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Videojogo: Novo GT Sport está mais real

O GT Sport “tem novas pistas e novos carros e graficamente está muito melhor”, diz o Youtuber português Ric Fazeres, que esteve na apresentação do jogo em Londres.
João Ferreira e Suely Costa 29 de Maio de 2016 às 15:00

O Gran Turismo Sport foi apresentado em Londres. Um dos videojogos mais aguardados de 2016, chegará a 16 de novembro. Esta edição da PlayStation 4 tem tanta qualidade de imagem que parece realidade. O GT Sport mimetiza ainda o desempenho de carros verdadeiros e traz outras novidades. "Tem novas pistas, novos carros e graficamente está muito melhor, apesar de ainda estar a 50% do produto final", garante Ric Fazeres, o YouTuber português que acompanhou a apresentação de Londres. Os E- -Sports são a grande aposta deste GT Sport onde os melhores do mundo se defrontam em direto à semelhança das corridas de Fórmula 1. O GT Sport pode até levar os melhores a correr como pilotos de competição em pistas reais. A GT Academy é uma competição da PlayStation e da Nissan que já teve um vencedor português: Miguel Faísca, que em 2013 ganhou as competições até ser piloto pela Nissan. Estima-se que os jogos eletrónicos tenham movimentado 80 mil milhões de euros em 2015 e sejam mais lucrativos que as indústrias de cinema e música juntas.
  

Arte roubada pelos nazis: A Polónia quer encontrar 63 mil obras roubadas pelos nazis na II Grande Guerra. Criou a ArtSherlock, uma app que cruza imagens dos quadros com base de dados do governo.  

Internet rende menos: O vinil está de volta e em força. É que, pelo menos no Reino Unido, os artistas conseguiram, em 2015, mais receitas com a venda de vinis do que com visualizações no YouTube.

Inteligência artificial: ‘Magenta’ é um projeto de inteligência artificial da Google capaz de produzir obras de arte através de algoritmos. Arranca em junho.  

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É uma Light Rider elétrica, pesa 35 quilos, é capaz de atingir 80 km/h e é capaz de acelerar dos 0 aos 100 em apenas três segundos. Trata-se da primeira mota a ser construída num impressora 3D pela APWorks, que pertence à Airbus. As baterias duram até 60 quilómetros com uma carga e depois podem ser trocadas. Para já, a edição é limitada, uma vez que vão ser produzidas apenas 50 unidades. Quanto é que custa? 44,5 mil euros. Os diretores da Airbus, Tom Enders e da APWorks, Joachim Zettler, já se fizeram fotografar com a Light Rider, que, apesar da inovação, não vai estar à disposição de todos.

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