Marques Mendes quer estabilidade para "aumentar salários e pensões" e "baixar impostos"

Candidato apoiado por PSD e CDS-PP passou pela sua terra natal, Fafe, no distrito de Braga, e voltou a apelar ao voto útil.

14 de janeiro de 2026 às 17:43
Luís Marques Mendes Foto: Pedro Pina/RTP
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O candidato presidencial Luís Marques Mendes disse esta quarta-feira que quer defender a "estabilidade a favor das pessoas" para permitir aumentar salários e pensões e baixar impostos, e avisou que para ser eleito tem de passar à segunda volta.

"Quero ser o Presidente que vai defender a estabilidade para Portugal, a estabilidade que permite aumentar salários, aumentar pensões e baixar os impostos. É a estabilidade a favor das pessoas, sobretudo do povo, que passa mais dificuldades", afirmou.

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A dois dias do final da campanha eleitoral, o candidato apoiado por PSD e CDS-PP passou pela sua terra natal, Fafe, no distrito de Braga, e voltou a apelar ao voto útil.

"Não pode haver grande dispersão de votos, tem de se concentrar votos. Há pessoas às vezes que dizem: 'à segunda volta eu voto em si'. Não, tem de ser à primeira volta, porque se não for à primeira volta não há segunda volta", avisou.

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Falando aos apoiantes durante uma arruada, em cima de um banco de jardim, e com a ajuda de um megafone, Luís Marques Mendes referiu o facto de ter ao seu lado o presidente da Câmara, Antero Barbosa, eleito pelo PS, que o apoia nestas eleições, bem como outros antigos autarcas, para assinalar que "é assim" que quer "ganhar a eleição no próximo domingo", com "pessoas à direita ou pessoas à esquerda".

"Pessoas mais do centro-direita ou mais do centro-esquerda, pessoas que querem o melhor para Portugal. Eu quero unir todas estas pessoas, porque todas são importantes e Portugal precisa de todas. É este o meu objetivo, o objetivo de unir", indicou.

O candidato defendeu também que Belém não precisa de "uma pessoa que anda permanentemente a mudar de ideias e de comportamentos", mas sim de "uma pessoa experiente, estável, preparada, que não muda de opinião consoante as circunstâncias".

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"Que sabe muito bem onde tem a cabeça e que não anda aqui com exercícios de imaturidade ou de precipitação. É essa a minha atitude", acrescentou, numa referência ao adversário João Cotrim Figueiredo.

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