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Correio da Manhã

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Estátua da Pietá destruída na capela em S. Pedro de Moel

Funcionários da Câmara Municipal da Marinha Grande destruíram um baixo relevo na frontaria da capela de S. Pedro de Moel, obra de Arte Sacra com elevado valor histórico e patrimonial, de autoria do escultor Joaquim Correia.
14 de Julho de 2005 às 00:00
O baixo relevo da Pietá, na frontaria, em cimento, a necessitar restauro, foi abrupta e criminosamente destruído. Está afastada, face a testemunhos presenciais, a hipótese de negligência ou incúria dos funcionários camarários, os quais agiram de forma sistemática e concertada na destruição e ocultação dos vestígios da obra.
Hermínio Nunes, Marinha Grande
A estátua quebrou-se devido ao seu avançado estado de degradação, quando estava a ser retirada do local. A sua reconstrução será ponderada com o escultor Joaquim Correia, para o ano de 2006. Em Novembro, numa carta dirigida à Câmara, o escultor informou que mandou executar “uma forma a tacelos e a respectiva passagem para o gesso do alto-relevo” que esculpiu em 1955 e que figura na fachada da Capela de São Pedro de Moel, a imagem de Nossa Senhora da Piedade - “Pietá” Padroeira da Capela. Já nessa altura, o escultor alertava para a “gravíssima situação em que se encontra o dito alto-relevo, pronto a soltar-se da parede em qualquer momento”, receando pela segurança das pessoas que por ali passassem.
Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal da Marinha Grande
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