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Os estágios da Ciência Viva estão de volta. Em 20 anos, 16 mil alunos já participaram
Suely Costa e João Ferreira 26 de Agosto de 2018 às 00:30
Há mais de vinte anos que a Ciência Viva organiza férias em laboratórios para estudantes do ensino secundário. Com objetivo de alargar esta iniciativa a cada vez mais jovens este ano os alunos do 8º e do 9º ano do ensino básico também vão poder participar em estágios vocacionados para as Tecnologias e para as Competências Digitais.

Apesar de ser organizada há mais de duas décadas, para a presidente da Ciência Viva, Rosália Vargas, a iniciativa "está mais nova do que nunca". Este ano foram lançados 323 estágios em centros de investigação, de norte a sul do País, num total de mais de mil vagas para alunos do ensino básico e secundário. Os estágios decorrem em pleno ambiente de investigação científica e exploram áreas temáticas bastante abrangentes que vão desde a Saúde, a Biologia e a Genética, passando pelas Ciências Sociais, os Sistemas de Informação, a Robótica e a Engenharia.

Um exemplo em Almada

Na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, na Costa da Caparica (Almada), por exemplo, os jovens vão ter oportunidade de construir veleiros equipados com sistemas eletrónicos para navegação autónoma. Também podem igualmente fazer drones ou programar jogos de computador.
A participação neste programa é uma porta aberta para que os estagiários de hoje se transformem nos cientistas e investigadores de amanhã. Desde o lançamento, o programa de Ocupação Científica de Jovens nas Férias da Ciência Viva já envolveu praticamente 16 mil alunos de todo o País.
Ciência Viva Ocupação Científica de Jovens
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