Rússia rejeita propostas para retirar soldados e civis ucranianos da fábrica Azovstal em Mariupol
Esforços dos "líderes mundiais" no apelo ao Kremlin para a criação de um corredor humanitário em Mariupol foram em vão.
A Rússia rejeitou todas as propostas de retirada de soldados e civis ucranianos que permanecem sitiados na cidade portuária de Mariupol, na fábrica Azovstal, disse este sábado um assessor do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, citado pela EFE.
Segundo a agência de notícias espanhola, o assessor Mijailo Podolyak lembrou que, a pedido do Presidente, vários "líderes mundiais" apelaram ao Kremlin para a criação de um corredor humanitário em Mariupol, onde os combates continuam nas proximidades da metalúrgica Azovstal.
"Infelizmente, não há resposta do lado russo", disse Podolyak em entrevista à "Radio Free Europe", na qual supôs que Moscovo tem como objetivo "simbólico" destruir a cidade, já amplamente controlada pelo Exército, bem como aqueles que a defendem, em referência ao Batalhão Azov.
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