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Refugiados já têm alojamento, escola e emprego

Voo vindo da Polónia trouxe 260 ucranianos em fuga da guerra.

11 de março de 2022 às 01:30

Os 260 refugiados que chegaram esta quinta-feira de avião já têm alojamento, cuidados médicos e acesso a escolas ou trabalho assegurado. Vão ficar na zona da Grande Lisboa e, eventualmente, na região de Leiria. Foram recebidos em Figo Maduro pelo Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa.

A iniciativa de trazer este grupo para Portugal é de dois empresários - Roman Kurtysh, ucraniano residente em Portugal, e do português José Ângelo Neto - que criaram a associação Ukrainian Refugees UAPT. Têm apoios da companhia aérea Euroatlantic, da Galp e do Estado.

A garantia de alojamento, escola e emprego é do presidente da Organização Não Governamental (ONG), Maksym Tarkivskyy. “Já temos a logística da primeira fase toda feita e temos lugares garantidos. A nossa ideia é: antes de virem as pessoas já termos preparado o local onde vão ficar e terem acesso a psicólogo, médico e a possibilidade de procurar escolas, creches, universidades ou trabalho”, afirmou. A ideia, adiantou, “é trazer o máximo possível de refugiados que Portugal pode absorver”. Frisou, porém, que a ONG “não pretende trazer pessoas só por trazer”.

Os refugiados chegaram num voo vindo de Lublin, no Leste da Polónia, e foram recebidos por Marcelo. “À sua maneira, esta foi uma história exemplar: Tivemos a sociedade civil a tomar a iniciativa, tivemos o poder político, as câmaras municipais, a embaixada sempre presente e o voluntariado a permitir esta operação”, disse.

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