Pelo menos 16 mortos em bombardeamentos russos a Kiev

De acordo com as autoridades, há ainda registo de 40 feridos.

Atualizado a 20 de agosto de 2026 às 14:49
Rússia volta a bombardear Kiev Foto: Francisco Seco/Ap
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Pelo menos dezasseis pessoas morreram durante bombardeamentos russos na região de Kiev entre a noite de quarta e esta quinta-feira, indicaram as autoridades ucranianas, citadas pelo The Kyiv Independent.

De acordo com as autoridades, há ainda registo de 40 feridos.

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"Às 03h20 (01h20 em Lisboa), foram assinaladas consequências do ataque inimigo em mais de 12 locais dos distritos de Darnytskyi, Sviatoshynskyi e Solomianskyi da cidade. Edifícios habitacionais, um estabelecimento médico e um estabelecimento de ensino foram danificados. Deflagraram incêndios em armazéns que cobrem uma superfície considerável", precisou  a administração militar.

Em Solomianskyi foi verificado danos num hospital infantil. Houve janelas que quebraram e carros em chamas junto ao edifício. Ainda neste distrito, os dois últimos andares de um prédio residencial de nove pisos foram destruídos e deflagraram incêndios noutros andares. Pessoas ficaram também presas em dois edifícios residenciais e num abrigo escolar.

A mesma fonte refere que o ataque do inimigo durou mais de oito horas e que o sinal de cessar-fogo só foi dado pelas 08h36 locais. 

Reação de Zelensky
O Presidente ucraniano afirmou esta quinta-feira que Moscovo está a investir em mísseis balísticos e a intensificar o conflito e pediu uma resposta internacional.

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"Infelizmente, enquanto Moscovo investe em mísseis balísticos e agrava a situação, o Mundo nem sempre responde adequadamente a estes ataques. E enquanto a Ucrânia não tiver uma defesa antimíssil balístico adequada, a Rússia não considerará seriamente a paz", disse Volodymyr Zelensky, no Telegram, lamentando a falta de capacidade antimíssil balístico.

"Cada míssil [antimíssil] adicional salva a vida do nosso povo. Agradeço a todos os que compreendem isto, procuram e encontram formas de ajudar", concluiu.

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