordo culpar so Salazar,muitos tiveram mais culpa,revolta-me sim atitude dos politicos[ Soares ,Otelo, Eanes,C.Gomes,A.Santos, Cavaco etc, principais culpados, esquecimento nos votaram, depois de nos terem roubado 2
    Responder
     
     11
    !
  • De Rui Ferreira Matias21.01.13
    Não fui combatente na Guiné, m em Moçambique de 1970/1972 e onde t fui ferido em combate. Sei, no entanto, quantos sacrifícios e privações passaram os meus amigos na Guiné.Para 3 deles que lá morreram vai a minha saudad
    Responder
     
     5
    !