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CDU aponta presença de Passos Coelho na campanha da AD como regresso ao passado

Paulo Raimundo manifestou ainda o objetivo de derrotar a direita, uma maioria PS e as sondagens.

26 de fevereiro de 2024 às 23:20

O secretário-geral do PCP considerou que a presença do ex-primeiro-ministro Passos Coelho esta segunda-feira na campanha da Aliança Democrática (AD) simboliza um regresso ao passado, manifestando ainda o objetivo de derrotar a direita, uma maioria PS e as sondagens.

"É um bom exemplo do que tinha dito: acho bem que participe, ao menos assim fica claro para onde nos querem levar outra vez o PSD, o Chega, o CDS e a Iniciativa Liberal. Ao menos fica claro", vincou Paulo Raimundo, em declarações aos jornalistas à margem de uma arruada da Coligação Democrática Unitária (CDU) esta segunda-feira de tarde em Alverca.

O secretário-geral do PCP assegurou estar "mais confiante e mais determinado" com os contactos que tem feito com as pessoas nesta campanha para as eleições legislativas de 10 de março e relativizou novamente as sondagens, que traçam perspetivas de um resultado inferior ao sufrágio de 2022.

"Há três coisas que quero derrotar nestas eleições: o regresso ao passado e aos tempos sombrios da 'troika'; o PS, que quanto mais força tem menos responde aos problemas das pessoas; e as sondagens. Cá estaremos também para derrotar também as sondagens e depois logo veremos na noite de dia 10", disse.

Para o líder da CDU, as sondagens já se enganaram nas legislativas de 2022 e nas últimas eleições nos Açores, assinalando "olhos nos olhos" a certeza do crescimento da CDU, que conseguiu seis deputados nas anteriores eleições para a Assembleia da República.

"Para não haver dúvidas: a CDU vai crescer, vai ter mais votos e vai ter mais deputados. É uma convicção que tenho, pelos contactos que estamos a fazer e porque faz falta. Sabendo que a CDU faz falta, os trabalhadores e o povo não falharão a oportunidade de dar mais deputados à CDU", insistiu, continuando: "Alargamento e crescimento da CDU -- é isso que se está a ver todos os dias".

Questionado sobre um manifesto de apelo ao voto na CDU assinado por 50 ex-dirigentes sindicais, adiantado esta segunda-feira pelo Diário de Notícias, Paulo Raimundo valorizou o documento e recusou ver nessa iniciativa um sinal de pessimismo sobre o resultado dos comunistas nas eleições de 10 de março.

"Só demonstra que a CDU está a crescer todos os dias. Esse é um sinal de gente, uns que estiveram próximos e outros que estiveram afastados e agora voltam. Voltam a dar esse apoio público à CDU, que a nós muito nos honra, ainda por cima vindo de quem vem: gente com grande tradição de luta, do movimento sindical", observou, salientando a disponibilidade para se cruzar na campanha com Carvalho da Silva, ex-líder da CGTP e um dos subscritores.

"Aquilo que colocamos como objetivo é crescer. Queremos alargar o número de votos e vamos alargar, queremos aumentar o número de deputados e vamos aumentar. É claro que temos como horizonte aqueles que não conseguimos eleger em 2022", acrescentou.

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