Seguro diferencia-se de Ventura e diz ser o único capaz de assegurar estabilidade

Após vários dias sem mensagens eleitorais no seu discurso devido à tempestade Kristin, António José Seguro voltou a usar o púlpito para apelar ao voto.

31 de janeiro de 2026 às 23:35
António José Seguro Foto: José Coelho/Lusa_EPA
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António José Seguro defendeu este sábado que Portugal precisa de um presidente "com valores e princípios certos" e estabilidade política, diferenciando-se do seu opositor ao colocar-se como o único candidato capaz de garantir diálogo, experiência e agregação.

"Nós precisamos de um presidente com os valores e os princípios certos e precisamos de estabilidade política no nosso país. E a estabilidade política, para mim, não é um fim em si mesmo", disse hoje António José Seguro num comício no teatro Jordão, em Guimarães (distrito de Braga).

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Após vários dias sem mensagens eleitorais no seu discurso devido à tempestade Kristin, António José Seguro voltou a usar o púlpito para apelar ao voto, defendendo que "a estabilidade política é o instrumento" que permite que as pessoas, nas suas diferenças, sejam "capazes de dialogar uns com os outros para encontrar as melhores soluções e soluções duradouras".

"E eu sinceramente e humildemente considero que, dos candidatos que estão nesta segunda volta, sou o único que, verdadeiramente, pode aliar essa capacidade de diálogo, essa experiência e essa capacidade de agregar para ajudarmos o país a suplantar os problemas e a resolver os problemas dos portugueses", considerou o candidato apoiado pelo PS, sem nunca referir o nome do seu adversário da segunda volta das presidenciais, André Ventura.

No entanto, Seguro alertou que não consegue "fazer isso sozinho" e precisa "de todas e todos os portugueses", apelando a que "vão votar".

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"Que votem amanhã aqueles que estão inscritos e que vão votar no dia 08 de fevereiro. Por uma razão: em democracia as eleições são decididas pelo voto de cada português. Não são as sondagens que elegem presidentes, são os portugueses que elegem presidentes com o seu voto", vincou.

Num comício que voltou a não contar com música e com bandeiras no ar, o hino nacional acabou por voltar ao ritual de encerramento, mas desta vez apenas 'a capella', sem música mas com a voz dos participantes, que seguiram o mote dado por Seguro a partir do palco.

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