Gouveia e Melo faz pausa na campanha para almoçar com o amigo Mário Ferreira

Henrique Gouveia e Melo subiu a bordo de barco do empresário, seu apoiante, que fez anos esta quinta-feira.

16 de janeiro de 2026 às 01:30
Gouveia e Melo fez pausa na campanha para cantar os parabéns a empresário Foto: Hugo Monteiro
Empresário participou em arruada Foto: Hugo Monteiro

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O penúltimo dia de campanha de Gouveia e Melo foi passado no Porto e Gaia e foi aqui que fez uma pausa para dar os parabéns a Mário Ferreira, principal acionista da Media Capital e seu apoiante. Foi a bordo do barco do aniversariante que almoçou. Mais tarde, numa reunião com empresários na ANJE, no Porto, disse que fez uma pausa para dar dar os parabéns ao amigo. “Fiz um pequeno intervalo para participar num almoço de aniversário de um amigo. Estive lá uma hora e agora estou outra vez na campanha”, disse. Quando questionado pelo CM se era seu apoiante, foi perentório: “há algum problema?”.

À tarde, o apoiante e amigo juntou-se ao almirante numa arruada na rua das flores onde o apoio das pessoas foi notório.

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O dia fica também marcado pela irritação do candidato confrontado com o facto do líder do Chega ter vestido um camuflado militar. “Isso deixa-me mesmo muito mal disposto. André Ventura nunca foi sequer ao serviço militar obrigatório”, reclamou, deixando um aviso ao candidato. “Deve ter cuidado com os símbolos que usa. Os uniformes são para quem usou uniforme e serviu a pátria em uniforme”, esclareceu.

No penúltimo dia de campanha, nem a chuva travou o almirante que deixou o medo no mar há 45 anos. Na Feira de Gondomar, de manhã, pediu o voto aos feirantes e clientela.

Dali partiu para a Afurada, onde Gouveia e Melo voltou a reforçar ser o único candidato que não é do sistema e que tem uma campanha forte e voltou a atacar o Governo.

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“Deixo também uma sugestão [ao primeiro-ministro] que meta também a Ministra da Saúde nas deslocações da campanha. Assim poderia começar já a dar respostas dentro da campanha”, disse em tom irónico, deixando a certeza de que se fosse Presidente da República diria ao primeiro-ministro que “a Saúde parece que não tem remédio”.

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