Seguro pede que ninguém fique em casa porque "grande adversário" é a abstenção

Candidato presidencial insistiu na necessidade de Portugal ter estabilidade porque não se pode ter "mais instabilidade nem incertezas" nem ir "à aventura" ou "correr riscos".

06 de fevereiro de 2026 às 23:54
António José Seguro Foto: José Coelho/Lusa
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António José Seguro pediu esta sexta-feira que ninguém fique em casa no domingo porque o "grande adversário" da sua candidatura presidencial é a abstenção, defendendo que Belém não pode ser um "local de confronto", mas "um porto seguro".

"Há quem tudo faça para que os portugueses não vão votar e nós faremos tudo para que os portugueses vão votar, mesmo que não queiram votar em nós. É preciso ir votar no próximo domingo", apelou, no seu último discurso no comício de encerramento da campanha para a segunda volta presidencial, que decorre em Matosinhos, distrito do Porto.

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Num derradeiro apelo ao voto, o candidato presidencial apoiado pelo PS pediu que os portugueses "não fiquem em casa" no domingo, avisando que o "grande adversário" da sua candidatura é a abstenção.

Seguro insistiu na necessidade de Portugal ter estabilidade porque não se pode ter "mais instabilidade nem incertezas" nem ir "à aventura" ou "correr riscos".

"O Palácio de Belém não pode ser um local de confronto e conflito, tem que ser um porto seguro para que o país possa progredir e resolver os problemas" dos portugueses, defendeu.

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Para o candidato mais votado na primeira volta das presidenciais, a moderação que diz oferecer "não é uma fraqueza, é um instrumento indispensável em democracia".

Seguro assegurou que não ficará em Belém "a pôr carimbos" nos decretos que lhe cheguem do parlamento ou do Governo, mas sim a "fazer o que é necessário" que é ser um Presidente da República "inspirador, mobilizador, leal do ponto de vista das relações institucionais".

No encerramento da campanha, que decorreu no Lionesa Business Hub, em Matosinhos, o ex-líder socialista teve ao seu lado a mulher, Margarida Maldonado Freitas, os presidentes das câmaras de Matosinhos e de Santo Tirso, Luísa Salgueiro e Alberto Costa, e o líder da distrital do PS/Porto, Nuno Araújo, entre outras figuras do PS. 

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