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O Iraque entre nós

Carrazeda de Ansiães pertence ao distrito de Bragança. Ali, no cimo de Portugal, vivem 120 ciganos. Dizem que é o bairro do Iraque. A reportagem que se segue venceu o Prémio de Fotojornalismo 2012 Estação Imagem/Mora.
22 de Abril de 2012 às 15:00
Premiado. António Pedrosa é fotógrafo freelance e é professor no Instituto Português de Fotografia, no Porto
Vida. Os moradores do Iraque vivem do negócio da sucata, do trabalho agrícola temporário e dos apoios sociais. Aos moradores falta tudo... ou quase tudo
Casas. No bairro do Iraque, a luz é roubada à rede pública. As casas precárias, construídas de madeira, tijolo e tábua, não têm saneamento básico ou água
Família. O bairro do Iraque começou a ser fotografado no início de Janeiro de 2011. Nesta foto, um dos membros da família Baptista, Gilberto
Vida. Os moradores do Iraque vivem do negócio da sucata, do trabalho agrícola temporário e dos apoios sociais. Aos moradores falta tudo... ou quase tudo
Iraque. A comunidade vivia junto à vila de Carrazeda de Ansiães. Há oito anos foram expulsos e o acampamento subiu ao monte. A guerra da altura era no Iraque e assim o bairro, onde vivem cerca 120 adultos e crianças, ganhou o seu nome
Patriarca. No Inverno, o dia-a-dia é passado, em boa parte, a rachar lenha para o aquecimento das barracas. Na foto, o patriarca, o Senhor Baptista
Casas. No bairro do Iraque, a luz é roubada à rede pública. As casas precárias, construídas de madeira, tijolo e tábua, não têm saneamento básico ou água
Família. O bairro do Iraque começou a ser fotografado no início de Janeiro de 2011. Nesta foto, um dos membros da família Baptista, Gilberto
Volfrâmio. O Iraque fica num terreno onde nos anos 40 havia uma mina de volfrâmio. Na foto, Nuno Baptista
Premiado. António Pedrosa é fotógrafo freelance e é professor no Instituto Português de Fotografia, no Porto
Vida. Os moradores do Iraque vivem do negócio da sucata, do trabalho agrícola temporário e dos apoios sociais. Aos moradores falta tudo... ou quase tudo
Casas. No bairro do Iraque, a luz é roubada à rede pública. As casas precárias, construídas de madeira, tijolo e tábua, não têm saneamento básico ou água
Família. O bairro do Iraque começou a ser fotografado no início de Janeiro de 2011. Nesta foto, um dos membros da família Baptista, Gilberto
Vida. Os moradores do Iraque vivem do negócio da sucata, do trabalho agrícola temporário e dos apoios sociais. Aos moradores falta tudo... ou quase tudo
Iraque. A comunidade vivia junto à vila de Carrazeda de Ansiães. Há oito anos foram expulsos e o acampamento subiu ao monte. A guerra da altura era no Iraque e assim o bairro, onde vivem cerca 120 adultos e crianças, ganhou o seu nome
Patriarca. No Inverno, o dia-a-dia é passado, em boa parte, a rachar lenha para o aquecimento das barracas. Na foto, o patriarca, o Senhor Baptista
Casas. No bairro do Iraque, a luz é roubada à rede pública. As casas precárias, construídas de madeira, tijolo e tábua, não têm saneamento básico ou água
Família. O bairro do Iraque começou a ser fotografado no início de Janeiro de 2011. Nesta foto, um dos membros da família Baptista, Gilberto
Volfrâmio. O Iraque fica num terreno onde nos anos 40 havia uma mina de volfrâmio. Na foto, Nuno Baptista
Premiado. António Pedrosa é fotógrafo freelance e é professor no Instituto Português de Fotografia, no Porto
Vida. Os moradores do Iraque vivem do negócio da sucata, do trabalho agrícola temporário e dos apoios sociais. Aos moradores falta tudo... ou quase tudo
Casas. No bairro do Iraque, a luz é roubada à rede pública. As casas precárias, construídas de madeira, tijolo e tábua, não têm saneamento básico ou água
Família. O bairro do Iraque começou a ser fotografado no início de Janeiro de 2011. Nesta foto, um dos membros da família Baptista, Gilberto
Vida. Os moradores do Iraque vivem do negócio da sucata, do trabalho agrícola temporário e dos apoios sociais. Aos moradores falta tudo... ou quase tudo
Iraque. A comunidade vivia junto à vila de Carrazeda de Ansiães. Há oito anos foram expulsos e o acampamento subiu ao monte. A guerra da altura era no Iraque e assim o bairro, onde vivem cerca 120 adultos e crianças, ganhou o seu nome
Patriarca. No Inverno, o dia-a-dia é passado, em boa parte, a rachar lenha para o aquecimento das barracas. Na foto, o patriarca, o Senhor Baptista
Casas. No bairro do Iraque, a luz é roubada à rede pública. As casas precárias, construídas de madeira, tijolo e tábua, não têm saneamento básico ou água
Família. O bairro do Iraque começou a ser fotografado no início de Janeiro de 2011. Nesta foto, um dos membros da família Baptista, Gilberto
Volfrâmio. O Iraque fica num terreno onde nos anos 40 havia uma mina de volfrâmio. Na foto, Nuno Baptista