EUA detêm mais um petroleiro nas Caraíbas perto da Venezuela

Segundo vários observadores de tráfego marítimo, a embarcação já tinha navegado sob as bandeiras do Panamá e da Libéria.

21 de janeiro de 2026 às 00:33
Donald Trump
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Os Estados Unidos divulgaram terça-feira a apreensão de um petroleiro no mar das Caraíbas, a sétima operação deste tipo desde que o Presidente Donald Trump impôs em dezembro um bloqueio aos navios sob sanções ligadas à Venezuela.

O Sagitta "estava a operar em desafio à quarentena imposta aos navios sob sanções pelo Presidente Trump", explicou o Comando Sul dos EUA, acrescentando que a operação decorreu "sem incidentes".

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Segundo vários observadores de tráfego marítimo, a embarcação já tinha navegado sob as bandeiras do Panamá e da Libéria.

O comando militar norte-americano, que divulgou a operação nas redes sociais, não informou se a Guarda Costeira dos EUA assumiu o controlo do petroleiro, como ocorreu em apreensões anteriores.

"O único petróleo que sairá da Venezuela é o petróleo autorizado", acrescentou esta força militar numa mensagem acompanhada de um vídeo que mostra o navio no mar.

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Entre os sete petroleiros intercetados pelos Estados Unidos está uma embarcação ligada à Rússia, apreendida no Atlântico Norte após uma perseguição de semanas no âmbito do bloqueio americano às exportações de petróleo venezuelano.

A riqueza petrolífera da Venezuela, país que detém as maiores reservas comprovadas de petróleo bruto do mundo, está no centro da intervenção dos EUA naquele país, onde o presidente Nicolás Maduro foi preso pelos norte-americanos.

Menos de duas semanas após a sua captura, os Estados Unidos realizaram a sua primeira venda de crude venezuelano, um negócio de 500 milhões de dólares.

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