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Rússia diz que exportações de cereais pararam porque ucranianos minaram os portos

"Os portos ucranianos foram fortemente minados e a navegação é perigosa", afirma o porta-voz da Presidência russa, Dmitry Peskov,.

17 de maio de 2022 às 13:52

As exportações de cereais da Ucrânia estão paradas porque os portos do país, onde a Rússia iniciou uma campanha militar em 24 de fevereiro, foram fortemente minados pelos "nacionalistas" ucranianos, acusou esta terça-feira o Kremlin.

"Os portos ucranianos foram fortemente minados e a navegação é perigosa", afirmou o porta-voz da Presidência russa, Dmitry Peskov, na sua conferência de imprensa diária.

Moscovo acusa os nacionalistas ucranianos, que diz estarem a lutar no território do país vizinho, de minar os portos.

Os Estados Unidos disseram segunda-feira que apoiam as negociações das Nações Unidas com a Rússia e a Ucrânia para tentar que os produtos agrícolas ucranianos voltem aos mercados internacionais, especialmente os cereais.

As exportações estão paralisadas devido à guerra, o que, segundo a organização, já está a causar um aumento da fome no mundo.

Nos últimos dias, o secretário-geral da ONU, António Guterres, salientou que tanto os alimentos como os fertilizantes provenientes da Ucrânia e da Rússia devem regressar o mais rapidamente possível aos mercados, para evitar que a fome se multiplique no mundo e tenha optado por "ações rápidas e decisivas".

O Kremlin insistiu hoje que, para que os cereais ucranianos regressem ao mercado, é necessária " uma operação de desminagem" dos portos.

"É uma operação muito difícil, mas neste momento, a navegação nessas áreas é muito, muito perigosa", disse Peskov, acrescentando que o assunto foi abordado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, e Guterres, durante a recente visita deste último a Moscovo.

A guerra na Ucrânia, que entrou hoje no 83.º dia, provocou um número por determinar de baixas e levou mais de 14 milhões de pessoas a fugir de casa, incluindo mais de 6,1 milhões para outros países.

A ONU calcula que cerca de 15 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A generalidade da comunidade internacional condenou a invasão e impôs sanções económicas contra interesses russos.

A União Europeia e países como os Estados Unidos e o Reino Unido têm fornecido armamento à Ucrânia na luta contra as forças russas.

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