Merkel assume recusa em acolher a Ucrânia na NATO em 2008
Antiga chefe do Governo alemão, que deixou a política no final de 2021, declarou que "assume as suas decisões na cimeira da NATO de Bucareste".
A ex-chanceler alemã, Angela Merkel, defendeu esta segunda-feira a sua recusa, em 2008, do início do processo de adesão à NATO da Ucrânia, reagindo às críticas do Presidente ucraniano, que lamentou o "medo absurdo" demonstrado por alguns líderes na altura.
A antiga chefe do Governo alemão, que deixou a política no final de 2021, declarou, num curto comunicado divulgado pela sua porta-voz, que "assume as suas decisões na cimeira da NATO de Bucareste".
Nessa cimeira, em abril de 2008, a Alemanha manifestou-se contra o lançamento do processo de adesão à Aliança Atlântica da Ucrânia e da Geórgia, posição partilhada pelo então Presidente francês, Nicolas Sarkozy, considerando que ambos os países não eram democracias razoavelmente estáveis.
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