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Geração Arte: A fénix deu-lhe sorte

‘Fénix’ É o nome do poema com o qual participou Diogo Canudo.
12 de Maio de 2015 às 10:52
O jovem arrecadou o 2.º lugar do texto do Geração Arte em abril
O jovem arrecadou o 2.º lugar do texto do Geração Arte em abril FOTO: Pedro Catarino

Gostei imenso. Este foi o primeiro concurso em que realmente ganhei alguma coisa. Não fui o grande vencedor, mas ficar no top 3 já é mesmo muito bom" – é assim que Diogo Canudo, de 21 anos, reage ao facto de ter ficado em 2º lugar na categoria de Texto, no Geração Arte de abril.

‘Fénix’ é o nome do poema com o qual concorreu a esta iniciativa do Correio da Manhã. O jovem estudante de Jornalismo explica que este texto fala sobre o "renascer das cinzas" e que é "uma mensagem de força. É baseado na minha experiência de vida. Todos temos problemas, mas quero que sintam coragem", conta.

Diogo Canudo começou a escrever aos 12 anos, primeiro prosa, depois foi a poesia que se tornou na grande paixão. O segundo lugar que arrecadou no Geração Arte é um "impulso para continuar a escrever", garante. Ainda assim, reconhece que "fazer carreira nesta arte é difícil, o Estado não dá apoio aos jovens escritores, nem à cultura em nenhuma vertente", aponta desiludido. Quanto ao prémio, um vale de 250 euros, o jovem artista explica que ainda não sabe que destino lhe dar e acrescenta que não participou pelo dinheiro: "O que eu queria era que, de alguma forma, a minha escrita vingasse", remata.

O estudante, que vive em Lisboa, já teve propostas para publicar um livro, mas diz que nunca achou que fosse o momento certo para o fazer. É em Fernando Pessoa que Diogo se inspira para escrever.


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