CDS-PP não vai apoiar nenhum dos candidatos na segunda volta das presidenciais

Álvaro Castello-Branco frisou ainda que o CDS "combate o socialismo" e "rejeita o populismo" e, por isso, "em coerência", não vai manifestar apoio a António José Seguro ou a André Ventura.

21 de janeiro de 2026 às 23:29
Álvaro Castello-Branco, do CDS-PP Foto: Álvaro Castello-Branco via Facebook
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O CDS-PP anunciou esta quarta-feira que não vai apoiar nenhum dos candidatos na segunda volta das eleições presidenciais, sublinhando que o partido "combate o socialismo" e "rejeita o populismo".

"O CDS não está próximo de nenhum dos candidatos que o povo português legitimamente quis colocar em confronto na segunda volta", referiu o vice-presidente do partido, Álvaro Castello-Branco, durante a leitura de um comunicado que resultou da reunião da comissão executiva do CDS-PP.

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Álvaro Castello-Branco frisou ainda que o CDS "combate o socialismo" e "rejeita o populismo" e, por isso, "em coerência", não vai manifestar apoio a António José Seguro ou a André Ventura na segunda volta das presidenciais.

"O CDS não terá nenhum empenhamento orgânico, nem institucional, nesta segunda volta, nem dará apoio a qualquer um dos candidatos", referiu no final da reunião da comissão executiva do partido, onde não respondeu às perguntas dos jornalistas.

Seguro e Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais no dia 08 de fevereiro, depois de terem sido os dois candidatos mais votados na primeira volta realizada no domingo passado.

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António José Seguro obteve 31,1% e André Ventura 23,5%, segundo o escrutínio provisório da Secretaria-geral do Ministério da Administração Interna.

O candidato presidencial Luís Marques Mendes, apoiado por PSD e CDS-PP, ficou em quinto com cerca de 11% dos votos.

Para a segunda volta, os eleitores que pretendam votar antecipadamente em mobilidade podem fazê-lo no dia 01 de fevereiro.

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