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Artigo exclusivo

Ainda se chora em Bucha

Arredores de Kiev são um monumento vivo à capacidade de resistência dos ucranianos.

25 de fevereiro de 2026 às 01:30

O imenso e tranquilo terreno à volta da igreja de Santo André, em Bucha, nos arredores da capital ucraniana, Kiev, permanecia esta terça-feira coberto por um denso manto branco que o sol de inverno realçava. Ali, onde em março de 2022 existia um imenso lamaçal e uma monstruosa vala comum onde emergiam corpos em sacos plásticos negros e bocados de corpos espalhados, há agora flores. Um memorial metálico homenageia, um por um, os 458 corpos descobertos na martirizada cidade após o abandono das forças russas que, a partir dali, tentaram invadir Kiev no início da guerra. A esmagadora maioria dos cadáveres exibia ferimentos de bala ou sinais de tortura naquele que foi um dos piores massacres de civis neste conflito que entra agora no quinto ano. A passagem de mais um ano de guerra foi assinalado aqui pelos familiares das vítimas, que encheram de flores o agora recuperado jardim da igreja de Santo André.

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