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Correio da Manhã

Eu Repórter CM

A três velocidades

Devagar, devagarinho e parado. São estas as velocidades que regulam a actividade das diversas entidades que têm como missão resolver os pequenos problemas do dia-a-dia.

17 de Agosto de 2008 às 00:30
A três velocidades
A três velocidades

Vamos a casos concretos. Há mais de seis meses que os moradores na rua de Dentro, no Monte da Caparica, chamaram a atenção a da Câmara de Almada no sentido de reparar as tampas do saneamento. "As tampas estão partidas e à noite há sempre crianças por ali a brincar. Esperemos que nenhuma se magoe", alertou, em devido tempo, o leitor Carlos Ferreira. Pois bem, foi preciso esperar pelo início de Julho para o problema ficar resolvido.

Mais devagar anda a Estradas de Portugal, que mais de um ano depois da inauguração do Eixo Norte-Sul, e alertada em devido tempo, está agora a ultimar os procedimentos para a resolução do problema da falta de iluminação nos acessos e na rotunda de Fetais!

E que dizer da actuação da CP relativamente aos vidros e portas partidas na estação de comboios da Damaia? Os meses passam e nada se faz. Mais parece que estamos numa zona de guerra, sujeita a bombardeamentos, tal é o cenário. É certo que esta situação tem a sua origem em actos de vandalismo, mas cruzar os braços e nada fazer é um convite aos vândalos para continuarem a fazer das suas. E o que agora está mal, pior ficará. É isto que queremos?

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